@canalpremiere Que desgosto chegar em casa para assistir ao jogo do meu time e ter de ouvir uma narradora fraca e irritante. Tá cheio de futebol feminino para narrar
O princípio da autodeterminação dos povos, consagrado na Carta da ONU (art. 1º) e em declarações como a de 1970, garante que povos decidam livremente seu status político, econômico e cultural, sem interferência externa. Divide-se em externa (independência de dominação estrangeira) e interna (governo representativo da vontade popular).
Quanto à compatibilidade com regimes ditatoriais: em teoria, é possível se o regime for escolhido livremente pelo povo. No entanto, ditaduras frequentemente violam a autodeterminação interna ao suprimir liberdades, eleições e direitos humanos, impedindo a expressão genuína da vontade coletiva. Fontes como a ONU e a Corte Internacional de Justiça enfatizam que a autodeterminação requer processos democráticos para ser efetiva, tornando regimes opressores incompatíveis na prática, pois negam o direito à participação política. Exemplos históricos, como colônias pós-II Guerra, priorizam soberania com respeito a direitos fundamentais.
Curioso assistir ao ataque de pelancas da turma do “totalitarismo do bem”, contra o parcial retorno da liberdade de expressão nas redes. Há os manipuladores, que perderam o monopólio da narrativa, e os que já tiveram sua lógica cognitiva irremediavelmente prejudicada
@SaoPauloFC A adidas não entregou o merecido ao SPFC. Mas tb não houve real interesse em resolver os problemas. Muito pq se alimenta a ilusão de uma marca que dê atenção exclusiva.
Dispensaram a maior fornecedora de futebol no mundo por quererem uma Reebok, mas podem acabar com outra UA
@baudaimprensa Não tem ninguém certo nessa contenda. O jornalismo esportivo de forma geral está mesmo insuportável, assim como o Trajano também sempre foi. Somente estilos diferentes