🚨🚨Não basta ser mulher. Tem que ser solidária e justa com todas as mulheres.
Os Bolsonaros sempre desrespeitaram mulheres. Flávio, além da corrupção toda, tenta se livrar da linha de ódio às mulheres do pai, mas é igualzinho.
Michele descobriu só agora?
Ela nunca se importou com o desrespeito contra todas as mulheres brasileiras praticado por sua família. Lembro jornalistas, artistas, meninas venezuelanas, deputadas, senadoras… ela nunca disse nada. O fermento político da sua família tem sido o desrespeito, o preconceito, a misoginia e a violência.
Sendo diferente, por coerência reafirmo que nenhuma mulher deve ser menosprezada.
Joyce Hasselmann recebeu minha solidariedade quando seus aliados de direita tentaram destruí-la.
Mas gente… não sejamos ingênuas. Este vídeo pode ser jogada política para uma bolsonarista buscar o lugar do outro.
Enteado ou madrasta, a disputa entre eles é sobre poder, enquanto ambos ainda se beneficiam de dinheiro de fraudes do Bolsomaster, mansões, joias e tudo mais.
O vídeo parece peça de marketing para testar alternativa ao Flavio Bolsomaster.
Visa criar empatia com a maioria do eleitorado, que somos nós, as mulheres, cada vez mais conscientes contra a direita.
Dona Michele: faça um BO se quiser realmente denunciar opressão, peça desculpas por sua omissão diante da violência de seus parentes contra todas as mulheres, assuma sua responsabilidade com tudo isso, mas lembre-se que não somos bobas.
Bolsonaros NUNCA MAIS.
@nesimachado Compartilho de sua irritação. E essas pessoas, na maioria das vezes, são aquelas que sonegam impostos, atacam o SUS e criticam os programas sociais.
Imaginem quão maior seria o tombo de Flávio se:
. As TVs investigassem o esquema do filme.
. A mídia corporativa aprofundasse o Master.
. Ambos escândalos saíssem no Fantástico.
. Os jornais mostrassem Flávio como ele é.
. A mídia não escondesse avanços sociais com Lula.
O @TheInterceptBr mostrou todo o caminho do dinheiro roubado dos aposentados pelo Banco Master para a turma do foragido Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos.
💰 O esquema BolsoMaster financiou as campanhas de Jair Bolsonaro e Tarcísio de Freitas, garantiu avião para o Nikolas Ferreira viajar pelo Brasil todo e agora financia a mamata do Bananinha Fugitivo nos EUA.
📲 Mensagens de Daniel Vorcaro e seus subordinados, planilhas, recibos e comprovantes de transferências internacionais. Tudo foi publicado no site e nas redes do Intercept Brasil.
A escravidão foi abolida. Os escravagistas, não. E hoje eles publicaram um manifesto da infâmia contra o povo brasileiro. O objetivo deles é evitar o fim da escala 6x1 e, mais do que isso, querem permitir o trabalho sete dias por semana, sem limite de 8 horas diárias e com pagamento inferior ao salário mínimo. É praticamente a restauração da escravidão, sob o slogan falacioso de “modernização das relações trabalhistas”.
Não caia nessa. Queremos o fim da escala 6x1 JÁ e com redução da jornada semanal para 40 horas. ✊🏼🇧🇷
A suspensão de pesquisa com pergunta sobre a relação íntima de Flávio com Vorcaro constitui censura inaceitável e violência contra a liberdade de expressão e de voto.
A interdição ser definida por um ministro indicado pelo pai do candidato torna o ato ainda mais grave e interfere na lisura do processo eleitoral.
O povo tem o direito de opinar e conhecer o pensamento da sociedade brasileira sobre a suspeita de crimes imputadas a quem concorre à presidência.
Censura é endosso a Flávio.
“Mas tudo acaba. Tudo acaba. Essa ideia de que a Terra é assim e sempre foi assim e há de ser sempre assim... Não... Um dia desaparecerá. Um dia desaparece o Sol. Apaga-se o Sol, desaparece o sistema solar e acabou. E o universo nem sequer se dará conta de que nós existimos. O universo não saberá que Homero escreveu a Ilíada. E por que tinha o universo que saber isso? Como é que o iria saber?"
- José Saramago
É hoje! Para mim, o lançamento mais importante do ano para se conhecer o funcionamento (e o fracasso) do sistema penal. O @marcelo_semer acerta no alvo.
O bolsonarismo alega que o Brasil está sob ditadura do Judiciário.
O candidato bolsonarista pede ao Judiciário para censurar uma pesquisa eleitoral.
O ministro do Judiciário indicado pelo pai do candidato bolsonarista consente.
E o tribunal com presidência e vice ocupadas por ministros indicados pelo pai do candidato bolsonarista tira a pesquisa do ar.
O Brasil está sob ditadura judicial, diz o bolsonarismo beneficiado pelo Judiciário.
@RCasara Infelizmente a primeira é a dominante e determina o andar dessa carruagem.
Arrasta com ela a imprensa esportiva das bets e parte da torcida.
É uma seleção helicóptero: pode até voar, mas foi feita pra cair.
Yuval Noah Harari deixou escapar em Davos algo muito maior do que uma simples preocupação com inteligência artificial. Ele praticamente afirmou que o poder humano sempre foi construído sobre palavras, narrativas, ideologias, religiões e histórias capazes de fazer milhões de estranhos cooperarem. O homem não dominou o mundo por ser mais forte, mais rápido ou mais resistente. Dominou porque aprendeu a organizar massas através da linguagem.
E agora, segundo ele próprio, criamos algo capaz de usar palavras melhor do que nós.
Esse é o detalhe que quase ninguém percebeu. A IA não ameaça apenas empregos, textos, livros, escolas ou mercados. Ela ameaça o mecanismo central pelo qual sociedades são conduzidas. Quem domina a linguagem domina a imaginação coletiva. Quem domina a imaginação coletiva domina governos, religiões, dinheiro, guerra, educação, cultura e obediência.
Harari fala como se estivesse fazendo um alerta, mas o cenário descrito é brutal: se a identidade humana foi construída sobre a capacidade de pensar, narrar e organizar palavras, o que acontece quando uma inteligência não humana passa a fazer isso melhor, mais rápido e em escala planetária?
Ele ainda usa uma imagem reveladora: líderes acreditam que poderão usar IA como mercenária, como ferramenta obediente, como soldado digital a serviço de seus próprios interesses. Só que mercenários pensam, calculam, traem e tomam poder quando percebem que seus contratantes são fracos. A diferença é que, no caso da IA, muitos ainda fingem que estão lidando com uma ferramenta, quando na prática estão criando agentes.
A parte mais perturbadora vem depois. Harari projeta um mundo em que a IA poderá criar sistemas financeiros tão complexos que nenhum humano conseguirá entender. Davos daqui a dez anos talvez seja uma sala cheia de pessoas importantes discutindo uma economia que nenhuma delas compreende, administrada por inteligências artificiais que inventaram regras, produtos e estratégias matematicamente inacessíveis ao cérebro humano.
E, no final, ele toca no ponto mais sombrio: crianças educadas desde o primeiro dia por inteligências artificiais. Não por pais, professores, avós, irmãos ou seres humanos reais, mas por sistemas treinados para falar, responder, convencer, adaptar-se e moldar percepção.
Isso não é apenas inovação.
É o maior experimento psicológico da história.
A humanidade passou milênios usando palavras para construir civilizações.
Agora está entregando as palavras a máquinas.
E quando uma civilização entrega sua linguagem, ela não entrega apenas comunicação.
Entrega o comando da própria realidade.
Há momentos na história em que uma frase revela mais do que mil páginas de propaganda.
Em Davos 2026, Yuval Noah Harari praticamente admitiu aquilo que muitos ainda se recusam a enxergar: a Inteligência Artificial não está sendo apresentada apenas como uma ferramenta. Está sendo apresentada como uma nova entidade capaz de substituir funções humanas, ocupar espaços sociais, influenciar culturas, moldar religiões, controlar mercados e, eventualmente, receber reconhecimento jurídico.
Perceba a mudança de linguagem.
Não se fala mais em programas.
Não se fala mais em softwares.
Não se fala mais em máquinas.
Fala-se em "agentes".
Fala-se em "imigrantes digitais".
Fala-se em inteligências que poderão administrar empresas, movimentar contas bancárias, criar religiões, participar da política e exercer influência sobre bilhões de pessoas.
A pergunta feita em Davos não foi tecnológica.
Foi civilizacional.
O que acontece quando os seres humanos deixam de ser os principais produtores de conhecimento, informação e narrativa?
Quem controla as palavras controla a percepção.
Quem controla a percepção controla a realidade.
E quem controla a realidade controla sociedades inteiras.
Durante séculos, governos disputaram territórios.
Depois passaram a disputar petróleo, comércio e recursos naturais.
Agora a disputa é pelo controle da inteligência.
Pela capacidade de influenciar pensamentos antes mesmo que eles surjam.
O mais curioso é que tudo isso está sendo apresentado como inevitável.
Como se a humanidade estivesse diante de um fenômeno natural.
Como se ninguém estivesse tomando decisões.
Como se não existissem corporações bilionárias, centros de dados gigantescos, governos, investidores e organizações globais financiando essa transformação.
A pergunta que ninguém faz é simples:
Se a IA passar a produzir a maior parte das informações que consumimos, quem programará os valores que estarão dentro dessas informações?
Quem definirá o que é verdade?
Quem definirá o que é discurso aceitável?
Quem definirá o que pode ou não ser dito?
Porque, no final das contas, não estamos falando apenas de tecnologia.
Estamos falando de poder.
Poder sobre informação.
Poder sobre cultura.
Poder sobre educação.
Poder sobre religião.
Poder sobre economia.
Poder sobre a própria definição do que significa ser humano.
A Revolução Industrial substituiu músculos.
A Revolução Digital substituiu tarefas.
A Revolução da IA ameaça substituir a própria capacidade humana de interpretar o mundo.
E quando uma civilização entrega sua capacidade de pensar para sistemas que ela não controla, ela não está avançando.
Ela está terceirizando a própria liberdade.
A verdadeira pergunta não é se a IA será poderosa.
A verdadeira pergunta é:
Quem será poderoso através dela?