@victoranicio@gnatalini Gás Natural, Carvão e Petróleo contém Carbono que ficou enterrado por milhões de anos, e portanto, fora da atmosfera.
Quando a gente queima esses combustíveis, libera gás carbônico no ar.
O gás carbônico reflete de volta para a terra o calor que devia ir para o espaço.
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Como cidadão e parlamentar que combateu a ditadura militar de 64, não aceito lições de democracia de conveniência .
Minha crítica a este decreto de Lula - criando um "orwelliano ministério da justiça" um moderno dipizinho da censura - não se confunde com o barulho dos neodemocratas que ontem aplaudiam o autoritarismo. Minha assinatura está na historia da resistência e redemocratização do nosso país.
O atual governo de Lula, embora se reivindique de esquerda e se diga respeitador da democracia , flerta abertamente com uma visão dogmática e autoritária de Estado. Ao criar uma máquina burocrática para policiar o debate público e ditar o que é "verdade" ou "mentira", "discurso de ódio" "desinformação", "ações e atos contra a democracia" et caterva... o palácio do Planalto abre as portas para a censura e pavimenta a antessala de um regime autoritário, ditatorial.
As lições da história são implacáveis: o arbítrio sempre se instala sob o pretexto de nos proteger.
O problema é que as ferramentas de vigilância e controle criadas por este governo são abusos hoje e permanecerão na estrutura do Estado amanhã. E essa faca institucional cortará o pescoço sem distinção alguma de toda e qualquer dissidência não importa de onde venha.
Crimes se combatem na legalidade democrática e na Justiça, com o devido processo legal, e não por meio de decretos do Executivo. A democracia exige pluralismo, não um consenso forçado pelo medo e pela vigilância.
Combati o autoritarismo fardado no passado e não assistirei calado à sua reedição burocrática e dogmática no presente. Os fins não justificam os meios. Quem é livre e democrático não aceita mordaça.
QUE O CONGRESSO NACIONAL APROVEITE O QUE PODE E DEVE SER APROVEITADO NO MALFADADO DECRETO DA CENSURA E O RESTANTE REMETA A LATA DE LIXO DA HISTÓRIA .
ENQUANTO É TEMPO !
In September 1943, Italy fell under German occupation. The SS hunted Jews for deportation to Auschwitz.
In Assisi, a 32-year-old Franciscan friar named Rufino Niccacci—peasant-born, Guardian of San Damiano Monastery, and someone who had never met a Jew—received an order from Bishop Giuseppe Nicolini.
“We are hiding Jews in every monastery and convent in Assisi.”
“If we’re caught, we’ll be shot,” Rufino replied.
“Yes,” the bishop said. “As many as can come.”
Rufino accepted.
What followed was one of the war’s most daring rescues. Jews fleeing from Rome, Florence, and the north poured into Assisi.
Rufino hid them across 26 monasteries and convents—including the Basilica of Saint Francis and ancient cloistered houses that had never admitted outsiders.
They disguised Jews as monks and nuns. Rufino taught them Latin prayers, how to walk, pray, and sit in chapel. Children memorized Catholic rites they didn’t understand.
A local souvenir shop owner, Luigi Brizi, and his son printed hundreds of flawless fake identity cards, claiming the bearers were from already-liberated southern Italy.
The SS raided repeatedly. They searched monasteries, convents, and homes. They found nothing.
For eight months, an entire town kept the secret. Not a single betrayal. A German colonel, devout Catholic Valentin Müller, was stationed there. He loved Assisi’s churches, attended Mass, and even toured holy sites with Rufino—never knowing (or never acknowledging) the hundreds of hidden Jews around him. He successfully petitioned to make Assisi a protected hospital town, removing combat troops.
Inside the convents, quiet miracles occurred. Jews observed Yom Kippur with the nuns’ blessing; the nuns prepared the breaking-fast meal. Rufino arranged Hebrew lessons for the children, ensuring they could still practice their faith while pretending to be Catholic.
“They were children of God,” he later said. “What else were we supposed to do?”
The network nearly broke in May 1944 when the Bishop’s secretary, Father Aldo Brunacci, was arrested and interrogated. He revealed nothing. Vatican pressure secured his release.
One month later, on June 16, 1944, the Allies liberated Assisi. All 300 hidden Jews walked out alive. Not one had been caught or deported.
They had been sheltered by hundreds of nuns, priests, and townspeople who knew the penalty: priests across Europe were being executed for less.
One informant could have doomed them all. It never happened.
After the war, Rufino returned to quiet Franciscan life. He founded a settlement for poor Christian and Jewish families, served as a parish priest, and avoided fame.
In 1974, Yad Vashem named him Righteous Among the Nations. He planted a tree in Israel and quietly reunited with one of the women he had saved.
He died in 1976 at 65, asking to be cremated in solidarity with Holocaust victims. The Church buried him traditionally. Today, few outside Assisi know his name.
Yet his legacy endures in the thousands of descendants of those 300 saved souls.
An entire town proved it was possible to choose humanity over fear.
No collaborators. No betrayals. No exceptions.
They did not yield.
May all of their memories be a blessing, especially Friar Rufino Nicacci.
Existe uma lei que obriga a ENEL a tornar subterrânea a fiação de distribuição elétrica em São Paulo. A Lei nº 14.023, de 8 de julho de 2005, estabelece que todas as concessionárias que operam com cabeamento na cidade de São Paulo devem tornar subterrâneo o cabeamento.
Global temperatures through September point to 2024 besting 2023 as the hottest year on record. How many future years set records depends in part on the outcome of the 2024 U.S. presidential election https://t.co/UqzPud2uFf
E se essa escalada do Maduro é só pra ele ter um motivo pra passar pelo Brasil pra invadir a Guiana?
Claro que eu posso estar maluco, mas mais do que maluco venezuelano não tô! Kkkkk
👋
A impossível simetria
Eduardo Affonso, O Globo (19/10/2024)
A reação de Israel ao brutal ataque terrorista sofrido há um ano tem sido desproporcional. Ou, para usar palavra da moda, assimétrica.
Sim, tem. Talvez nos duelos do Velho Oeste ou nas românticas disputas com floretes em desagravo à honra a simetria fosse mais respeitada. Vencia o mais rápido no gatilho, o de técnica mais apurada ou de melhor pontaria — mas as armas eram similares, e as mesmas regras se aplicavam a ambos os contendores.
Para que a reação fosse simétrica e proporcional, Israel deveria ter invadido Gaza, na surdina, com cerca de 3 mil fanáticos armados, portando câmeras para registrar (e depois compartilhar festivamente, na internet) a barbárie. Ter metralhado centenas de jovens que encontrassem numa celebração (matando exatos 405, nem um a menos). Ir de casa em casa, chacinando, com meticulosa crueldade, famílias inteiras — sem poupar mulheres, idosos, bebês, animais domésticos. A meta seria não mais que 1.200 seres humanos exterminados pelo crime de ser palestinos.
Nada de bombas lançadas à distância. A carnificina teria de ser cara a cara, olhando o horror nos olhos das vítimas, vendo o sangue escorrer, ouvindo os gritos. Estuprariam mulheres palestinas e tomariam cerca de 240 reféns (alguns seriam executados, outros torturados e exibidos como troféus em cortejos; muitos, mantidos indefinidamente em cativeiro como moeda de troca).
Para preservar a simetria, Israel deveria parasitar um país vizinho e, de lá, desferir contínuos ataques com o objetivo de apagar Gaza e Cisjordânia do mapa e inviabilizar a existência de países árabes. Depois faria chover mísseis sobre bairros residenciais de Teerã.
A guerra poderia ser relativamente simétrica se fosse entre dois Estados, não entre um Estado e o terror. Se no meio do fogo cruzado não estivessem, também assimetricamente, milhões de civis — uns protegidos por um sistema de defesa e uma rede de bunkers e salas seguras, criados pelo Estado; outros, indefesos, dormindo sobre arsenais e deliberadamente tornados vulneráveis pelas milícias que dizem representá-los. Uns, cuidados para ser sobreviventes. Outros, doutrinados para morrer como mártires.
É vital advertir Israel quanto à crise humanitária que os bombardeios indiscriminados em Gaza e no Líbano provocam. Convém também exortar Hamas e Hezbollah a não infiltrar seus militantes entre a população civil para usá-la como escudo. Seria de bom-tom se solidarizar o mais simetricamente possível com o sofrimento de ambos os povos. Exigir o fim das ações terroristas e das investidas de exércitos regulares, com o cessar-fogo dos dois lados. Que um não corte o fluxo de ajuda humanitária — e o outro permita que ela chegue aos que dela necessitam.
Algo como reconhecer que judeus e palestinos têm os mesmos direitos (à vida, liberdade, igualdade, segurança, educação, habitação, saúde; a uma pátria, à dignidade, a poder expressar sua opinião, inclusive religiosa e politicamente). Um dos lados é uma democracia, onde o governo belicoso pode ser substituído por um disposto a negociar a paz; o outro é formado por grupos terroristas, patrocinados por ditaduras, cujo objetivo é a guerra de extermínio de uma nação, apagando seus vestígios do rio até o mar.
Talvez se pudesse cobrar alguma simetria nisso também.
BREAKING: Bull Clinton is at a McDonalds in Georgia encouraging voters to support Kamala Harris. It’s all hands on deck in the last couple of weeks. Retweet to make sure all Americans see this incredible moment.
Eu gostava muito dos artigos da Emily Lakdawala na revista Planetary Report, onde ela chegou a ser editora.
Quando ela deixou a Planetary Society, segui ela no Facebook.
Quando ela migrou para o Twitter abri está conta aqui em Setembro de 2010.
Gostei e fiquei.
Até breve amigos.
Mensagem da Starlink sobre o bloqueio das finanças e das contas da empresa a mando de Alexandre de Moraes. Segundo a empresa, a Starlink e a X não são afiliadas (são empresas totalmente diferentes) e a ordem foi emitida em segredo e sem conceder à empresa nenhum dos processos legais concedidos pela Constituição. Disse ainda que continuará oferecendo os serviços de acesso à Internet por satélite, "gratuitamente, se necessário".
Vale a pena ler.
O corte na verba da saúde.
Por Gilberto Natalini
Eu participo do trabalho e da luta para a construção de um sistema público de saúde no Brasil desde https://t.co/0uwAxcPOAT lá para cá “correu muita água debaixo da ponte”, como diz o ditado popular.Conseguimos com muita mobilização social que o Sistema Único de Saúde, construído por mãos e mentes do chamado “partido sanitário brasileiro”, fosse aprovado na Assembleia Nacional Constituinte.Foi escrito no texto constitucional que “Saúde é um Direito do Povo e um Dever do Estado”.Foi uma vitória imensa da nossa causa.Passada essa fase, tratava-se de implantar o SUS no Brasil.Isso foi feito por meio das Leis Orgânicas da Saúde, a Lei 8080 e a Lei 8142.Desde o início da década de 90, até a presente data, houve uma grande tarefa do Setor Saúde e dos agentes políticos, Federais, Estaduais, Municipais, Filantrópicos e Privados, de construir e implantar, aquilo que chamamos de a maior reforma do Estado Brasileiro, que foi, e é, o SUS.O SUS deve por lei, prestar atenção à Saúde, de forma integral, gratuita e universal. Deve também praticar a promoção, prevenção, tratamento e reabilitação em saúde, agindo de forma hierarquizada, regionalizada e descentralizada e ainda incorporar o Controle Social através dos Conselhos de Saúde, nos 3 níveis de Governos e em cada Unidade de Saúde.O SUS é um Sistema Público de Atenção à Saúde, mas que pode e deve compor com as instituições filantrópicas e privadas para ampliar o atendimento à população.Mas qual é o problema do SUS que gera tanta reclamação do povo brasileiro, colocando a saúde como uma das principais queixas da população.O SUS, desde que foi criado, sempre foi SUBFINANCIADO.Nunca teve, em nenhum momento, os recursos suficientes para cumprir seu papel constitucional. Pelo contrário.O financiamento da Saúde no Brasil caminha numa realidade de altos e baixos, mas mesmo nos melhores momentos o dinheiro público da saúde sempre foi muito aquém do necessário.A luta pelo financiamento justo para o SUS persiste até hoje.Em Outubro de 2000, após uma enorme mobilização nacional, o Congresso Nacional aprovou a PEC-29, de autoria de Eduardo Jorge e Waldir Pires. O Ministro da Saúde, era José Serra e eu era Presidente do CONASEMS (Conselho Nacional dos Secretários Municipais de Saúde).Essa PEC aprovada obrigou a vinculação da verba da saúde, fixando 15% de mínimo dos orçamentos municipais, 12% dos estaduais e 5% do PIB variável para o federal. Nós preconizávamos 10% no mínimo do orçamento federal. Não conseguimos.Essa Lei permitiu um respiro no orçamento do SUS, com entrada de dinheiro novo, que facilitou a ampliação do atendimento na saúde.Mas logo o Governo Federal começou a diminuir sua participação, e ele que participava com 65% do bolo total das verbas do SUS, hoje colabora com pouco mais de 40%.Em seguida o Governo Federal começou a congelar parte do orçamento da Saúde, sendo que, de 2004 a 2014, houve um contingenciamento de cerca de 240 bilhões de reais do orçamento do SUS. Ou seja, em 10 anos, o Governo Federal usurpou o orçamento de um ano inteiro do Ministério da https://t.co/BwukQL402M 2018 a 2022, o SUS sofreu um ataque de desmonte a partir do comando do Ministério da Saúde, com ministros absolutamente incompetentes, irresponsáveis e negacionistas.Foram momentos muito difíceis, que os demais entes federativos, Estados e Municípios, cumpriram um papel de gestão, em plena pandemia de COVID, onde o Governo Federal deixou de cumprir sua tarefa, e passou a desmontar políticas públicas consolidadas por décadas, como por exemplo, o Sistema Nacional de Imunização, entre muitas outras desconstruções.O SUS resistiu a isso tudo, e ainda deu uma demonstração de competência e dedicação ao povo brasileiro.Hoje, com o aumento dos serviços, da demanda, dos insumos, podemos dizer que o SUS padece da mesma deficiência financeira, embora as verbas tenham subido nos valores absolutos.Em palavras simples, somando-se todas as verbas federais, estaduais e municipais, e dividindo-se pelo número de brasileiros, o SUS tem 3,8 reais, por pessoa, por dia, para fazer suas 4 tarefas: promoção, prevenção, tratamento e reabilitação em Saúde.É muito pouco! Pouco demais!Assim, embora tenhamos ampliado a atenção básica (são quase 50 mil UBSs no Brasil), e aumentado o número de procedimentos e internações, a oferta de serviços é menor que a demanda por atendimento.E isso se dá exatamente na atenção secundária e terciária à saúde, nas especialidades e procedimentos mais complexos.O Brasil investe só 3,8% de seu orçamento na saúde pública, sendo quase o “lanterninha” da América do Sul. E o SUS atende 150 milhões de brasileiros que não têm plano de saúde.E os outros 50 milhões que têm convênio, quando o caso é grave, são empurrados para os serviços do SUS.E agora, diante da grave crise fiscal do Brasil, o Governo Lula escolheu a saúde para penalizar, e propõe cortar 4,5 bilhões do orçamento federal do SUS.A Ciência Médica e a Tecnologia avançam todo dia. O custo da saúde se mede em dólares.A população precisa, quer e merece atendimento. Os profissionais de saúde querem, precisam e merecem ser reconhecidos.O SUS precisa ampliar seu atendimento e ter melhor gestão de gastos.E o Governo fala e quer cortar as verbas da Saúde.Uma situação intolerável que exige uma reação firme da sociedade brasileira.Gilberto NataliniMédico e AmbientalistaSão Paulo, Agosto de 2024.