Após concluir a investigação da Seção 301, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) recomendou a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre milhares de produtos brasileiros e informou ao governo brasileiro que as negociações chegaram ao fim.
Em reunião realizada na terça-feira, 14 de julho, o representante comercial americano (USTR), Jamieson Greer, comunicou ao governo brasileiro que as tratativas foram encerradas e que a recomendação para aplicação de um novo tarifaço já foi encaminhada ao presidente Donald Trump.
Segundo autoridades americanas, o governo Lula não demonstrou empenho suficiente para construir um acordo capaz de evitar o tarifaço. Na prática, Washington encerrou as tratativas convencido de que não havia mais espaço para avanços.
O resultado chama atenção porque, durante a audiência pública da Seção 301, realizada nos dias 6 e 7 de julho - etapa decisiva do processo - o governo brasileiro não apresentou sustentação oral perante as autoridades americanas. Quem ocupou esse espaço foram representantes da indústria, do agronegócio e o senador Flávio Bolsonaro, que defenderam os interesses dos setores afetados e pediram a revisão das tarifas.
Enquanto o governo insiste em afirmar que promoveu diversas rodadas de negociação, o desfecho fala por si: o USTR manteve sua recomendação, criticou a condução brasileira e encaminhou a proposta para a decisão final da Casa Branca.
Agora, a palavra final está com Donald Trump. Caberá ao presidente americano decidir se confirma a recomendação do USTR, quais produtos serão efetivamente atingidos pela tarifa de 25% e quais ficarão de fora da lista final.
Se Trump der sinal verde, o Brasil enfrentará uma das maiores barreiras comerciais impostas pelos Estados Unidos nas últimas décadas. Apesar do discurso oficial de que havia negociação em curso, o governo Lula terminou o processo sem convencer Washington expondo o seu fracasso, sem evitar o avanço das tarifas e sem entregar o resultado que prometia ao setor produtivo brasileiro. Em outras palavras, Lula não protegeu o povo, não protegeu a indústria e ainda deixou o país pagar a conta de sua própria omissão.
@g1 A verdade é que Lula e suas políticas internacionais ferraram o Brasil
Flávio é apenas um pré candidato entrando fazer algo para evitar as tarifas, já o Lula se esforçou para elas acontecerem
Today, President Trump directed USTR to impose a 25% tariff on most Brazilian imports. Let there be no confusion about why: President Lula and his government have not negotiated with the US in good faith.
His economic policies are bad for Americans and bad for Brazilians. For the past year, Lula has put his own ego ahead of making a deal for the welfare of the Brazilian people, and these tariffs are the price for that.
Lula não tem mais condições de ser o presidente do Brasil. Estamos num avião sem piloto.
O Biden brasileiro está ranzinza, inconsequente e se tornou um perigo para a nossa nação.
Quem olha pro Lula não enxerga futuro. Enxerga passado, atraso, incerteza, desconfiança, corrupção, incompetência, vingança… Chega!
O Brasil tem futuro, mas não tem mais tempo a perder!
Não é comigo
A mania de Lula de terceirizar culpa pelos fiascos parece ter se espalhado entre auxiliares. O Ministério da Fazenda projeta inflação em 5,1%, acima do teto da meta. A “culpa”: El Niño e choque do petróleo.
Não rompam as pontes no 1º turno!
O desembargador Sebastião Coelho, amigo próximo da família Bolsonaro e notório denunciante das ações ilegais de Alexandre de Moraes, alerta para a união necessária à reversão da crise institucional.
A esquerda aposta na fragmentação da direita!
Esse aqui é o deputado Daniel Silveira?
É por isso que ele está preso?
Ou esse é outro cara e está autorizado a ofender a corte suprema?
Estranho... Muito estranho!
Existe uma estratégia antiga para destruir um povo: primeiro, apagam-se seus símbolos; depois, ridicularizam-se seus heróis; por fim, reescreve-se a história para que as novas gerações sintam vergonha daqueles que deveriam admirar.
Não se apaga um ídolo apenas retirando seu nome dos livros. Apaga-se também diminuindo seus feitos, distorcendo suas palavras e exigindo que sua trajetória seja julgada fora do tempo em que viveu.
Um povo sem referências torna-se mais fácil de manipular. Quem não conhece os homens que abriram caminhos passa a acreditar que tudo começou ontem — justamente com aqueles que hoje controlam a narrativa.
Preservar a memória não significa transformar homens em santos. Significa reconhecer que nenhuma nação sobrevive quando seus heróis são substituídos por ressentimento, amnésia e propaganda.
Janja diz que as críticas a seus gastos com viagens são "misoginia pura". Quer dizer então que seus críticos seriam criminosos, caso a "lei da misoginia" já estivesse aprovada? É assim que queremos tratar o direito à crítica, no Brasil? Meu vídeo @Estadao https://t.co/o2YeqJyjoE