A decisão do presidente do Vasco não prejudica apenas o clube que ele lidera. Vai muito além disso. O impacto dessa escolha afeta diretamente o Rio de Janeiro como um todo, minando um dos últimos resquícios de convivência pacífica entre torcidas no futebol brasileiro.
O Vasco, ao insistir nesse tipo de manobra, não só abre mão de receitas financeiras significativas, mas também presta um grande desserviço à cidade. Em um cenário nacional onde a violência nos estádios e no seu entorno cresce de forma alarmante, o Rio de Janeiro ainda consegue manter viva a tradição da torcida mista, algo que já foi extinto em outros grandes centros do país. Não sem dificuldades, é verdade. Mas conseguiu.
Ao propor torcida única, o presidente do Vasco transmite uma mensagem perigosa às autoridades, ao Ministério Público, à Justiça e às forças de segurança: a de que o Rio deve seguir o mesmo caminho de outras cidades e adotar a segregação como solução. Mas todos sabemos que esse não é o caminho. Torcida única não é um remédio, é a confissão de um fracasso. E esse fracasso não pode ser naturalizado.
O futebol carioca, com toda a sua história, sua cultura e sua importância no cenário nacional, não pode se render a essa lógica excludente. Preservar a festa das arquibancadas, com as cores e a paixão dos dois lados, não é apenas uma questão esportiva. É uma questão de identidade do Rio de Janeiro.
Bruno Henrique deveria ter sido expulso aos 29 minutos. Já tinha amarelo e deu essa cotovelada aí no rosto do João Victor.
Bruno Henrique estava impedido no lance do gol. Mesmo com a linha grossa ele ainda aparece à frente. Uma falha inacreditável do VAR.
ANOTA NA AGENDA! 🗓️
A FIA divulgou os horários (hora de Brasília) dos GPs da temporada 2025 da F1! A largada do GP do Brasil está marcada para as 14h do dia 9 de novembro.
E o “Troca de Passes” do Sportv que tratou do jogo do Vasco em questão de segundos se resumindo a apenas uma pauta capitaneada pelo apresentador Felipe Diniz: “o absurdo que é o mandante ser o Maricá e o jogo ser em São Januário”
Trabalho do Carille? Não analisaram. Time reserva? Mal falaram. Público sendo o dobro do clássico entre Botafogo x Fluminense no mesmo dia? Não citaram. Estreia do Zuccarello com 18 anos? Nada também.
Há quem chame de jornalismo.
1968 é considerado o ano que não terminou. Não só no Brasil, como no mundo. Essa denominação se deve muito ao título de um famoso livro brasileiro, escrito por Zuenir Ventura.
Mas por que 1968 não acabou?
Veja aqui neste 🧵 (com fotos).
Vamos todos cantar de coração, a Cruz de Malta é o meu pendão. 💢❤️
Sobre os peitos leais, vascaínos, brilha a Cruz gloriosa de Malta.
Corações varonis, leoninos, que o amor pelo Vasco inda exalta.
#Vasco126Anos#VascoDaGama
Arena do Galo. Gás de pimenta. Caos. Água. Vômito de jogador. Crianças amparadas. Jogo interrompido por 10 minutos.
Reflexão da noite: se é em São Januário interdita 10 jogos, NO MÍNIMO. #VascoDaGama#BrasileirãoBetano#Libertadores2024
@sociogigante fiz o cadastro da biometria com sucesso no site, MAS NÃO RECEBI O E-MAIL DE APROVAÇÃO! O atendimento pelo zap não tá funcionando. Consegue me ajudar?