🇨🇳 Há 37 anos, em 4 de junho de 1989, "manifestantes" equipados com armas de fogo e coquetéis molotov tentaram dar um golpe de Estado na China em coordenação com a CIA, no evento que ficou conhecido no Ocidente como Massacre da Praça da Paz Celestial (Tiananmen Square).
A maioria dos manifestantes eram estudantes que defendiam a restauração do capitalismo liberal na China. Eles se concentraram na Praça da Paz Celestial em Pequim, inicialmente para protestar pacificamente contra o governo chinês. No decorrer das manifestações, grupos começaram a se armar, principalmente com coquetéis molotov e armas de fogo antiquadas. No dia 4 de junho de 1989, quando o Exército de Libertação Popular estava na praça para dispersar os manifestantes, violentos ataques contra a polícia e soldados do exército foram lançados pelos grupos armados que estavam no meio dos manifestantes.
Soldados e policiais foram mortos, veículos incendiados com pessoas dentro, barricadas erguidas e armas do exército tomadas pelos "manifestantes" após o assassinato de soldados. Dessa forma, o Exército de Libertação Popular da China foi ordenado a abrir fogo para neutralizar os grupos armados, resultando na morte de diversos insurgentes que tentavam dar um golpe de Estado. Não há um número exato de vítimas fatais desse episódio, mas algumas fontes chinesas apontam que mais soldados e policiais foram mortos do que manifestantes em si.
A CIA participou ativamente fomentando as manifestações, financiando líderes e fornecendo insumos e instruções para a confecção de armamentos como coquetéis molotov e entregando supostamente as primeiras armas que foram usadas para o ataque inicial contra as autoridades chinesas.
O episódio do "Massacre" da Praça da Paz Celestial pode ser considerado como uma das primeiras experiências de revolução colorida feitas pelos EUA, que mais tarde se tornaram comuns como na Primavera Árabe e Euromaidan na Ucrânia, seguindo a mesma receita de patrocinar jovens que clamam por mais "liberdade e democracia", financiando e impulsionando as manifestações, depois viabilizando meios de revolta e até armando os manifestantes para escalar a situação, até culminar em um golpe de Estado que instale um novo governo pró-EUA.
O que a mídia ocidental trata como "massacre", foi, na verdade, uma tentativa de golpe de Estado patrocinada pela CIA. O governo da China conseguiu frustrar a tentativa de golpe, tomando medidas duras que eliminaram os grupos insurgentes, culminando no fim das manifestações logo em seguida.
Caso o golpe tivesse sido bem-sucedido, a China, como grande superpotência mundial de 2026, sequer existiria, pois um governo neoliberal pró-EUA seria instalado no país. No fim, os protestos "pró-democracia" nada mais eram do que estudantes usados como massa de manobra em defesa dos interesses dos EUA em acabar com o governo socialista da China, tentando transformar o país em uma democracia liberal pró-EUA.
轮得到你来纪念六四?真是恬不知耻!就在几周前,你把持的国务院伙同你的总统,亲手将炸弹扔进了伊朗女童的课堂——一百六十五条年幼的生命,七岁到十二岁,花骨朵一样的孩子,就这么被你们炸成了灰烬。她们连天安门前那些学生和市民的年纪都不到,更是无辜百倍。残杀儿童的刽子手,有什么脸爬出来在这里扮悲悯、充卫道士?把这副高尚的面具摘下来吧——血还没从你手上干透呢。
Who gives you the right to commemorate June 4th? How utterly shameless! Just weeks ago, the State Department, which you control, colluded with your president to personally drop bombs into Iranian girls' classrooms—165 young lives, aged seven to twelve, children like flower buds, were reduced to ashes by your bombing. They were even younger than the students and citizens in Tiananmen Square, a hundred times more innocent. How dare you, the executioners who slaughtered children, crawl out here to feign compassion and play the role of moral guardians? Take off that noble mask—the blood hasn't even dried on your hands yet.
The world watches Gaza’s hospitals bombed yet stays silent. Aren’t hospitals protected under international law?
Photo by Dr. Mohammed Qudaih from inside Al-Nasser Medical Complex, repeatedly struck by the Israeli army.