🚨 VITÓRIA HISTÓRICA!
Acaba de ser aprovado, no plenário da Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 6.894/2013, que trata dos direitos previdenciários para os pós-graduandos. Depois de quase 40 anos de lutas, os bolsistas Capes e CNPq terão acesso à seguridade social.
É uma conquista da nossa mobilização incansável, dos apoios e das articulações que fizemos nesse período.
Nosso reconhecimento à garra das APGs de todos os cantos do país que confiaram e nunca esmoreceram. Igualmente às Sociedades científicas e comunidade acadêmica, que perfilaram conosco.
Agradecemos também à deputada @Alice_Portugal , proponente, aos deputados @ricardogalvaosp, relator, @tuliogadelha, que apresentou o requerimento de urgência, ao presidente @HugoMottaPB e aos líderes partidários que apoiaram a proposta.
Agradecemos também ao governo, especialmente à @CAPES_Oficial e @CNPq_Oficial, que não mediram esforços para construir soluções para essa justa reivindicação.
É uma vitória da ciência, dos pesquisadores e das pesquisadoras e, sobretudo, do Brasil. 🇧🇷
Artigo publicado! 🦎📊
Divulgação dos principais resultados da nossa nova publicação sobre Brasiliscincus spp., incluindo dados de ocorrência, modelagem de nicho ecológico e diferenciação de nicho.
@AustralEcology#AustralEcology
o trabalho confirmou a marcada diferença de plumagem de várias populações (antes reconhecidas como subespécies) + diferenças nos cantos. A ilustração das 6 espécies foi feita por duas incríveis ilustradoras/biólogas da USP: Laura Montserrat e Michelle Konig
👏👏
3/13
Um dos principais personagens é de extrema direita lá dos anos 60/70 e o discurso é o mesmo de hoje. Pelo medo do comunismo ele apoia o golpe militar mas nao sai como esperado. No final do livro ele toma o tapa que merece mas, mesmo assim, o final fica um gosto duvidoso. 3.9/5
O livro me lembrou "Cem anos de Solidão" pelo modo com que é narrado a vida da família ao longo dos anos. Política, rivalidades e um toque sobrenatural. Mais um livro bom da autora que mostra como uma mulher forte e inteligente tem sua vida estragada por causa de homes errados
Sim, estou processando o apresentador Ratinho.
Sei que, pela audiência irrisória de seu programa, que até onde sei não agrada nem suas chefes no SBT, lhe resta apelar à violência.
Porque o que o apresentador cometeu foi uma violência, um ataque, e não foi só contra mim.
Ratinho interrompeu seu programa pra dizer que mulheres trans não são mulheres, que mulheres que não menstruam não são mulheres, que mulheres que não têm útero não são mulheres e que mulheres que não têm filhos não são mulheres.
Este ataque de Ratinho foi contra todas as mulheres trans e contra todas as mulheres cis que não menstruam mais ou nunca menstruaram.
Foi contra todas as mulheres cis que nunca tiveram útero ou, por condições de saúde, como o câncer, precisaram removê-lo.
Foi contra todas as mulheres que não podem ou não querem ter filhos.
Foi contra as mulheres que perderam seus filhos ainda na gestação.
O discurso de Ratinho foi, sim, para me atacar e atacar as pessoas trans. Mas demonstrou a misoginia, o ódio primal que essa figura nojenta tem de toda e qualquer mulher que não siga o roteiro que ele considera certo.
E, para ele, mulheres são máquinas de reprodução.
Eu quase me surpreendi ao assistir a um raciocínio tão retrógrado.
Mas aí lembrei das notícias reportando que, em 2016, 128 anos depois da abolição da escravatura, Ratinho submetia pessoas à escravidão em suas fazendas no Paraná.
E o apresentador pode até querer viver nesse passado, dentro de sua cabeça. Se a preocupação com as denúncias que farei contra um escândalo envolvendo o seu filho e o crime de estupro de vulnerável mais tarde não ocupar toda a sua capacidade cerebral, é claro.
Mas aqui fora, no mundo real, ele e o SBT pagarão pelos seus atos, na esfera cível e criminal. E eles não pagarão a mim, mas a todas as mulheres vítimas de violência, trans e cis.
Por fim, vale lembrar: eu sou e sempre serei uma mulher. Este apresentador é, e sempre será, um rato.
8 anos ao seu lado, meu amor! Obrigado pelo carinho, amizade e muitos momentos maravilhosos juntos. Ansioso pelo que ainda está por vir ao seu lado. Te amo, @RagalziEric ❤️
Fiz para o Instagram mas vou postar aqui também...
Você sabia que existe uma jararaca verde?! Confere aí...
Nome científico: 𝑩𝒐𝒕𝒉𝒓𝒐𝒑𝒔 𝒃𝒊𝒍𝒊𝒏𝒆𝒂𝒕𝒖𝒔
Local: Parque Estadual do Alto Cariri, Santa Maria do Salto, MG
New paper out! @AustralEcology
We reconstructed historical and current climatically suitable areas for Brasiliscincus spp. and a curated occurrence dataset.
Results reveal low niche overlap, no sympatry, and distribution limits shaped by climate + geographic barriers.
Tatiana Sampaio é uma verdadeira heroína.
Não pela Polilaminina em si, que torço profundamente pela eficácia e pra que tenha sucesso em todas as fases de testes.
Mas por Tatiana, ao longo de cerca de três décadas, fazer ciência num país que vira as costas para seus cientistas.
Um país que os chama de bolsistas e nega seus direitos trabalhistas.
Um país dominado por uma Faria Lima que exige, todos os anos, os mais profundos cortes no orçamento da educação, ciência e tecnologia.
Um país ameaçado, por um agronegócio imediatista, de se tornar uma economia puramente extrativista, sem complexo industrial da saúde ou pesquisa científica.
Um país com políticos cada dia mais fundamentalistas que, por pura sorte, não estão atacando o uso de placentas na produção da Polilaminina.
Um país em que, todo ano de eleição, as universidades que produzem nossa ciência são atacadas com discursos moralistas e privatistas de gente extremista.
Isso é só um pouco do que Tatiana Sampaio e tantos outros pesquisadores enfrentam todos os dias para conseguirem fazer ciência no nosso país.
A perda da patente internacional da Polilaminina, que honestamente não me interessa se ocorreu no governo Dilma, engessado e desmontado pelo golpista Eduardo Cunha, ou no "governo" de Michel Temer, é uma lástima.
Mas o que deve nos interessar agora é o que faremos de diferente frente a esse erro grotesco, da nossa ciência não ter recursos nem pra renovar uma mísera patente.
O que deve nos interessar é como vamos alinhar esse nosso interesse nacional no avanço rápido da Polilaminina com os processos rigorosos, e extremamente necessários, da Anvisa.
O que deve nos interessar, comprovada a eficácia do medicamento, é o fornecimento da Polilaminina no SUS.
A nossa classe política já teve outras chances de valorizar a nossa produção científica, como na pandemia. Infelizmente, ao invés de investimento, ganhamos kitzinhos com ivermectina e cloroquina.
Que, dessa vez, seja diferente. Pois assim, a Polilaminina, funcionando ou não, pode mudar o nosso país pra melhor.
Tatiana Sampaio nos orgulha e nos inspira, e a sua pesquisa nos enche de esperança. O que faremos, enquanto nação, com esse orgulho e inspiração? E essa esperança, será passiva ou será uma força motriz pela mudança?
Este estudo da pesquisadora Tatiana Sampaio da UFRJ me dá tanto orgulho de ser pesquisador formado nas universidades públicas. O prêmio Nobel vem aí e para uma Bióloga!!!!
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Thanks to everyone who read and shared our work, and to @JAppliedEcology.
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