🇧🇷 O dia que tentaram impedir o povo brasileiro de votar para Presidente do Brasil.
👉🏽 Estávamos numa ditadura bolsonarista e não sabíamos.
👉🏽 É preciso ficar alerta, pois os golpes ainda continuam.
Gente, o deputado Sóstenes Cavalcante disse que vendeu um imóvel por R$ 400 mil e recebeu em DINHEIRO VIVO e em pacotes lacrados e não depositou o dinheiro na conta porque “estava sem tempo” e então decidiu ENFIAR O DINHEIRO NUM ARMÁRIO.
Muito plausível.
O trecho proibido da entrevista com a Roberta Close na Marília Gabriela.
A Roberta coberta de razão e a Marília presa a ideias que hoje sabemos que não são assim.
Prefeita do Rio Grande do Sul se emociona ao citar o fato de que o Governo Federal não questionou por ela ser de Direita ao disponibilizar fartos recursos para seu município.
Lula não faz acepção de bandeira partidária quando se trata de atender a população.
Lula é bem diferente.
Se sobravam elogios a Gabriel Galípolo, não eram poucas as cobranças a seu antecessor, Roberto Campos Neto, entre os maiores banqueiros brasileiros no caso do banco Master.
Em conversas reservadas durante o almoço de fim de ano da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), as acusações eram fortes.
Alguns chegavam a dizer que Campos Neto prevaricou, porque viu o problema surgir, crescer e nada fez.
Isso porque o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) e a Febraban avisaram, em comunicação escrita, ao Banco Central do aumento das vendas de CDBs arriscados feitas pelo Master.
O FGC tem agora um buraco de R$ 41 bilhões para cobrir do Master - logo o problema ainda vai longe.
A percepção é que, comprometido com um grupo político, Campos Neto se eximiu da responsabilidade. (por Raquel Landi, no Estadão)
Deputada Bella Gonçalves faz aqui uma cronologia do envolvimento do banco Master com igreja evangélica, a ramificação era grande entre Faria Lima, crime organizado, políticos e agira igreja evangélica,veremos o que mais vem ai.
A Transnordestina passando bem ao lado das águas da transposição é uma mostra do que pode fazer pelo país um presidente que trabalha para o povo e para o desenvolvimento do Brasil
A pejotização tem se espalhado pelo mercado de trabalho brasileiro sob o discurso de modernização e liberdade profissional. Na prática, porém, representa o enfraquecimento de direitos históricos conquistados por gerações de trabalhadoras e trabalhadores. Nessa modalidade, o empregado cria um CNPJ e se transforma, ao menos no papel, em uma empresa. A promessa é de autonomia, mas a realidade é de insegurança: o trabalhador continua cumprindo ordens, horários e metas, mas perde férias, 13º, FGTS e qualquer proteção garantida pela carteira assinada. É o mesmo trabalho, só que sem direitos e com todos os riscos na conta do trabalhador.
A pejotização voltou ao centro do debate nacional com o julgamento do Tema 1.389 no Supremo Tribunal Federal (STF), que vai definir se a contratação de pessoas jurídicas para atividades típicas de emprego é uma forma legítima de prestação de serviços ou uma "fraude trabalhista". O que o STF decidir valerá para todo o país.
Por trás desse modelo está uma lógica simples: reduzir custos e transferir responsabilidades. Empresas que antes precisavam respeitar a CLT agora se eximem de encargos sociais e trabalhistas, aumentando seus lucros às custas da precarização.
As consequências dessa prática vão muito além da relação entre patrão e empregado. Quando o trabalhador é pejotizado, o Estado também perde. Deixa de arrecadar contribuições para o FGTS e a Previdência, o que compromete políticas públicas e amplia a desigualdade social. Só nos últimos dois anos, a pejotização provocou uma perda de R$ 80 bilhões nas contas públicas. É um ciclo contínuo: o trabalhador perde proteção, o país perde receita e o lucro se concentra nas mãos de poucos.
Quando o lucro se sobrepõe à vida, o que está em risco não é apenas o emprego, mas o próprio pacto social que sustenta o Brasil. Defender a CLT é proteger o presente e garantir o futuro. Dizer não à pejotização é afirmar que nenhum projeto de país pode prosperar à custa da precarização de quem trabalha.
O julgamento do STF é decisivo! É hora de pressionar o Supremo e defender os direitos trabalhistas, as conquistas democráticas e o trabalho digno.
Diga sim à CLT e não ao retrocesso da pejotização!
Graças a uma investigação aberta contra italianos e sua participação na Guerra da Bósnia, o assunto dos safaris humanos voltaram à mídia.
Neste vídeo de 2024, falamos sobre a macabra imitação que a vida faz da ficção, com gente pagando para caçar pessoas na Bósnia e Palestina.
Dani Lima, UOL: O deputado Euclides Peterson (Republicanos-MG), oposição ao governo Lula, é apontado pela PF como o mais bem pago no esquema da Conafer/INSS. Recebeu R$ 14,7 milhões via lotérica e construtora. Usou até assessor para lavar dinheiro.