Um par gay adotou um bebê. O bebê provavelmente morreu enquanto o pênis de seu pai adotivo, James Varley, estava preso em sua garganta, causando uma "obstrução das vias aéreas superiores".
Seu parceiro, John McGowan-Fazakerley, também abusou sexualmente da criança. O bebê foi abusado por meses e sofreu lacerações internas, perfuração intestinal e marcas de mordida.
O casal fingiu que o bebê havia se afogado em uma banheira.
Adoções por pares gays deveriam ser proibidas. Aliás, nunca deveriam ter sido permitidas. Os políticos responsáveis por isso merecem ir para a cadeia.
Está escrito no print do texto:
“O exame post-mortem identificou mais de 30 hematomas externos, além de hematomas internos na boca e garganta, hematomas internos no ânus, intestino e bexiga, lacerações no ânus e reto e uma perfuração intestinal.
Um especialista médico testemunhou que um hematoma nas nádegas do bebê parecia ser uma marca de mordida humana.
A causa da morte de Preston foi determinada como sendo obstrução aguda das vias aéreas superiores por um ou mais objetos inseridos em sua boca.”
Créditos @johannesmkx
Foi assim que Nietzsche enlouqueceu.
O filósofo estava ali, no meio da rua, vendo um cavalo ser espancado e algo dentro dele quebrou. Não foi o som de um chicote no ar, mas o estalo da sua própria mente cedendo. Ele correu, abraçou o animal e, naquele momento, todo o peso da sua filosofia colidiu com a realidade brutal.
O homem que pregava o além do homem desmoronava diante da fragilidade de uma criatura indefesa. E aqui vem o ponto que Nietzsche nos deixou de legado: A vida é um caos e a mente mais ainda. Ele acreditava que o olhar ao abismo era inevitável, mas ninguém avisou que o abismo poderia olhar de volta.
Naquele abraço desesperado, Nietzsche não estava só salvando o cavalo, ele estava tentando salvar a própria humanidade da loucura que sempre espreita. Como alguém que passa anos pregando a superação, ele foi confrontado com a sua própria impotência. A mente que nos deu - assim falou Zaratustra, agora era apenas silêncio e delírio, e o que Nietzsche tanto tentou expor, o medo de se perder na própria busca por sentido, o engoliu.
Ele mostrou até os mais fortes podem ruir quando confrontados com a realidade nua e crua. No fim, o que restou foi o eco daquilo que ele sempre sofreu, mas que talvez não quiser se admitir. Quando você luta contra os monstros, deve tomar cuidado para não se tornar um.
E claro, às vezes, o maior monstro é o próprio peso dos nossos pensamentos.
A sabedoria do homem é loucura para Deus!
Essa cena marcante da vida de Nietzsche, onde ele abraça o cavalo espancado nas ruas de Turim, é uma poderosa metáfora do colapso de uma mente que passou a vida desafiando os limites da existência humana. Nietzsche, que tanto falou sobre o Übermensch (além do homem) e sobre a necessidade de transcender as fraquezas humanas, encontrou-se, naquele momento, frente à brutalidade do mundo e à fragilidade da vida. O homem que escreveu sobre o "eterno retorno" e sobre o "niilismo" experimentou, ali, sua própria fraqueza — a fragilidade inerente a todo ser humano.
Esse episódio não foi apenas uma manifestação de empatia pelo cavalo; foi o clímax de um filósofo que olhou para o abismo e, em algum ponto, deixou o abismo consumi-lo.
Jewish NGOs, donors, and advocacy groups have long pushed open borders policies for White nations while strongly supporting Israel's strict ethnic immigration rules. This effort gained major momentum after the 1965 Hart-Celler Act in the United States, which shifted immigration away from Europe toward the rest of the world. Groups such as the Hebrew Immigrant Aid Society, the American Jewish Committee, and the Anti-Defamation League, backed by wealthy Jewish donors, lobby for more refugee entries, family reunification, and amnesty programs. Immigration origins focus heavily on Latin America, Africa, the Middle East, and South Asia, with main destinations being the United States, United Kingdom, France, Germany, Sweden, and other European countries. The scale is enormous, with the United States moving from around 85 percent White in the mid-1960s to under 60 percent today, while Europe has taken in one to two million or more migrants in peak years through asylum claims and Mediterranean crossings. This creates lasting demographic change across White nations.
Violent crime and assault-type rape rates show clear racial and ethnic disparities in Western countries. In the United States, Black Americans, who make up 13 percent of the population, account for roughly 50 to 55 percent of murders and robberies. In Europe, immigrants from Africa and the Middle East show three to six times higher rates of sexual assault and gang rape convictions in places like Sweden and Denmark compared to native populations. Native White crime rates remain much lower. By contrast, Japan maintains very low overall crime and minimal disparities through its ethnic homogeneity, highlighting the different outcomes of open versus closed immigration approaches in developed societies.
These policies serve Ashkenazi Jewish ethnic self-interest by weakening White majority cohesion and reducing the chance of unified opposition to Jewish influence in key areas of society. A more diverse and divided population lowers the risk of backlash against a small but highly successful minority group. At the same time, Israel operates as a secure ethnic homeland with strong borders and preferences for Jewish immigrants, providing a safe backup option for emigration if needed. This dual approach protects Jewish continuity while Japanese ethnic self-interest focuses on preserving their own high-trust, low-crime society through strict homogeneity. The strategy comes at the expense of White populations who lose demographic control, social trust, and safety in their ancestral lands.
Jewish groups work hard to hide the coordinated nature of these efforts and frame them as morally good actions. Public messages emphasize compassion, welcoming strangers, and lessons from past suffering to justify mass immigration as a universal duty. Media coverage and organizational reports portray any criticism as racism or hatred, while downplaying data on crime increases, welfare costs, and cultural changes. This creates a one-sided moral narrative that presents open borders for White nations as ethical progress, concealing the particular benefits for Jewish security and the selective strictness applied to Israel.
If these trends continue, White host populations will face growing problems. In ten years, more major cities in Western Europe and the United States will see White residents drop below 50 percent, with more no-go areas, higher crime, and White flight to safer suburbs. By twenty-five years, Whites will become minorities in many of their own countries, dealing with stronger affirmative action, resource competition, and political exclusion in increasingly divided societies. In fifty years, full cultural breakdown, lower innovation, reduced social trust, and possible territorial splits or subordination could occur as low birth rates and replacement-level immigration leave Whites without majority status in their historic homelands.
Trump is right.
-In 1948, Truman recognized Israeli independence 11 minutes after it was declared.
-In 1973, the US resupplied the IDF with 22,395 tons of war materials.
-Trump withdrew from the JCPOA in 2018 and reimposed sanctions on Iran.
-From 1946-2024, the US has given Israel $244B in military aid.
I care about a nation being grateful and understanding that they have to fall in line with us, not the other way around.
🚨URGENTE: Se votar na Direita fosse bom, o Brasil seria um país de primeiro mundo. A Direita ficou 117 anos no poder da República e deixou um rastro de fome, miséria, hiperinflação, desemprego, analfabetismo, violência e desigualdade social. É toda essa destruição deixada pela Direita que a Esquerda, com Lula, está tentando arrumar em apenas 17 anos no poder...
En unas impactantes imágenes que se han vuelto virales, un estudiante judío evocó la memoria del Holocausto y las enseñanzas transmitidas por su abuela para cuestionar el uso del trauma judío como justificación del genocidio en curso en Gaza.
Mientras el estudiante confrontaba la visita de un soldado de las Fuerzas de Defensa de Israel (FDI), enfatizó que la frase "Nunca Más" es un mandato universal y no un eslogan exclusivo de un grupo.
“Mi abuela judía me habló sobre el Holocausto... me dijo: ‘Nunca más’. Esto no es ‘Nunca más’. ‘Nunca más’ significa nunca más para nadie.”
Además de hacer comentarios que, según él, desmontan la propaganda que equipara los crímenes de guerra israelíes con la seguridad del pueblo judío, el estudiante también describió la dura realidad de la campaña militar de las FDI: más de 70.000 palestinos muertos, más de 300 periodistas y más de 1.700 trabajadores sanitarios fallecidos, además de niños que han sido atacados.
El estudiante también mencionó el conmovedor caso de Hind Rajab, una niña de 6 años cuyo automóvil, según afirmó, fue perforado por 335 balas disparadas por tanques israelíes.
La protesta terminó con una clara exigencia de rendición de cuentas internacional: “Si la justicia es real, ustedes serán procesados en La Haya”.
A medida que más jóvenes judíos alzan la voz contra la ocupación, la narrativa de que Israel habla en nombre de todo el pueblo judío sigue debilitándose.
"Espero que estén disfrutando viendo el Mundial, nosotros llevamos 3 años jugando el partido más importante. Pedimos disculpas al mundo, muchos de nosotros estamos muriendo pero nos hemos vuelto aburridos de ver".
Un joven palestino manda un mensaje sobre el Mundial y como el mundo presta más atención a un campeonato deportivo que a un genocidio diario como el de Gaza donde miles de niños, hombres y mujeres están siendo asesinados.
O Brasil pulou de um despenhadeiro sem paraquedas no governo do pai de Flávio Bolsonaro, que instituiu um regime entreguista e obscurantista de perseguição à ciência, patrimonialismo, culto da ignorância e da violência e ódio à democracia, que terminou com uma tentativa fascista de golpe de Estado. Não é o direitismo nem a roubalheira que me choca nessa quadrilha: é a cara de pau, a sem vergonhice, a falta completa de caráter.
Tem uma particularidade interessante sobre isso. Vários brancos sul-africanos insatisfeitos com o fim do Apartheid se converteram ao judaísmo para mudar para Israel com cidadania garantida, enquanto um palestino filho de alguém nascido lá não tem direito a cidadania.
Esses brancos trocaram um Apartheid pelo outro.
Karl Marx was right when he said;
capitalists are their own gravėdiggers; that they repress wages yet seek to maximize profits, eventually workers can’t buy whats produced and the system starts coming to a halt.
Neste vídeo, um “comunista” defende as famílias, as crianças e os adolescentes contra a desgraça do vício em jogos de azar, enquanto um “cristão” defende a liberdade das bets de usurpar o dinheiro do povo por meio do vício e da jogatina.
Mais um ex-extremista fanático arrependido. E este veio diretamente das fileiras bolsonaristas, com acesso ao núcleo mais influente do grupo. Hoje, expõe estratégias e práticas que presenciou e faz denúncias dos projetos malignos da falsa direita na reeleição de Lula. Ouçam.
No vídeo abaixo, um soldado israelense admite com orgulho estar matando bebês na Palestina, no Líbano e no Irã. Não há arrependimento. Não há constrangimento. Pelo contrário, ele trata isso como algo positivo e diz que "é bom matar bebês"
E o mais impressionante é que basta compartilhar vídeos como este, gravados e divulgados pelos próprios soldados, para que surjam acusações de "antissemitismo". Não estamos falando de boatos ou invenções. Estamos falando de pessoas descrevendo, ORGULHOSAMENTE, aquilo que fizeram.
O próprio soldado se apresenta como alguém que matou crianças e faz referências a outros crimes e abusos que afirma ter cometido. Ainda assim, o problema, para muitos, não é o conteúdo dessas declarações. O problema é que elas sejam expostas ao público.
Essa inversão moral é um dos aspectos mais perturbadores do momento que vivemos. Mostrar o que alguns soldados dizem e celebram publicamente passa a ser considerado mais grave do que os atos que eles próprios relatam.
Nenhuma sociedade saudável deveria normalizar a morte de crianças. Nenhuma consciência humana deveria permanecer indiferente diante de pessoas que falam sobre isso com orgulho.
Especialmente porque, esse mesmo soldado, em breve estará de férias no Brasil matando e abusando das nossas crianças, reproduzindo o que já faz contra crianças palestinas e libanesas.
Se os EUA cortarem a assistência militar que dão para Israel, no dia seguinte Israel some do mapa.
Eles sabem muito bem que aquilo ali não é um país, é um enclave.
A Argentina tá indo pro mesmo caminho.
Enclave para derrubar nações visinhas opositoras aos interesses dos EUA.
Não existe Israel sem EUA.
Se uma nação para existir depende da existência de outra, então é só um estado dessa nação que garante sua existência, é um ENCLAVE.
"The first trillionaire is a guy who became famous for electric cars, got richer from government contracts, bought a social media platform, spent years amplifying conspiracy theories and racial grievance, and somehow convinced millions of working class white guys that white guys are the victims."
Pls read, subscribe & share: https://t.co/1iJOrAbvcB