.@statedeptspox: O ressurgimento do terrorismo político violento de extrema esquerda não é um fenômeno novo — trata-se de uma antiga ameaça que ressurge com fortes ligações transnacionais e novas convergências.
Como essa ameaça não foi adequadamente combatida no passado, cada ação, designação ou programa de assistência de segurança cria um efeito cumulativo que apoia as contramedidas em âmbito nacional e internacional.
Nossos esforços visam atividades violentas que se enquadram na definição de terrorismo: assassinatos, sequestros, ameaças violentas contra instalações e forças de segurança dos EUA, bem como ataques a infraestruturas críticas, militares e população civil.
As argumentações técnica e política de Flávio Bolsonaro que o @ronaldocaiado chama de “puro oportunismo”.
Por que você não se inscreveu e foi lá defender o Brasil, Caiado?
Alô, mortadelas
Está uma correria para definir o local da convenção que oficializará a candidatura de Haddad (PT) ao governo de São Paulo. Seria em Ribeirão Preto, mas mudou para Campinas. Temem fracasso de público.
Então: vamos começar uma campanha pelo fim do IPTU e do IPVA?
E sem esse argumento de que “antes é preciso identificar outra fonte de receita“.
O Estado que reduza seus gastos.
Esses impostos vão para o caixa geral. Há prefeituras que usam o dinheiro em shows.
Chega.
Moraes ignorou a PGR, mandou vasculhar a casa de Bolsonaro atrás de arma e... adivinha? Não achou NADA.
Mas calma, o mesmo “juiz” que faz busca e apreensão sem ouvir o Ministério Público agora vira defensor das garantias processuais quando o assunto é amigo do regime.
Hipocrisia tem limite? Pelo visto não no STF.
A lei é só pra quem não é “amigo” dele. O resto é “democracia”.
1988–2026: QUASE 40 ANOS DEFENDENDO AS MESMAS PAUTAS
A política brasileira tem memória curta.
Talvez por isso seja tão fácil criar narrativas sobre quem "mudou", quem "se vendeu" ou quem "descobriu uma pauta porque ela dá votos". Mas existe um teste simples para separar marketing de convicção: voltar ao início da caminhada.
Não ao discurso de ontem.
Não à entrevista da semana passada.
Ao primeiro mandato.
Foi ali que tudo começou.
Jair Bolsonaro @jairbolsonaro entrou na vida pública em 1988. Muito antes da internet, muito antes das multidões nas ruas, muito antes de existir uma direita organizada no Brasil.
Naquele momento, defendia militares, policiais, soberania nacional, combate ao crime, direito à legítima defesa e valores ligados à família. Décadas depois, essas continuam sendo as colunas centrais de seu discurso.
Mudaram os governos.
Mudaram os presidentes.
Mudaram os partidos.
Mudou o Brasil.
As bandeiras permaneceram.
Em 2003, Flávio Bolsonaro @FlavioBolsonaro inicia sua trajetória na Assembleia Legislativa do Rio.
Sua principal preocupação era segurança pública.
Combate ao crime organizado.
Endurecimento das leis penais.
Valorização das forças policiais.
Proteção das vítimas da violência.
Combate ao narcotráfico.
Hoje, como senador da República, basta acompanhar sua atuação para perceber que os temas continuam os mesmos. O cenário nacional substituiu o estadual, mas a essência permaneceu intacta.
Carlos Bolsonaro @CarlosBolsonaro escolheu outro caminho.
Enquanto muitos enxergavam a política apenas como votação de projetos, ele transformou fiscalização e comunicação em instrumentos políticos.
Desde o primeiro mandato como vereador defendia transparência, fiscalização do Executivo, combate ao desperdício de dinheiro público e enfrentamento do aparelhamento ideológico das instituições.
Com o surgimento das redes sociais, ampliou exatamente essa missão.
Não mudou de bandeira.
Mudou de ferramenta.
Eduardo Bolsonaro @BolsonaroSP chega ao Congresso em 2015 trazendo consigo a experiência de agente da Polícia Federal.
Suas prioridades eram claras.
Combate ao crime organizado.
Direito à legítima defesa.
Valorização das forças policiais.
Combate ao terrorismo.
Defesa da liberdade individual.
Soberania nacional.
Mais tarde, sua atuação internacional passou a denunciar censura, perseguições políticas, restrições às liberdades civis e riscos à soberania brasileira.
O tema evoluiu.
O princípio permaneceu.
Agora surge Jair Renan Bolsonaro. @bolsonaro__jr
Mesmo pertencendo a outra geração, inicia sua vida pública falando de segurança, liberdade econômica, empreendedorismo, redução da burocracia, fiscalização dos gastos públicos e defesa de valores conservadores.
Não começou propondo uma ruptura dentro da própria família.
Começou dando continuidade a uma linha política construída ao longo de quase quatro décadas.
Observe o desenho completo.
Jair dedicou sua vida política aos militares, à segurança e à soberania.
Flávio aprofundou o debate sobre segurança pública, combate ao crime organizado e proteção do cidadão.
Carlos concentrou esforços na fiscalização do poder, na transparência e na comunicação política.
Eduardo levou essas mesmas ideias para o debate nacional e internacional, conectando liberdade, segurança e soberania.
Jair Renan representa a continuidade dessa mesma visão para uma nova geração.
É curioso perceber que, enquanto muitos políticos brasileiros mudam completamente de discurso conforme mudam os ventos eleitorais, essa família atravessou governos, crises econômicas, escândalos nacionais, manifestações populares, impeachment, pandemia, eleições e mudanças profundas na sociedade brasileira sem abandonar os pilares que apresentaram no início de suas carreiras.
Pode-se concordar.
Pode-se discordar.
Isso faz parte da democracia.
Mas é intelectualmente desonesto afirmar que essas bandeiras nasceram por conveniência eleitoral ou que foram adotadas apenas quando se tornaram populares.
Os registros públicos contam outra história.
Cada mandato acrescentou novos desafios.
Cada geração encontrou novas formas de atuação.
Mas o eixo permaneceu exatamente o mesmo.
• Segurança.
• Liberdade.
• Família.
• Soberania.
• Combate ao crime.
• Defesa das forças de segurança.
• Fiscalização do Estado.
É justamente essa continuidade, construída ao longo de quase quarenta anos, que explica por que milhões de brasileiros não enxergam apenas uma família de políticos.
Enxergam uma linha de pensamento que resistiu ao tempo, às mudanças de governo, às pressões do sistema político e às transformações da própria sociedade.
Na política, coerência não significa estar certo.
Mas significa permanecer fiel aos princípios que fizeram alguém entrar na vida pública.
E poucas trajetórias contemporâneas apresentam uma linha de continuidade tão evidente quanto a da família Bolsonaro.
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