O absurdo disso está em outro patamar. A Ortobom não discriminou nenhuma mulher. Nenhuma candidata foi rejeitada por ser mulher. Não existe vítima.
O TST simplesmente olhou para a lista de gerentes, viu que todos eram homens e concluiu: discriminação. A empresa passou a ser tratada como culpada até provar o contrário e foi condenada porque suas escolhas foram consideradas "estatisticamente" improváveis.
Esse nível de intromissão na vida de quem empreende, assume riscos e gera empregos já é escandaloso. O Judiciário gastar tempo e recursos com isso, sem amparo legal, mais ainda.
Tudo isso em um país com 40 mil homicídios por ano, 26% da população sob domínio do crime organizado e corrupção galopante já entra no terreno da distopia.
Coisa de republiqueta falida.
O Brasil é um regime socialista de autoritarismo crescente
Gramsci deve estar sorrindo no inferno.
O teórico comunista estava certo. A forma mais eficiente de impor o socialismo não é na ponta do fuzil, como fizeram os bolcheviques, mas pela conquista da cultura, em que as pessoas vão abandonando valores tradicionais e adotando o pensamento esquerdista sem nem perceber.
Esse é o ponto que poucos entenderam. O socialismo do século XXI abandonou a estatização das fábricas e adotou a captura das instituições. Não precisa mais confiscar a propriedade quando consegue esvaziá-la por dentro. Na verdade, o confisco continua existindo, só que de forma implícita. Se um empresário não pode mais administrar a própria empresa como julga melhor, ele já não a possui de verdade. O título de propriedade permanece no papel. O conteúdo do direito é que foi expropriado. É o mesmo projeto de sempre, com outra roupagem. E é exatamente essa mutação que Gramsci anteviu.
A estratégia foi amplamente adotada pela esquerda brasileira, pela ocupação de espaços no meio artístico, nas universidades, na imprensa, nas religiões organizadas e em outras instituições, dentro e fora do Estado, inclusive os próprios órgãos de Justiça.
O resultado começa a aparecer como uma avalanche. Vai muito além da censura e da perseguição à direita dos últimos anos. Chega ao ponto de condenações que transformam a vida privada em campo de batalha ideológico.
Algumas decisões judiciais recentes expõem o nível de arbitrariedade alcançado:
1. A Ortobom, fabricante de colchões, foi condenada a pagar R$ 300 mil por danos morais coletivos porque todas as suas 24 chefias eram ocupadas por homens. Em nenhum momento o processo provou um único caso concreto de discriminação contra uma mulher. O TST entendeu que a ausência de mulheres, por si só, inverte o ônus da prova: cabia à empresa demonstrar que seus critérios de promoção eram neutros. Na prática, a estatística virou acusação. Vale lembrar que NÃO existe lei alguma que obrigue uma empresa a contratar mulheres, e que, pela Constituição, ninguém pode ser punido sem que a lei defina o crime. Mas, como a ideologia socialista EXIGE igualdade de resultados, e não igualdade de oportunidades, a empresa foi condenada.
2. Um casal do interior de São Paulo foi condenado por educar as filhas em casa, o chamado homeschooling, mesmo demonstrando que as meninas têm nível cultural muito superior à média brasileira. Detalhe que diz tudo: o próprio Ministério Público pediu a absolvição, e o juiz condenou assim mesmo, contrariando entendimentos do próprio Tribunal de Justiça de São Paulo, do STJ e do Supremo. O magistrado se incomodou até com o fato de uma das filhas não gostar de funk e sertanejo, o que ele leu como "discriminação e preconceito". Numa lógica que trata o Estado como dono das crianças, é primordial que elas sejam educadas pelo time de professores militantes, que transforma os inocentes em soldados da revolução.
3. Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, foi condenada por omissão diante das agressões que mataram o próprio filho. Depois de o júri desclassificar o homicídio para a forma culposa, a juíza concedeu o perdão judicial. O motivo: a sociedade teria agido de forma "misógina" e "patriarcal" ao cobrar dela, como mãe, a proteção da criança. Na prática, o gênero da ré valeu mais do que a vida de um menino de quatro anos.
São três exemplos entre uma série crescente de decisões, todas movidas pelo mesmo princípio. A lei deixou de ser igual para todos e passou a depender do grupo a que pertence o réu. Empresa privada, pune-se. Pais cristãos que educam, pune-se. Mãe omissa diante da morte do filho, perdoa-se. É a revogação da Constituição e das leis em nome da ideologia.
E nada disso acontece num vácuo. Esses casos se somam a um quadro de censura e perseguição política em que a própria oposição ao regime foi criminalizada. O principal líder da direita está preso e inelegível, condenado num verdadeiro show trial. Milhares de pessoas foram censuradas, e centenas, presas. Há brasileiros no exílio por razões políticas. Não está satisfeito com a corrupção endêmica, com o crime organizado tomando conta do país? Fique quieto, ou seja preso. Essa é a realidade desde 2019. Onde o adversário do regime perde a liberdade, não há oposição livre. E onde não há oposição livre, a eleição vira fachada, assim como a própria "democracia".
A outra ferramenta de tomada do patrimônio é a tributação. Aqui o confisco é literal, e ganhou tração inédita no último governo. Em pouco mais de três anos, foram dezenas de aumentos de impostos, num ritmo que chegou a quase um novo tributo a cada 27 dias. A carga tributária bateu o recorde histórico, superando 32% do PIB, e a arrecadação federal alcançou R$ 2,9 trilhões em 2025, a maior da série. A partir de 2026, voltam a ser tributados os dividendos, rompendo uma isenção que vigorava desde 1995. E vêm aí os efeitos da reforma tributária, que elevarão sensivelmente a carga sobre o setor de serviços, justamente o grande motor da economia.
E mesmo arrecadando como nunca, o governo gasta ainda mais. A conta não fecha pela receita, fecha pela dívida. O endividamento público explodiu: a dívida bruta saltou para perto de 79% do PIB, uma alta de quase sete pontos em três anos, e caminha para mais de 83% já em 2026. Só de juros, o Estado torrou cerca de R$ 1 trilhão num único ano, quase 8% de tudo o que o país produz. É esse rio de gasto público e crédito subsidiado que mantém a economia aparentemente aquecida. Na prática, o regime financia a própria popularidade no cartão de crédito, empurrando a fatura para frente. E essa fatura tem nome: inflação, que corrói silenciosamente o poder de compra do trabalhador, e juros nas alturas, que sufocam quem quer produzir. Sufoca-se a livre iniciativa por dentro, sangrando quem produz, enquanto o Estado se endivida para sustentar a ilusão de prosperidade.
A marca central do socialismo é a negação dos direitos individuais fundamentais. A liberdade de expressão, de culto, o direito à propriedade, à livre iniciativa. É a guerra contra a livre iniciativa em todas as suas matizes, supostamente em favor do coletivo, mas, na prática, concentrando poder nas mãos daqueles que se apresentam como líderes das massas "oprimidas". E o socialismo não confisca apenas a liberdade econômica. Confisca também a liberdade política.
Em qualquer sociedade minimamente saudável, cada um desses casos bastaria para provocar uma revolta de grandes proporções. Mas numa sociedade em que boa parte da população já foi inoculada com o vírus mental socialista, a oposição não é suficiente para mudar a trajetória rumo à consolidação de um autoritarismo sem precedentes.
Eu fico vendo jornalistas militantes de esquerda tentando justificar como seria ruim o combate ao crime organizado no Brasil pelos EUA. Alegam que o PCC e CV são casos de soberania nacional, enquanto milhões de brasileiros vivem submetidos a esse poder paralelo.
Quando você ver alguém criticando essa medida, tenta uma certeza: você está diante de um canalha.
Prestem bastante atenção na loucura que está acontecendo diante dos nossos olhos.
A Folha de S. Paulo publicou que o STF e o governo Lula estão estudando alternativas para preservar Moraes após o ministro ser citado pela Trump Media e Rumble no processo que corre na Justiça Federal americana.
Segundo essas fontes, "a avaliação inicial é a de que um magistrado brasileiro não pode responder pessoalmente por decisões proferidas no exercício do cargo, pois o sistema jurídico nacional protege a independência judicial."
Basicamente, o STF vai dizer que Moraes está protegido pela imunidade de magistrado e pela independência funcional, dois princípios corretos e válidos tanto aqui no Brasil quanto nos EUA; por aqui, juiz responde pessoalmente só em casos de dolo e fraude.
Mas tem 2 poréns importantes nessa história.
O primeiro porém é que, em 2010, a Suprema Corte americana decidiu, num caso histórico chamado Samantar v. Yousuf, que indivíduos estrangeiros não possuem imunidade automática nos EUA apenas por terem agido em nome de seus Estados.
Nesse caso, Mohamed Ali Samantar, que foi ministro da Defesa e Primeiro-Ministro durante a ditadura na Somália, foi processado pelas vítimas e seus familiares que haviam sofrido violações de direitos humanos em suas mãos naquele país, como torturas, prisões arbitrárias e massacres.
Samantar alegou que ele estaria protegido pela imunidade garantida a ele pelo Estado soberano da Somália, e portanto ele não poderia ser processado como pessoa física, em seu CPF.
Este é exatamente o mesmo argumento que o STF e Moraes vão usar agora.
A Suprema Corte americana decidiu, de forma unânime, que a imunidade prevista na lei americana era para os Estados estrangeiros e não para pessoas físicas, e que a imunidade de funcionários estrangeiros deve ser analisada caso a caso de acordo com os princípios do common law americano (direito consuetudinário) e com as recomendações de política externa do Departamento de Estado dos EUA, que pode conceder imunidade a funcionários estrangeiros.
Só que quem comanda o Departamento de Estado hoje é Marco Rubio, crítico feroz de Moraes, e uma das autoras da ação é justamente a Trump Media. A chance de Moraes receber essa imunidade de Rubio é muito pequena, para não dizer nula.
Ou seja: funcionários estrangeiros não têm imunidade automática e podem responder por violações de direitos humanos nos EUA, e no caso do processo contra Moraes, o direito humano protegido é justamente a liberdade de expressão, garantida pela Primeira Emenda da Constituição americana.
Há uma grande chance, portanto, de o argumento do STF na defesa de Moraes não prosperar na corte da Flórida.
O segundo porém é o que mostra a hipocrisia, o duplo padrão e a contradição gigantescas do STF: Alexandre de Moraes já mandou INVESTIGAR ADMINISTRATIVA e CRIMINALMENTE pelo menos 2 juízes por atos jurisdicionais deles durante o exercício do cargo, exatamente a mesma situação em que Moraes se encontra agora.
O primeiro caso foi o do juiz federal que condenou a União a indenizar em R$ 20 mil o ex-deputado paranaense Homero Marchese, vítima dos abusos judiciais de Moraes; Moraes cassou a decisão e ordenou uma investigação sobre o juiz: https://t.co/tJ9zDoKmfZ
O segundo caso foi o do juiz de Minas Gerais que mandou soltar um dos presos do 8 de janeiro: Moraes chegou a ordenar uma investigação criminal contra o juiz, que foi ouvido, amedrontado, pela PF: https://t.co/rM2iZXdCq5
Ou seja: o STF e Moraes invocam, agora, uma proteção constitucional legítima e que existe mas que eles negam para os outros: vale só pra eles. Quando é um juiz abaixo dele que faz algo que ele não gosta, não tem imunidade e nem independência funcional; quando é Moraes o alvo da medida judicial nos EUA, agora ele está protegido e não pode ser questionado.
E tem, é claro, o meu próprio caso: o STF, contra seus próprios precedentes, manteve a condenação do STJ contra mim para pagar mais de R$ 140 mil para Lula por conta do powerpoint, mesmo eu tendo apresentado a denúncia durante o exercício do cargo e existindo leis e jurisprudência que proibiam que eu fosse punido na pessoa física, já que a União era quem deveria responder no meu lugar.
A desfaçatez do Supremo e do governo Lula na defesa incondicional de Moraes e de seus abusos não conhece nenhum limite, nem mesmo o do cinismo, da hipocrisia, do vexame e da vergonha alheia.
https://t.co/bunXIOjs4X
Nenhuma vacina contra o HIV após 40 anos de pesquisa
Nenhuma vacina contra o câncer após mais de 100 anos de pesquisa
Nenhuma vacina contra o resfriado comum
E, no entanto, um vírus surge misteriosamente e, em menos de 12 meses, quatro empresas farmacêuticas descobrem uma "vacina", tudo em apenas uma semana.
🚨🐂 🇪🇸/ TOUREIRO ABANDONA ARENA APÓS ENCARAR TOURO NOS OLHOS Durante uma tourada que acontecia diante de uma multidão, o toureiro Álvaro Munero surpreendeu o público ao interromper a apresentação e se afasta do animal no meio da arena. Segundo relatos que circulam nas redes sociais, o momento aconteceu após ele encarar o touro e afirmar que não viu raiva no animal, mas medo e vontade de sobreviver. A experiência teria provocado uma forte mudança emocional em sua vida. Após o episódio, Munero decidiu abandonar definitivamente as touradas. A história viralizou mundialmente e passou a ser compartilhada como símbolo de reflexão sobre o tratamento dado aos animais em espetáculos. 📲 O caso segue dividindo opiniões na internet entre tradição cultural e defesa animal.
🗣️ E você, o que pensa sobre as touradas?
▶️ via: / @noticiasdoprimavera
🤳 Reprodução / https://t.co/D2K2CMyLdf
#espanha #tourada #reflexão
NOTA OFICIAL
513 deputados. 81 senadores. Eleitos pelo povo brasileiro para representá-lo. O povo falou pelo Congresso.
Hoje, um único homem, não eleito, sem mandato e com interesse direto na causa, apagou isso com uma caneta.
Chama-se democracia representativa quando o povo governa por meio de seus eleitos.
Chama-se outra coisa quando um juiz governa sozinho acima de todos.
A decisão monocrática do ministro Moraes não suspendeu apenas uma lei. Suspendeu a vontade popular.
Cabe à Câmara reagir com firmeza e aprovar, com urgência, a PEC contra decisões monocráticas que suspendam leis aprovadas pelo Congresso.
E cabe ao povo eleger representantes corajosos para promover uma verdadeira e saneadora reforma do Judiciário em 2027.
Rogério Marinho
Líder da Oposição no Senado
Você não lerá essa matéria na mídia progressista. Não estará na CNN ou GloboNews. Sobre a emergência climática e as políticas loucas adotadas para evitar o cenário apocalíptico desenhado, tudo não passou de uma grande mentira de programação. O painel climático da ONU agora admite que aqueles cenários apocalípticos que moldaram as políticas de descarbonização eram “implausíveis”.
“"O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) acaba de publicar a próxima geração de cenários climáticos", escreveu o analista de políticas científicas Roger Pielke Jr., chamando-o de "grande notícia" que "eliminou os cenários mais extremos que dominaram a pesquisa climática em grande parte das últimas décadas".
A conclusão foi inequívoca. "O IPCC e a comunidade de pesquisa mais ampla admitiram agora que os cenários que dominaram a pesquisa, avaliação e política climática durante os dois últimos ciclos do processo de avaliação do IPCC são implausíveis. Eles descrevem futuros impossíveis."
Esses "futuros impossíveis" formaram a espinha dorsal de mais de uma década de mensagens climáticas apocalípticas - derretimento de calotos, costas submersas, extinções em massa, falhas generalizadas de colheitas e fome global, sempre ao virar da esquina, sempre exigindo uma ação imediata e de remodelação econômica para evitar uma catástrofe que, agora acontece que a comunidade científica subjacente havia designado para uma categoria mais próxima da ficção científica do que a projeção.”
https://t.co/mzuVGDyBGN
“Se Trump tentou interferir nas eleições brasileiras, ele perdeu, porque eu ganhei as eleições”, diz Lula.
Lula só esqueceu que Trump não era presidente dos EUA e sim Joe Biden e o próprio ex-ministro Barroso fala que EUA ajudou nas eleições de 2022.
Nem a maior pandemia em 100 anos somada a pior crise hídrica em 90 anos e a maior guerra europeia em 75 anos conseguiram causar tanto dano às contas públicas quanto o PT.
O verdadeiro teste por trás da sabatina de Messias
Enquanto escrevo, o Senado sabatina o advogado-geral da União, Jorge Messias — o "Bessias" — para a vaga deixada por Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal. Em condições normais de pressão e temperatura, seria mais um rito protocolar: para encontrar a última rejeição de um indicado ao STF, é preciso recuar até 1894, governo Floriano Peixoto. Em 132 anos, nenhum nome enviado pelo Executivo foi barrado pelo Senado.
Só que nós não vivemos em condições normais.
O que está em jogo nesta votação não é o currículo de Messias, nem mesmo as supostas convicções religiosas que ele exibe — entre lágrimas — diante dos senadores. O que está em jogo é o tamanho do racha dentro da estrutura de poder que governa o Brasil, e o quanto ela está disposta a continuar fingindo unidade.
A coalizão que sustenta o regime
Faz tempo que o arranjo de poder no Brasil é sustentado por dois grupos que cooperam por conveniência. De um lado, a esquerda comandada pelo PT — que já não esconde o seu projeto bolivariano, de hegemonia totalitária no estilo chavista. De outro, o velho centrão, expressão acabada do estamento burocrático que Faoro descreveu: a oligarquia política que está no poder desde sempre, e que enxerga o Estado como espólio a ser dividido.
Esses dois grupos não confiam um no outro. O PT gostaria de ter o poder para si, sem dividir. O centrão sabe disso, e sabe também que a maior parte dele seria perseguida — ou pelo menos marginalizada — se o projeto petista chegasse ao seu ponto final. Mesmo assim, eles cooperam. Porque ambos precisam de BLINDAGEM.
Vale lembrar o que aconteceu na última vez em que o estamento foi confrontado por um movimento de fora. A Lava Jato expôs a podridão sistêmica do arranjo, e parte do centrão tentou colocar Geraldo Alckmin na Presidência para devolver o controle ao teatro das tesouras. Não deu certo. Veio Bolsonaro.
A partir daí, o sistema se mobilizou para se proteger da revolta popular: condenou Lula, depois o descondenou, junto com integrantes do próprio centrão; e elegeu o Supremo como instrumento central da operação, e da repressão brutal a qualquer oposição. O preço foi alto, mas o sistema sobreviveu.
O racha de 2026
O que mudou nos últimos meses é que parte do centrão começou a perceber que a concentração de poder no Supremo passou do ponto. O PT já emplacou Cristiano Zanin — seu ex-advogado pessoal —, Flávio Dino — seu ex-ministro da Justiça —, e agora tenta emplacar Messias, seu AGU. Três indicados de Lula apenas na Primeira Turma. Some-se a isso o protagonismo de Moraes, e sua aproximação ao PT, apesar do seu DNA tucano.
Não é coincidência que, justamente agora, a imprensa — incluindo a própria Globo — tenha resolvido tornar pública a podridão do escândalo do Banco Master, com revelações gravíssimas envolvendo Toffoli e Moraes (via contrato de R$ 129 milhões do banco com o escritório de sua esposa Viviane Barci). Sem o racha interno, a história continuaria enterrada.
A votação de Messias é o termômetro. Se ele for confirmado, o recado é claro: apesar das divergências, o establishment segue coeso, e teremos mais concentração de poder, mais censura e mais perseguição até as eleições. Se for rejeitado — cenário ainda improvável, mas não impossível —, teremos a sinalização de uma fratura mais profunda, abrindo espaço para uma nova dinâmica eleitoral em outubro.
A perseguição em operação
Quem ainda duvida do que está em jogo, basta olhar para os últimos dois dias.
Ontem, 28 de abril, a Primeira Turma do Supremo— sob relatoria de Flávio Dino, com voto unânime de Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia — tornou réu o deputado Gustavo Gayer (PL-GO) por uma postagem nas redes sociais. Gayer é pré-candidato ao Senado por Goiás.
Ontem também, a Procuradoria-Geral da República notificou o deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) sobre denúncia ao Supremo — pelo conteúdo de um discurso feito na tribuna da Câmara, em que ele criticou um delegado da Polícia Federal. Van Hattem é pré-candidato ao Senado pelo Rio Grande do Sul.
Coincidência? Não existe coincidência num processo eleitoral em que a oposição precisa eleger senadores comprometidos com o impeachment de ministros, e os ministros sabem perfeitamente disso.
A lista é longa. Flávio Bolsonaro virou alvo de inquérito aberto por Moraes pela postagem que associou Lula ao Foro de São Paulo. Romeu Zema, pré-candidato à Presidência, recebeu notícia-crime de Gilmar Mendes por publicar vídeos de fantoches satirizando os ministros — e foi alvo, na sequência, de comentários homofóbicos do decano em entrevista ao Metrópoles.
Em Presidente Prudente, na segunda-feira, agentes da Polícia Federal foram à porta de um cidadão pedir que ele retirasse uma faixa com a palavra "ladrão" pendurada na varanda do próprio apartamento — antes de uma agenda oficial do governo. A faixa nem sequer mencionava o nome de Lula.
O Bessias e o que vem depois
E não acreditem, nem por um segundo, na narrativa do "Messias evangélico paz e amor". Tudo o que ele demonstrou à frente da AGU aponta no sentido contrário. Foi a AGU sob o seu comando que defendeu a censura, pediu a remoção de postagens, assinou pareceres extrapolando suas próprias prerrogativas para perseguir opositores. Foi a AGU de Messias que se posicionou contra a resolução do Conselho Federal de Medicina sobre assistolia fetal acima de 22 semanas — o que, aliás, é o ponto mais citado pelos próprios senadores evangélicos contrários à indicação.
Pelo que ele já demonstrou, há razão de sobra para acreditar que será PIOR do que o próprio Moraes em termos de censura e perseguição política. Com o agravante de carregar o verniz da fé — útil para acalmar parte da base evangélica enquanto opera o que sempre operou.
O Senado decide hoje. O Brasil sofer os efeitos amanhã. E quem ainda confunde Messias com "mais um evangélico no Supremo" está confundindo verniz com substância. Vai descobrir, na pele, qual é a diferença.
Cristina Fernández de Kirchner tenía 111 inmuebles, Maduro $800 millones de dólares en un banco suizo, Chávez tenía 17 fincas y dejó 4 mil millones de dólares de herencia, Castro tenía $900 millones de dólares.
Todos hablaban de "justicia social" y combatir el capital.
Pela primeira vez Gilmar Mendes é confrontado em uma entrevista, e o resultado, na minha percepção, é que ele piorou bastante a situação do tribunal.
Foi desmentido em diversos pontos e colocado contra a parede em outros. A resposta parecia ser sempre: "Ah, mas nao é só a gente" ou então "isso é um problema interno da corte".
Tentou atacar a imprensa e no final das contas perdeu a imagem de "decano mega empoderado" para um "bobão que tenta repassar ao coleguinha a responsabilidade".
Assistam a entrevista completa, vale muito a pena.
PARA KAZANMAK İSTEYENLERE SESLENİYORUM
Jim Simons’ın MIT’de verdiği bu 1 saatlik ders, Wall Street’te 10 yılda öğrenemeyeceğin şeyleri sana sadece 1 saatte anlatıyor.
Bu adam 1988–2018 arası yıllık %66 getiri sağladı.
Warren Buffett bile bu seviyeye yaklaşamadı.
Zamanın yoksa kaydet.
Boş içerik tüketmek yerine, bu derse 1 saat ayır.
Thank you, Mr. President!
You have truly been a strong,
clear and courageous ally the
kind of leadership & bravery that
many so-called “great powers”
sadly lack today !
Warmest regards and respect
from the UAE 🇦🇪 God bless you..
Hoje, um dia para olhar a insanidade da presidência de Trump. É algo tão avassalador que tenho pena dos seus críticos. Criticam por ser estridente, criticam-no por dizer o que pensa, criticam-no até por suas virtudes. E ele não cede, não concede. E vence.
Ao dia de hoje, de tirar o fôlego:
• O Irã concordou em suspender todo o seu programa nuclear — indefinidamente..
• O Irã concordou em nunca fechar o Estreito de Ormuz novamente.
• Nada de repetir os erros estúpidos de Obama: zero dólares para o Irã e nenhum fundo descongelado.
• O bloqueio naval dos EUA ao Irã permanece até que o acordo final seja assinado.
• Trump ordenou publicamente a Israel que parasse de bombardear o Líbano — usou a palavra PROIBIDO em maiúsculas..
• Netanyahu foi ao vivo na TV e admitiu que estava agindo a pedido dos EUA.
• O Ministro da Defesa de Israel Katz quis ser machão e foi derrubado em poucas horas após dizer que as operações no Líbano "ainda não foram concluídas".
• Um cessar-fogo de 10 dias entre Israel e Líbano entrou em vigor durante a noite: civis libaneses deslocados começaram a caminhar de volta para suas vilas.
• O petróleo caiu 12% em minutos; as ações globais dispararam.
• O Ministro das Relações Exteriores do Irã declarou o Estreito de Ormuz "completamente aberto" — primeira vez desde 27 de março.
Sim, tudo isso HOJE.
Fonte: @USronaldcarter
🚨🚨🚨
شكراً فخامة الرئيس ترامب
السؤال اليوم ليس من بدأ المواجهة… بل من أوقف الخطر قبل أن يكبر.
1- شكراً فخامة الرئيس ترامب… لأنك فهمت ما تجاهله كثيرون لسنوات، أن الخطر الإيراني لم يكن نظرياً ولا إعلامياً، بل صواريخ تُصنع، ومسيرات تُخزن، وخلايا تُزرع، ومشروع توسع ينتظر لحظة الانقضاض.
2- شكراً لأنك لم تنخدع بشعارات السلام التي كانت تُرفع نهاراً، بينما تُشحن الأسلحة ليلاً إلى الحشد الشعبي وحزب الله والميليشيات العابرة للحدود.
3- شكراً لأنك أدركت أن كل يوم تأخير لم يكن يوماً للتهدئة… بل يوماً إضافياً في مصانع الصواريخ، ويوماً جديداً في تخصيب اليورانيوم، ويوماً آخر في تدريب الوكلاء.
4- شكراً لأنك قرأت تاريخ المنطقة جيداً، وعرفت أن من فجّر السفارات، وخطف الطائرات، وهدد الملاحة، وضرب المنشآت النفطية، لا يردعه بيان شجب ولا ابتسامة دبلوماسية.
5- شكراً لأنك عرفت أن أمن الخليج ليس شأناً محلياً فقط، بل ركيزة من ركائز استقرار الاقتصاد العالمي، وأن استهداف الرياض أو أبوظبي أو الكويت أو المنامة أو الدوحة هو استهداف للطاقة والتجارة والأسواق حول العالم.
6- شكراً لأنك لم تنتظر حتى تصبح إيران قوة نووية تفرض شروطها على الجميع، ثم يصبح ردعها أكثر كلفة وأشد خطراً.
7- شكراً لأنك فرّقت بين الشعب الإيراني الكريم، الذي يستحق الحياة والازدهار، وبين النظام الذي أنفق ثرواته على الميليشيات بدلاً من المدارس والمستشفيات.
8- شكراً لأنك كشفت زيف ما يسمى محور المقاومة، الذي رفع الشعارات لعقود، بينما كانت بنادقه تُوجه إلى العواصم العربية أكثر مما توجه إلى أعدائه المعلنين.
9- شكراً لأنك أثبتّ أن الحزم أحياناً هو الطريق الأقصر إلى السلام، وأن التردد الطويل قد يصنع حرباً أكبر في المستقبل.
10- شكراً لأنك منحت شعوب المنطقة أملاً بأن زمن الابتزاز بالصواريخ والطائرات المسيّرة ليس قدراً أبدياً.
11- شكراً لأنك قلت بلغة القوة ما عجزت عنه سنوات من المفاوضات العقيمة: أن أمن الدول الحليفة وسيادتها خطوط حمراء.
12- شكراً لأنك أرسلت رسالة واضحة لكل من يفكر بتهديد جيرانه، أن العالم قد يصبر… لكنه لا ينسى.
13- شكراً لأنك وقفت مع حلفائك عندما احتاجوا للموقف، لا للكلمات.
14- شكراً لأنك فهمت أن الاستقرار لا يصنعه من يموّل الفوضى، بل من يردعها.
15- وشكراً أخيراً… لأنك جعلت كثيرين يراجعون حساباتهم، ويدركون أن زمن العبث قد يطول… لكنه لا يدوم.
أما نحن في الخليج… فنريد سلاماً حقيقياً، سلام الدول لا سلام الميليشيات، وسلام التنمية لا سلام الخوف، وسلام المستقبل لا سلام الشعارات.
الدكتور منصور المالك
Para @gugachacra e @lsantanna, nossos analistas que estão errando tudo na Guerra do Irã: a vitória de Trump é acachapante: agora os democratas se encontram em uma posição extremamente desfavorável.
Os preços da gasolina estão caindo, o mercado de ações está se recuperando de modo recorde, o comércio global de energia está sob controle americano. E apenas Trump pode e vai levar todo o crédito e as imagens positivas rumo às eleições de meio de mandato.
Não houve uma “guerra eterna” e Trump provou que é um estrategista muito superior a qualquer um de seus antecessores: sabe o que está fazendo, e todos os críticos, como vocês, não têm base alguma para sustentar todas as análises sem sentido que fizeram.
Trump acabou de provar que tem um plano, que está pensando vários passos à frente, e que há um cronograma, como ele havia dito. E vocês acham realmente que Trump não levou em conta as eleições de meio de mandato ao construir esse cronograma?
Claro que levou. Ele cronometrou esse movimento para o máximo efeito. Mais imagens positivas por vir. Quando novembro chegar, ele estará no auge.
Fonte: @WarClandestine