Com alegria, anuncio a publicação do meu livro "*Guerreiros, Castelos e Dragões: Ideias Históricas de Estudantes Goianos Sobre a Idade Média*", pela Editora CRV. https://t.co/saSmjnBYcY
Carr (1982, p. 35) comparando o trabalho do historiador com a metáfora da procissão.
"O historiador é parte da história. O ponto da procissão em que ele se encontra determina seu ângulo de visão sobre o passado."
O historiador é, então, um ser humano individual. Como outros indivíduos, ele também é um fenômeno social, tanto o produto como o porta-voz consciente ou inconsciente da sociedade à qual pertence; é nesta situação que ele aborda os fatos do passado histórico. (CARR, 1982, p. 34)
"O historiador não é um escravo humilde nem um senhor titânico de seus fatos. A relação entre o historiador e seus fatos é de igualdade e de reciprocidade." (CARR, 1982, p. 28).
O valor da sistematização:
"A leitura é guiada, dirigida e tornada proveitosa pela escrita: quanto mais escrevo, mais sei o que estou procurando, compreendo melhor o sentido e a relevância daquilo que descubro." (CARR, 1982, p. 28).
Segue o link da minha tese de doutorado desenvolvida no PPGH/UFG que analisa a Didática da História alemã no Brasil e suas influências nas pesquisas em Goiás.
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"O terceiro ponto é que nós podemos visualizar o passado e atingir nossa compreensão do passado somente através dos olhos do presente. O historiador pertence à sua época e a ela se liga pelas condições de existência humana." (CARR, 1982, p. 25).
"Em primeiro lugar, os fatos da história nunca chegam a nós 'pu- ros', desde que eles não existem nem podem existir numa forma pura: eles são sempre refratados através da mente do registrador. (...)". (CARR, 1982, p. 23).
Tenho a impressão que Rüsen se apropriou dessa reflexão.
"A história não pode ser escrita a menos que o historiador possa atingir algum tipo de contato com a mente daqueles sobre quem está escrevendo." (CARR, 1982, p. 25).
"A função do historiador não é amar o passado ou emancipa-se do passado, mas dominá-lo e entendê-lo como a chave para a compreensão do presente." (CARR, 1982, p. 25).
A partir do próximo ano, a Revista de História da UEG adotará a publicação de artigos em fluxo contínuo. Saiba como funciona este modelo, recomendado pelo Scielo https://t.co/uBvrjY8FCY