O Flávio é um corrupto, idiota e vira-lata, sem dúvidas, mas ele não chega aos pés do Lula e do PT.
Além disso, você ainda consegue encontrar coisas boas no bolsonarismo, como a defesa dos valores tradicionais e do combate à criminalidade.
Por isso, meu voto vai ser 22!
Adolf Hitler’s historic “Eagle’s Nest” retreat in Bavaria, Germany, has been engulfed in flames.
German police have detained a suspect as authorities investigate possible arson.
No injuries have been reported, and the extent of the damage remains unclear.
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Flávio Bolsonaro fechou ontem com chave de ouro a campanha presidencial mais bonita e equilibrada que eu já vi.
Lula fez a mais vil. Uma campanha toda baseada em mentiras, explorando morte de criança, fomentando ódio, pânico e histeria.
NUNCA FOI TÃO FÁCIL ESCOLHER!
É 22.
Desafio aceito. Provas de doutrinação ideológica não faltam, uma inclusive bem recente. Negar isso enquanto a realidade mostra algo totalmente diferente é patético.
Pra ele não é interferência ter um exército de ONGs estrangeiras no governo impondo barreiras para o nosso desenvolvimento e difundindo um monte de agendas deletérias aos valores do povo e da sociedade.
O quanto que esse velho maluco regrediu cognitivamente é impressionante.
🚨🇧🇷 Robinson Farinazzo, dono do canal Arte da Guerra, declara apoio a Lula no 2° turno das eleições.
Ele afirma que existe um risco de interferência americana no Brasil com a vitória de Flávio Bolsonaro.
O q aconteceu no último governo Lula:
Acordo neocolonial com a UE q prevê sanções ambientais ao Brasil (inclusive já aplicadas).
Lucro financista recorde, juros estratosféricos.
País dominado pelo crime.
Recorde de empresas em recuperação judicial e endividamento. +
OS LIMITES DO UDENISMO À DIREITA E À ESQUERDA, ou: como a nova direita desaguou em Flávio Bolsonaro
"Uma péssima notícia para os udenistas: Flávio Bolsonaro é a Alerj no poder."
Não deixa de ser engraçado ver a direita tão mobilizada para eleger Flávio Bolsonaro. Esse campo ressurgiu em 2014/15 carregando o mesmo "udenismo" de décadas passadas: um forte sentimento moralista e anti-corrupção contra políticos cleptomaníacos entricheirados no Estado.
O udenismo é o elo que amarrava a velha e a nova direita, um veículo permanente do inconformismo tanto da classe média tradicional quanto de uma classe média surgida da industrialização.
Se formos mais a fundo, o udenismo atravessa também outros campos políticos: o próprio PT se baseava nesse pathos. Nos anos 1980 e 1990, a legenda cresceu com o discurso da ética na política, da mudança de práticas, do partido de trabalhadores não só limpo como militante contra as chagas de uma elite patrimonialista. A leitura petista trazia as marcas da sociologia de Raimundo Faoro.
O petismo se desvencilhou do udenismo por conta dos escândalos do primeiro mandato de Lula. O Mensalão jogou por terra a imagem do "partido da ética", e a turma da estrelinha nunca mais recuperou a aura. Eles perderam o apoio da classe média udenista com culpa burguesa [uma fatia esquerdista da classe média], do proletariado ascendente, e adquiriu feições muito mais populistas, outra ironia histórica.
Voltando à direita, o lavajatismo nada mais era que um udenismo de toga, herdeiro de certa postura 'tenentista'. Não há símbolo maior dessa ala do que espíritas [kardecistas] acreditando que Sérgio Moro era reencarnação de Emanuel.
Acontece que o udenismo não é a totalidade da direita, e é mais eficiente para destruir estruturas e desestabilizar governos do que para se consolidar de forma programática e propositiva. É muito difícil ao udenismo sobreviver à experiência do poder, que é sempre realizada em adequação com elites que são a coluna vertebral das hierarquias sociais, e com instituições seculares que são os fundamentos da nação organizada.
Se é possível evocar dois outros símbolos da insuficiência do udenismo, lembremos de Jânio Quadros e Collor. O primeiro era a "vassourinha" que limparia o Brasil da roubalheira e das imoralidades, fosse criando o ponto para funcionários públicos ou proibindo biquínis nas praias. Durou meses no poder, e foi tão exótico e delirante que hoje ficamos surpresos com o tamanho do mito criado em torno de algo com tão pouca substância, como era o político Jânio Quadros.
Já Fernando Collor trazia outras marcas. Era herdeiro de uma antiga oligarquia política, e um dos grandes oradores do país. Existia algo de messiânico em torno de sua figura, trabalhada nos detalhes para ser misto de juventude, heroísmo, coragem. Collor era o "caçador de marajás" e o ungido do então "todo poderoso" Roberto Marinho. Mas não teria vicejado caso não tivesse uma verve populista vibrante. Obviamente, seu governo se esfacelou por falta de base parlamentar, o mesmo problema que angustiava Jânio e o levou à tentativa de um golpe bonapartista.
O udenismo não é páreo para o populismo. Uso este último termo de forma técnica, e não pejorativa, me referindo a lideranças carismáticas que mobilizam as massas em torno de uma abordagem maniqueísta da sociedade e encarnam pessoalmente todo uma confluência de elementos da cultura e história política das classes que representam.
O udenismo pode até se associar ao populismo, mas não sobrevive contra ele, uma lição que a realidade ensinou ao PT -- e quem não se deixou convencer abandonou o barco em prol de novos purismos [o PSOL, por exemplo]. O partido da estrelinha há tempos gravita em torno do fenômeno populista do lulismo.
Pois bem, a nova direita, que nasceu impulsionada pela udenismo, mergulhou no bolsonarismo. Jair nunca foi um personagem udenista, ele é membro do baixo clero, e construiu sua carreira como um tipo de 'sindicalista' ou representante corporativo dos baixos escalões do Exército. Era o sujeito que defendia os direitos e as remunerações de cabos, sargentos e tenentes, que até os anos 1990 eram muito baixas.
Mas os udenistas se abraçaram a Jair na tentativa de influenciá-lo. Não foram os únicos, os generais-políticos, os intervencionistas, as olavetes, e até mesmo Paulo Guedes imaginaram a mesma coisa. Depositaram as fichas em um fenômeno muito antigo da política brasileira, representado por uma personagem oriundo do velho nacionalismo anti-trabalhista do regime civil militar.
E aí chegamos a Flávio, que entrou na política por inspiração do pai, e reproduzindo o mesmíssimo viés ideológico, mas com temperamento e carreira muito distintas. Flávio é não só um homem marcadamente do "centrão", e herdeiro de uma nova oligarquia política, como alavancou seu eleitorado em torno das polícias militares, especialmente o fenômeno das milícias no Rio de Janeiro.
Jair Bolsonaro não é, ele próprio, oriundo desse círculo. Podemos até vinculá-lo aos porões do regime civil-militar, toda aquela podridão que fazia cm que escalões médios das Forças Armadas chamassem Ustra, um torturador de mulheres, de ''heroi anticomunista". Mas a carreira partidária de Bolsonaro se fundamentava nos votos de militares subalternos: era um voto corporativista, de representação de categoria, obedecendo a uma lógica econômica e marcadamente de "classe profissional". Não era voto ideológico, ainda que o pouco apreço de Bolsonaro pelo regime democrático fosse conhecido desde seu primeiro mandato em Brasília.
A proximidade do bolsonarismo com o fenômeno rasteiro, criminoso e degradante das milícias vem a partir da ascensão de Flávio. Este sim um parlamentar sem biografia no Exército, mas que surfou o caos de segurança pública fluminense durante os anos de Sérgio Cabral.
Flávio conquista a vaga de deputado estadual na mesma eleição que entregou o primeiro mandato de Presidente a Lula. Foi carregado para a Alerj pelo nome do pai, muito forte entre ativos e inativos do Exército: a cidade do Rio de Janeiro concentra um quarto dos militares do Exército de todo o país. Mas elaborou uma estratégia de "complementaridade" do legado familiar, investindo na construção de uma base eleitoral entre as polícias. Vem daí suas iniciativas de condecoração de Adriano da Nóbrega e sua aproximação com o que mais tarde se tornou o submundo das milícias cariocas.
Não significa que Flávio seja ele próprio miliciano, óbvio que não, e sim que se tornou representante de uma categoria de segurança fortemente corrompida pelo fenômeno das milícias, com os quais ele tentou compactuar durante seus três primeiros mandatos, e para os quais arrastou em certa medida o pai.
Ainda que Flávio tenha afastado sua imagem desse meio, principalmente depois que Jair alcançou projeção nacional como aríete do antipetismo e do anti-identitarismo, esse passado está marcado em sua testa, e é boa parte de sua biografia político-eleitoral. Além disso, ele é também o sujeito dos "pequenos esquemas", dos "rolos" típicos da Alerj e do baixo clero do Centrão. Não há qualquer coluna vertebral ideológica própria que não seja parasitismo do carisma muito mais genuíno do pai.
Sérgio Moro e Deltan Dallagnol apoiam Flávio Bolsonaro para Presidente. No caso, é por sobrevivência política e hipocrisia óbvia, pois é impossível que eles não saibam quem é Flávio, o menos ideológico e mais carreirista dos filhos de Bolsonaro.
Mas e o eleitorado udenista? Talvez esteja fazendo como o eleitor intervencionista, ou mesmo o liberal. Quieto, algo envergonhado, constrangido: e ainda assim cravando 22 nas urnas por conta do antipetismo.
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Eduarda Campopiano não é só uma católica romana com tendências conservadoras. Ela tem viés nitidamente reacionário, com pitadas direitistas típicas do olavetismo.
Mas ela é uma jovem de 23 anos, que pode ficar nisso daí, ou amadurecer rumo a um conservadorismo romano mais sólido e fundamentado, e mais inteirado sobre os nuances do Brasil fora do interior paulista e dos debates de rede social.
É imensamente mais provável esperar algo que preste de Campopiano ou Júlia Castro do que fantasiar que o Janjismo cultural de Erika Hilton e dessa figura asquerosa do André Janones são "patriotas".
Mil vezes Josias Teófilo e Newton Cannito no cenário cultural do que Lilian Schwartz dizendo que a mestiçagem brasileira é fruto de estupro.
De Campopiano é possível esperar algum amadurecimento [pode vir ou não]. De Ana Elisa só se pode esperar destruição, corrupção, e ódio ao Brasil.
Muito mais importante que a questão das terras raras, se quisermos garantir qualquer forma de soberania política, é o combate à favelização territorial e cultural. Nem Lula nem Bolsonaro farão qualquer esforço para enfrentar o problema, pois ambos se beneficiam dele.
Muita gente me acompanha porque tenho agendas muito próximas da esquerda. Sou contrário ao capitalismo, à sociedade de mercado e ao liberalismo. Defendo distribuição de propriedade, democracia social, Trabalhismo, e o combate ao imperialismo.
Mas eu sou de direita. Sou conservador raiz, que defende uma Ordem Natural, hierarquias, instituições tradicionais, as raízes espirituais da nossa cultura, sou monarquista, admiro o Estado Novo, e abomino o progressismo.
Sempre que vejo um esquerdista concordando comigo, penso cá comigo com meus botões, parafraseando o ínclito Nelson Rodrigues: "será que ele não percebe que sou a encarnação abominável da direita?"
🚨🇧🇷 ATENÇÃO: Aldo Rebelo é cotado para o Ministério do Meio Ambiente, caso Flávio Bolsonaro seja eleito. A ideia é colocá-lo em um cargo de liderança, de execução operacional.
O ex-ministro e o presidenciável se encontraram hoje em São Paulo.
In 1974, Philippe Petit did the unthinkable.
He secretly rigged a cable between the unfinished Twin Towers and walked across it, more than 1,300 feet above NYC, without a safety harness.
He was arrested shortly afterward.
The original photographs are extraordinary. His stunt was later featured in the documentary Man on Wire.
Did anyone actually witness this in person?
"Se você não se posicionar, vou derrubar sua música."
Ou seja: ou o cantor declara voto no candidato deles, ou sofre cancelamento e perde o trabalho. Isso é exatamente o que eles dizem combater: FASCISMO.
Toda solidariedade ao João Gomes. 🤝