6% of all people in NZ applied for food grants in a year. When you consider that many of them will have dependents, it could be one in ten people. Michael Joseph Savage would weep - and then fight for justice https://t.co/XiuyRaUqaD
I don’t have that much life experience to go off, but the country is the worst I’ve ever seen it. Worse than anything under Ardern, Key, or Clark. The red team should be in the mid-30s at least. The last 3 years have been an absolute shit show. https://t.co/xiyPHOC3sk
Somewhere along the way, the concept of psychological safety underwent concept creep. People started to say they were unsafe if another person disagreed with them. They started to say that safe environments meant ones where everyone talked the same way, thought the same way and never ever joked or teased.
People started, in short, to equate safety with a total lack of challenge. Being a safe person meant signing up to an unspoken code of conduct. Never speaking up or ask awkward questions. A safe space meant one where everyone had to keep to the rules and Be Kind.
But true psychological safety comes from knowing that you can tolerate disagreement. It comes from knowing that people can have different views, and they may challenge you…and you’ll be safe enough anyway. It comes from knowing that you can express what you think, and you won’t be shunned or kicked out.
True psychological safety comes when we are not afraid of discomfort, not when we try to eliminate it.
Let’s stop pretending otherwise.
How many more #NZ hospital horror stories will there be before there is accountability at the highest level for failing services. We are witnessing preventable deaths of vulnerable people in state facilities. Adequate staffing is needed urgently. https://t.co/VBa274khYn
O que me deprime no caso Master não é descobrir que um banqueiro consegue circular com intimidade em Brasília e colocar no bolso todos os andares mais altos do Estado. Marx e Engels escreveram há quase dois séculos que o Estado moderno funciona como um comitê para administrar os negócios comuns da burguesia.
A novidade, portanto, não é que o dinheiro compre acesso, influência e poder. A (triste) novidade é ver os fatos sendo esfregados na nossa cara e a conclusão do debate público ser: “quem venceu, Moraes ou Mendonça? Isso é bom para Lula ou para Bolsonaro?”
Meu irmão, vocês estão diante de uma aula prática sobre como funciona o poder no capitalismo e resolveram assistir como se fosse Fla-Flu.
Moraes acusa Mendonça, Mendonça acusa Moraes, 'esquerda' escolhe um, direita escolhe o outro.... e o grande capital agradece o serviço: O sistema nunca é colocado em cheque, e o próximo 'Vorcaro' já tem data pra sair do forno.
I expected bad, but this is awful. Malpractice even. I'll limit my criticism to 9 posts.
The Herald have added together the gross debt of NZ public & private sectors and called this debt 'we collectively owe the world'. Pure unadulterated nonsense. Literally untrue. [🧵1/n]
Não é a criança que tem que fazer seus pais e avós felizes. Criança não é presente nem prêmio de consolação para a vida mal vivida de ninguém.
O ECA deixa claro que as relações precisam ser boas para a criança, e não o contrário.
É óbvio que os Correios dão prejuízo
Que empresa privada quer entregar mercadoria do Oiapoque ao Chuí? Quem quer se embrenhar na Amazônia para entregar carta?
O nome disso é função social! O foco dos Correios é universalizar o acesso, não o lucro
Sente esse sangue latino! Aos 85 anos, Ney Matogrosso se torna o primeiro brasileiro a ser fotografado por David LaChapelle, que já trabalhou com nomes como Madonna, Elton John e Andy Warhol.
📸: david_lachapelle
À frente do podcast “Não Inviabilize”, único podcast brasileiro listado entre os 20 mais ouvidos da história do Spotify, Déia Freitas abriu uma empresa de construção, a Construpônei, para formalizar os pedreiros que trabalhariam em sua obra e registrá-los no regime CLT.
A decisão partiu da percepção de que, embora esses profissionais passassem anos construindo casas para outras pessoas, muitos ainda não tinham a própria casa. “Geralmente o pedreiro trabalha por conta. Eu achei mais justo que eles tivessem um salário bacana, todos os benefícios fossem CLT”, explica. A iniciativa também se tornou uma forma de Déia ampliar para os trabalhadores da construção a lógica de distribuição dos ganhos que já aplicava à equipe do “Não Inviabilize.”
When you actually listen to the lyrics of Dolly Parton’s “9 to 5” you discover it’s a working-class anthem that highlights capitalist exploitation and the unfair treatment of everyday employees.