como o gol deles foi feito por um jogador americano, é futebol americano. E um gol do futebol americano, todo mundo sabe, vale 6, então o placar final foi EUA 6 x 4 Belgica. O Trump vai informar ao Infantino já já...
@cmclymer Yes, Cristiano Ronaldo's pardon is wrong as well. I know that when we're cheering for our own teams, we tend to be more forgiving. But this is different. And, once again, it's an embarrassment.
@cmclymer Balogun was sent off fairly. It was a dangerous challenge that could have ended another player's career. And in football, a red card is almost never overturned unless something truly outrageous has happened.
@cmclymer Charlotte, I love you and your writing, but on this point you're completely wrong. FIFA and the U.S. are putting on one of the greatest embarrassments in World Cup history - and that's saying something, because the tournament's history is already full of questionable episodes.
@neocrf@brunotrink@gustavomachadog dois 'incidentes' seguidos contra dois grande: SPFW e Cruzeiro. Como ficou muito feio, a arbitragem ficou por algumas rodadas constrangida de entrar no jogo a favor do Palmeiras, e isso foi o suficiente para que eles perdessem o campeonato. É um time nota 6 com resultados nota 9.
@neocrf@brunotrink@gustavomachadog o Flamengo não falou grosso no ano passado e, se tivesse falado, não teria adiantado de nada. O que aconteceu foi que um desses 'acidentes' com a arbitragem aconteceu com o São Paulo, e isso foi demais mesmo para a Mídia Paulista...
@futnostalgico Belíssima camisa da Athleta, provavelmente em algum jogo das Eliminatórias em 1977. Em 1978, a Seleção passou a usar as camisas da Adidas.
Poderia não escrever nada sobre este momento escroto. Ninguém tá me obrigando a dar explicação. Aliás, até agora não tô devendo explicação pra nenhuma instituição nacional.
Mas eu tenho o hábito de tirar uma de gostoso com uns textinhos quando o Flamengo ganha os seus jogos, por isso acho que é meio palha que nas raras oportunidades em que isso não acontece eu fique na moita, acuado, sem querer chamar a atenção.
Como se me esquecesse que não chamar a atenção não é um direito franqueado ao torcedor rubro-negro médio, já estamos acostumados a esta pré-condição. Ao meu ver, ser Flamengo agora é ir pra pista, botar a cara. Não julgo quem prefere se entocar, cada um com seu cada um.
Afora todos os sinais, gestos, maneirismos e comportamentos diferenciais, o torcedor rubro-negro compartilha uma característica com a maioria dos torcedores menos bem vestidos: o ódio, a repulsa, o medo e o preconceito com as derrotas.
Por mais cor-de-rosa que seja a lente, por mais copo-cheísta que seja a teoria, não há como um rubro-negro ver algo de positivo em uma derrota. Importa pouco constatar que o Flamengo jogou à vera uma partida muito dura e disputada contra o supostamente melhor time do mundo e quase chegou lá. É o quase que fode com tudo.
O quase é insuficiente, um redutor da realidade. O Flamengo poderia ter jogado mal, retrancado, levando baile, que qualquer resultado pró Flamengo transformaria em um jogo histórico. Como não foi o que aconteceu em Doha, passa a valer o escroto, digo, passa valer o escrito, só que invertido, descercado pelos sete lados com um numero diferente do talão.
Todo o bonito feito ao longo de 120 minutos se desvanece, some, entra por um desvão da história e vai viver apenas nas memórias dos mais doentes e do goleiro do Paris. Que vai contar aos netos do dia em que jogando num estádio no meio do deserto chutaram 4 pênaltis em cima dele. Parabéns ao Flamengo pela bela trajetória, obrigado por um ano incrível e pelo balde de momentos inesquecíveis. Mas desse último jogo eu prefiro esquecer.
De que jogo vocês estão falando, mesmo?
Mengão Sempre