Saímos de uma mulher que escreveu uma música sobre uma prostituta e ainda cantou em primeira pessoa, para uma que jamais se colocaria no lugar de uma, e como se já não bastasse, só fala de chapéu e fivela.
"Eu só quero é ser feliz, andar tranquilamente na favela onde eu nasci, e poder me orgulhar... e ter a consciência que pobre tem seu lugar" foi substituído por subir na caminhonete e se embriagar. Na moral, a noção passou MUITO LONGE! Que porcaria de música.