Falando de Doutrina Monroe desde o início do ano, antes mesmo da posse de Trump, tanto no podcast quanto nas colunas do Estadão
Teve gente chamando de exagero, de "esquerdismo", de visão ultrapassada, até de cafona
Departamento de Estado dos EUA hoje, pra não deixar dúvidas:
Soy lo suficientemente vieja para recordar que en 2003 se podía estar en contra de la intervención estadounidense en Iraq sin que eso te convirtiera en fan de Saddam Hussein
Escrever à mão te faz aprender mais do que digitar.
O movimento fino da escrita ajuda o cérebro a criar representações mais ricas das letras, fortalecendo aprendizado e memória.
Digitar registra num dispositivo.
Escrever fixa na mente.
Vamos começar o ano cuidando da alimentação pra todo mundo ficar bem inteligente e não sair por aí defendendo ataque militar que viola a soberania nacional
Sofremos com um delírio quase infantil em torno dos Estados Unidos como se fossem o norte moral da civilização. Vende-se a imagem de um país preocupado com a democracia no mundo, quando a história não registra exatamente isso. Ainda assim, parte dos brasileiros comemora o ataque à Venezuela como se o uso da força por uma potência estrangeira fosse um gesto nobre. Maduro é um ditador, isso é fato. Mas a substituição do Direito Internacional por bombardeios, sequestros e imposições militares não produz liberdade, mas dominação. Hoje é a Venezuela. Amanhã, qualquer outro território que tenha riquezas estratégicas, petróleo, minérios, água, biodiversidade. O mais grave é ver isso ser celebrado em nome de um patriotismo vazio, que ignora o significado real de pátria, território e soberania. Não há patriotismo em torcer para que o continente volte à condição de quintal geopolítico de potências estrangeiras. Ainda precisamos amadurecer como nação. Compreender que soberania é a proteção concreta do próprio futuro.
Ahí va nuestra carta para los reyes magos. No son todos los que están, ni están todos los que son.
¿Cuál es tu regalo más esperado?
Feliz mágica noche 💫
"Se Trump realmente quisesse combater o tráfico de drogas, teria que ir ao Equador, de onde são exportados 70% da cocaína mundial, e olhar para o próprio presidente que é dono de empresa envolvida com cocaína."
Delcy Rodríguez mandando a p1ca pra frente👍
Desde 1953, América Latina y el Caribe han sido laboratorio de golpes de Estado con intervención directa o indirecta de Estados Unidos. Guatemala, Brasil, Chile, Argentina, Panamá, Haití, Honduras, Bolivia, Venezuela…
Cambian los métodos (CIA, sanciones, bloqueos, lawfare, financiación opositora), cambia el discurso (“democracia”, “estabilidad”, “seguridad”), pero el objetivo siempre es el mismo: castigar cualquier proyecto que se salga del guion económico y geopolítico de Washington.
La doctrina Monroe no fue una frase.
Fue un manual.
Y sigue en uso.
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