Os professores são os primeiros a boicotar as reformas do Ministério da Educação, mas para pedir, não há Pai:
❌ Exames nacionais com correção digital
❌ Alterações ao recrutamento e colocação de professores
❌ Revisão da avaliação de desempenho docente
❌ Mudanças na gestão e organização das escolas
❌ Qualquer tentativa de alterar o statu quo na Educação
✅ Recuperação integral do tempo de serviço
✅ Aumentos salariais
✅ Progressões na carreira
✅ Redução da carga letiva
✅ Mais vinculações e menos precariedade
Quando os professores são a principal variável da equação dos problemas da educação, o Ministro está de mãos atadas.
Não f@dem, nem saem de cima.🥸
@pedro____world É a diferença entre um Ponta de Lança e um avançado, movimentos diferentes cria situações diferentes. Actualmente todas as selecções sabem como anular o CR7. Ainda é um bom finalizador, mas no auge nunca foi PL, só o passou a ser quando entrou na pré-reforma.
"O Estado é dos poucos lugares onde um trabalhador que descontou quarenta anos e um recém-chegado do Bangladesh entram na mesma fila. Um dos últimos redutos públicos disponíveis para todos. Num país que fez da imigração em massa um desígnio, se não resistirmos, os serviços públicos que são de todos podem não sobrar por muito tempo."
Não é a mesma coisa, mas parece, só que do bem, claro.🥸
TORTO E DIREITO
Por que é que agora se diz em Espanha que “se o povo espanhol já não quer Sanchez, Sanchez troca de povo”?
Um governo da UE tenta alterar o universo eleitoral com a entrada abrupta de mais de um milhão de novos eleitores.
@SICNoticias
Um analfabeto económico é responsável por controlar a narrativa da esquerda em Portugal. Esclareço.🥸
✅ Não foi "a economia" que exigiu imigração em massa. Foi o país que escolhemos ser.
✅ Um antro comunista mascarado de social-democracia; impostos altos, burocracia, Estado gordo, justiça lenta e lei laboral rígida para o padrão das economias abertas.
✅ Resultado, as empresas de alto valor não vêm, os qualificados vão embora e ficam os setores que não podem fugir.
✅ Turismo, restauração, construção e estufas; economia de proximidade ou de baixo custo, alimentada por mão de obra barata.
✅ A imigração não salvou a economia. Veio servir o modelo económico que expulsou talento e esmaga salários.
2 notas adicionais:
1️⃣ Tenho o maior respeito por todo aquele que se esforça no seu trabalho, que dá o seu melhor. Mas na verdade o serviço prestado pela maioria dos imigrantes na restauração, por exemplo, é absolutamente confrangedor.
2️⃣ É preciso ter uma lata do c@ralho para criticar a economia portuguesa quando ele e os amigos dele são os principais responsáveis pelo país que temos, encarcerado neste imobilismo que nos é fatal.
Tenho dito.
o dono da cooperativa
Defendem com freio nos dentes a imigração para combater o inverno demográfico, mas:
✅ Abominam os nómadas digitais porque fazem subir as rendas do loft onde gostavam de viver.
✅ Odeiam os vistos gold, mas entretanto já lhes venderam as casas das quais se queixam agora dos preços estratosféricos.
✅ Cagaram de bem alto no inverno demográfico quando optaram em consciência por não ter filhos porque só se vive 1 x.
✅ Exigem imigração para sustentar a Segurança Social... mas combatem quase todas as medidas de incentivo à natalidade que fujam ao modelo estatal.
✅ Defendem multiculturalismo... desde que o prédio, a escola e o café do bairro continuem exatamente como eram. Depois há a gentrificação das cidades e o comércio tradicional de souvenirs.
✅ Rejeitam qualquer seleção de imigrantes por qualificações, mas lamentam muito a economia de baixos salários e baixo valor acrescentado.
A esquerda consegue, ao mesmo tempo, tratar a mobilidade global como um direito absoluto, um problema gravíssimo e um dever moral.
Fabuloso.🥸
Estes loucos fecharam um SEF não criaram uma alternativa em condições, foram contra a nova lei da imigração e agora dizem que as fronteiras estão mais seguras. Não há vergonha na cara que baste para o PS. São amoralidade política.
Está aqui tido neste artigo de Pedro Norton no Público.
Um falhanço estrutural que levou à saída de jovens altamente qualificados e a importação de mão de obra para sustentar salários baixos.
Um país desenvolvido cria salários altos e investe em tecnologia, inovação, ciência, não em entregadores de comida e lojas de quilharia made in China ou tuk tuks que reescrevem a história de Lisboa.
Há 50 anos, o comandante da Air France Michel Bacos lembrou ao mundo o que é a verdadeira coragem moral.
Quando o voo 139 foi sequestrado para Entebbe por terroristas palestinos apoiados por cúmplices alemães, das Revolutionäre Zellen ( activas entre 1973 e 1995 e um grupos terroristas de extrema-esquerda mais perigosos da Alemanha) os passageiros não-judeus foram finalmente libertados. Bacos e sua tripulação também podiam sair. Eles disseram que não.
Porquê? Porque abandonar os passageiros judeus era inconcebível.
Numa altura em que os reféns eram separados por judeus ou não - eco assustador das horas mais sombrias da Europa - Michel Bacos escolhe o seu lado: o da honra. Ex-oficial do exército francês sob De Gaulle, sabia que o dever não era negociável e que a decência não era abandonada sob ameaça.
Nenhum membro da tripulação o deixou. Todos permaneceram ao lado dos 94 reféns judeus, plenamente conscientes de que estavam a arriscar as suas vidas.
Dias depois, a Operação Entebbe, uma das missões de resgate mais ousadas da história, liderada por Yoni Netanyahu - irmão do actual PM - libertou reféns e custou a vida do seu comandante.
Michel Bacos recebeu condecorações francesas e israelitas. Mas o seu verdadeiro legado vai além das medalhas. Está numa lição que o nosso tempo faria bem em meditar: perante o terrorismo e o anti-semitismo, a neutralidade é covardia. Dignidade é estar com as vítimas, mesmo quando tem um custo.
Michel Bacos foi um herói porque se recusou a desviar o olhar quando outros foram nomeados para morrer.
(Abraham Chicheportiche no Facebook com edição minha )
☢️ Reflexão da Cooperativa: já viram? o filme foi banido na Alemanha. É mais um incentivo para o ver.
Depois eu partilho o filme nos comentários.🥸
É violento, fomenta a divisão e o racismo na sociedade europeia. Não é nada de novo, só vira o tabuleiro. Durante anos a fio o cinema habituou-nos a olhar para determinados conflitos através de uma lente moral muito bem definida. Havia vítimas e culpados reconhecidos, causas justas e causas indignas. O "Vigilante" também encaixa na mesma categoria, mas há uma profunda mudança nos papéis de vilão e herói. É propaganda, mas não ao estilo Clint Eastwood no Gran Torino.
Eu explico-te a diferença.
É a transformação do cinema numa fábrica de identidades coletivas, onde o indivíduo deixa de existir para passar a representar um grupo inteiro. Ora num filme o polícia é o símbolo de uma opressão sistémica; já noutro, o imigrante torna-se a personificação da insegurança. Num caso, a emoção pretende convencer-nos de que há uma injustiça estrutural; no outro, de que há uma invasão silenciosa. A técnica é a mesma. Muda o alvo.
O perigo começa precisamente quando deixamos de contar histórias sobre pessoas e passamos a contar histórias sobre categorias. Quando um homem deixa de ser um homem para ser "o branco", "o negro", "o polícia", "o imigrante" e por aí fora. ➡️A partir daí o cinéfilo já não é convidado a pensar; é convidado a escolher um lado.⬅️⬅️
Quando o cinema entra nesta campo é a arte que perde qualquer pretensão de universalidade. Deixa de procurar compreender a condição humana para se limitar a alimentar as trincheiras. Cada filme passa a funcionar como uma peça de propaganda. Cada personagem existe para confirmar aquilo que quem está a ver já acreditava antes mesmo de entrar na sala.
O resultado é previsível. Se durante anos dissermos a uma comunidade que é permanentemente perseguida por outra, ela acabará por olhar para essa outra comunidade com desconfiança. Se durante anos dissermos ao grupo oposto que está a ser substituído, silenciado ou atacado, o efeito será exatamente o mesmo. As emoções mudam de direção, mas a mecânica permanece absolutamente intacta. O ressentimento não tem ideologia; tem é diferentes destinatários.
⚠️É por isso que me custa aceitar que um tipo de cinema seja celebrado como consciencialização social e o seu espelho tratado automaticamente como discurso intolerável. Não porque ambos tenham o mesmo mérito artístico ou a mesma responsabilidade moral, mas porque utilizam ferramentas semelhantes, simplificam a realidade, transformam algumas exceções em símbolos e procuram mobilizar emoções muito mais do que compreensão.
Uma sociedade não se fragmenta apenas com leis ou discursos políticos. Fragmenta-se quando começa a consumir histórias onde o vizinho deixa de ser uma pessoa para passar a representar uma ameaça coletiva.
Escrevo isto em consciência, porque vi muitos filmes de propaganda racial contra brancos que muito ajudaram a fomentar movimentos como o BLM, onde me senti também um alvo. Isto funciona para os dois
lados; é colocar a imaginação ao serviço da divisão. Mas lá está, esses filmes de culpa branca, de incentivo ao ódio racial contra brancos nunca foram proibidos. Foram?
Camaradas, um barril de pólvora não escolhe quem acendeu o rastilho, limita-se a explodir quando se lhe chega lume. 🥸
Tenho dito.
o dono da cooperativa
De vez em quando, este pobre país é tomado por irresponsáveis q se intitulam como os melhores do mundo, mas que, qd lhes cheira a fumo, fogem, deixando mesmo dinheiro escondido para trás. Vá lá que, cedo ou tarde, os estragos vêm à superfície e revemos os bestiais como bestas.
☢️ Reflexão da Cooperativa: claro que vai. Ambos sabemos que quando Portugal se tornar num país de terceiro mundo ninguém vai querer imigrar para cá. Para ficar na mesma, mais vale ficar em casa.
Bom, mas o tema da natalidade em Portugal é sério.
Somos um país velho, cansado e abusado, mas vaidoso demais para admitir que precisa de gente nova. Precisamos de crianças, de trabalhadores, de famílias, de contribuintes, de gente que queira chegar, ficar, criar raízes, aprender a língua, respeitar a casa e fazer dela também a sua.
[Muito por nossa culpa, porque abdicamos da família, dos filhos, por um presente melhor, sem futuro]
Ora isto não é abrir portas. É exatamente o contrário.
Abrir portas à balda é que é desistir de Portugal. É fingir humanidade enquanto se despeja gente em quartos sobrelotados, em ruas sem capacidade, em escolas sem meios, em centros de saúde já rebentados e em bairros todos f@didos. A imigração sem critério não é generosidade; é crime.
Portugal precisa de imigração, claro que sim. Mas precisa de imigração escolhida, acompanhada, exigente, contratualizada com o país real. Gente que venha trabalhar, estudar, abrir empresas, cuidar, construir, pagar impostos, criar família, entrar na comunidade e não apenas atravessá-la. Gente a quem se dê oportunidade, mas também se peça compromisso. Porque um país não é apenas um mercado de trabalho; é uma memória, uma língua, uma ordem, uma confiança mínima entre desconhecidos. E felizmente, há muita imigração em Portugal que encaixa aqui.
❌O erro da direita é às vezes falar da imigração como se fosse uma ameaça por natureza. Não é. Há gente que chega a Portugal com mais respeito por este país do que alguns que cá nasceram. Há imigrantes que trabalham, cumprem, poupam, educam os filhos, aceitam sacrifícios e carregam às costas setores inteiros que os portugueses abandonaram ou já não conseguem preencher.
❌❌Mas o erro da esquerda é pior; o de tratar qualquer limite como ódio, qualquer critério como racismo e qualquer preocupação popular como atraso moral. É fácil defender fronteiras abertas a partir dos condomínios onde a imigração te serve o jantar, te limpa a casa, te entrega a paparoca e depois desaparece sem ter dito um pio em voz alta. Quem vive no meio do fenómeno não o vê apenas como tese uma mera tése de mestrado. Vê-o no prédio, na escola do filho, na fila do centro de saúde, no autocarro à pinha, no bairro que muda demasiado depressa para outra coisa irreconhecível para que lá já morava.
➡️➡️As elites gostam da imigração como serviço. O comum dos mortais vive a imigração como transformação. E é aqui que o debate sério tem de começar.
Não podemos importar pobreza, informalidade, gueto e desordem para depois chamar diversidade ao colapso. Também não podemos fechar os olhos ao inverno demográfico que já entrou pela nossa casa. A escolha verdadeira não é entre imigração e não imigração. É entre imigração com sentido de Estado ou imigração contra o Estado. Entre integração ou substituição da paisagem. Entre receber pessoas ou acumular populações paralelas.
E há ainda a tal ironia que devíamos levar muito a sério. Hoje talvez possamos escolher melhor quem nos procura. Amanhã talvez já não. É verdade. Se Portugal continuar a degradar o nível de vida de quem cá vive, com os salários baixos, casas impossíveis, serviços públicos em fadiga extrema, entre o esforço extra e o colapso, deixará de atrair quem pode escolher. Ficará apenas disponível para quem já não tem alternativa. E quando deixarmos de ser destino de ambição e passarmos a ser destino de desespero, já perdemos uma parte da nossa soberania sem nos apercebermos.
⚠️A imigração certa pode salvar Portugal do envelhecimento. A imigração errada pode acelerar a sua decomposição.⚠️
Entre uma coisa e outra há uma palavra que desapareceu do debate público, o critério. Critério para entrar. Critério para ficar. Critério para reagrupar família. Critério para aceder a direitos. Critério para aprender a língua. Critério para distribuir pelo território. Critério para não transformar Lisboa, o Algarve ou certas periferias em autênticos laboratórios à pinha de tensão social enquanto o resto do país assiste à espera que também lhes bata à porta.
Ser sério sobre imigração é aceitar as duas verdades ao mesmo tempo: Portugal precisa de gente nova; Portugal não precisa de ser puxado ainda mais para a cauda da Europa.
É encontrar o justo equilíbrio. Tenho dito.
o dono da cooperativa
A excitação de Marcelo, os sorrisos do líder da Europa e do seu Ronaldo, o acenar com a cabeça dos líderes associativos empresariais e depois isto, for the record.
A sobremesa foram os impropérios a quem foi apontando o logro. Agora, resta um café e um bagaço.
✯🌈☭🚩 A vida do Sócrates foi durante anos uma espécie de romance financeiro onde ninguém percebia muito bem quem pagava o quê, quem emprestava a quem, quem era amigo, ou apenas uma alma generosa.
Ora do outro lado da fronteira, Sánchez trouxe uma inovação ao modelo socialista. Sócrates era o homem sobre quem as namoradas não sabiam nada. E uma delas até tem nariz de perdigueiro, dizem. Sánchez é o homem que não sabia nada sobre a mulher. É o mesmo filme, mas ao contrário.
No caso português, o ex-primeiro-ministro, os amigos de infância, os empréstimos, o dinheiro que aparecia tipo fotocópias, as explicações elásticas e criativas, a amizade como instrumento financeiro, Carlos Santos Silva, aquela espécie de entidade Cofidis humano. Não era dinheiro; era carinho em papel. Não eram pagamentos; eram gestos. Não era património; era ternura decorativa. E no meio disto tudo, havia quem dissesse que nada sabia, que se soubesse teria perguntado, que a relação pecuniária lhe era desconhecida, que uma coisa é namorar um homem, outra é pedir-lhe o extrato bancário, o que seria, obviamente, uma falta de cortesia.
Em Espanha, Sánchez conseguiu fazer o paralelismo inverso com uma elegância artística. A mulher? Ele não sabia. O antigo braço direito? Também não sabia. O assessor do antigo braço direito? Muito menos. O antigo homem forte do partido acusado? Surpresa absoluta. Sanchéz, um homem no centro do poder que, aparentemente, só era informado sobre coisas menores, como orçamentos, cimeiras, pactos europeus e a importância de combater a extrema-direita neonazi e o discurso de ódio. Sobre a fauna selvagem que lhe rodeava a casa, o partido e o Governo, nada, olfato toldado.
⚠️Sócrates foi acusado de viver rodeado de generosidade inexplicável; Sánchez governa rodeado de desconhecimento seletivo. O primeiro tinha uma vida que, segundo a acusação, os amigos financiavam com uma dedicação apostólica, o outro, o Sanchéz, tem uma vida política onde toda a gente cai à sua volta, mulher, irmão, ex-ministro, assessor, ex-número três do partido, e ele, mantém a pose de homem tão honesto quanto, comprometido com o combate à corrupção.
A grande diferença está no estilo. Sócrates fazia da indignação uma arte dramática portuguesa, voz grave, sobrancelha em riste, perseguição política, cabala, jornais maus, ministério público péssimo, direita terrível, mundo ingrato. Sánchez faz a versão espanhola mas em cordeirinho, defensor da democracia ameaçada, extrema-direita ao ataque, campanha judicial, ruído mediático, responsabilidade coletiva, regeneração democrática pardais ao ninho.
Ambos representam duas metades da mesma tragicomédia socialista. Sócrates é o homem que nos ensinou que a amizade pode ser uma categoria contabilística. Sánchez é o homem que nos ensina que a ignorância pode ser um programa de governo. Um olha para os amigos e vê afeto. O outro olha para os colaboradores e vê azar. Um tinha pessoas próximas que alegadamente lhe facilitavam a vida. O outro tem pessoas próximas que, pelos vistos, lhe dificultam a biografia. Mas ambos partilham a mesma vocação , a de estar no centro de tudo sem nunca saber nada de coisa nenhuma.
➡️➡️Sócrates e Sánchez não são bem iguais. São espelhos trocados. Um vivia num país onde todos pareciam saber menos sobre ele do que o motorista, o amigo e o ministério público. O outro governa um país onde ele parece saber menos sobre o seu círculo mais íntimo do que os juízes, os jornais, o Miguel Morgado e metade da oposição.
Não sabiam. Nunca souberam. Se soubessem, teriam perguntado.⬅️⬅️
o dono da cooperativa
Um artigo sobre a mentira, sobre a falta de liderança, sobre a falta de accountability. Um artigo que pede contas ao ex Primeiro Ministro António Costa, agora @eucopresident, e ao seu @psocialista, que governaram o país neste período.
Miguel Morgado, hoje, escolheu a violência. Marcelo Rebelo de Sousa, António Costa e tudólogos a soldo do PS debaixo de fogo.
Absolutamente a não perder, todas as segundas à noite, na SiC Notícias.
Sir! 👑
"Los controles de precios no funcionan y llevan a la escasez de bienes y servicios y a la informalidad"
Mas em Portugal, sob a direção iluminada dos sociólogos do ISCTE e do ICS podem funcionar.