🐮 "Se o Lula vencer, irá indicar 4 petistas para o STF."
Se o Flávio vencer, TAMBÉM irá indicar 4 petistas.
E mais: vai colocar mais umas 100 leis feministas e avançar todas as pautas do PT, senão o PT volta!
NÃO MEDIU PALAVRAS PARA DETONAR O STF!
Joaquim Falcão, um dos mais influentes constitucionalistas, professores de Direito e intelectuais do Brasil, detonou o STF ao expor a grave degradação das nossas instituições.
Os três Poderes abandonaram a divisão constitucional para formar um conluio de autoproteção voltado unicamente para a manutenção de privilégios e a perpetuação do poder.
No Supremo Tribunal Federal, a segurança jurídica foi substituída pelo ativismo e por decisões monocráticas arbitrárias. Essa erosão ética fica ainda mais evidente com o avanço do nepotismo e a atuação ostensiva de escritórios de parentes de ministros operando nas sombras para manipular o sistema.
“A direita não bolsonarista é o segundo maior segmento eleitoral do país, um quinto do eleitorado.
É numericamente maior que o lulismo puro (embora em empate técnico, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais) e quase o dobro do bolsonarismo raiz. Não é pouca gente.
É nesse grande bloco que o Zero Um vem caindo. No segundo turno contra Lula, o apoio a Flávio na direita não bolsonarista foi de 90% em abril para 82% em junho e 74% em julho.
Entre os bolsonaristas, a queda no mesmo cenário foi de 95% para 91%. Quatro pontos num grupo, dezesseis no outro.”
https://t.co/eP4VDDETDj
DERROTA CALCULADA OU SIMPLESMENTE SOBREVIVÊNCIA POLÍTICA?
Há quem sustente que a permanência de Flávio Bolsonaro na disputa eleitoral, mesmo sem perspectivas de vitória, faz parte de uma estratégia de longo prazo do clã: sacrificar 2026 para viabilizar um retorno de Jair em 2030 e, ao mesmo tempo, neutralizar as candidaturas da direita.
A premissa dessa interpretação é que o próximo mandato de Lula será não apenas o último da sua trajetória política, mas também o mais desgastante, em razão dos efeitos de uma gestão marcada pelo populismo e pelo viés eleitoreiro.
Nessa leitura, a candidatura do “01”, ainda que eleitoralmente frágil, deverá cumprir uma função essencial: manter o bolsonarismo como polo de oposição ao PT, preservar sua base militante e impedir o surgimento de lideranças competitivas à direita – algo perfeitamente compatível com o histórico de concentração de poder do grupo.
Sob essa lógica, o desgaste previsível do próximo governo, agravado por crises econômicas, fiscais e institucionais, abrirá espaço para que Jair Bolsonaro – caso recupere a elegibilidade – ou outro nome do clã se apresente em 2030 como alternativa fortalecida diante do fracasso de mais um governo petista.
Essa hipótese, embora plausível, não passa de uma entre várias interpretações para o comportamento errático do clã que, em busca de sobrevivência política, hoje, é sustentado apenas pela lealdade cega da parcela de seguidores que ainda lhes permanece fiel, apesar de todas as suas mal escondidas contradições.
O teto que aparece na imagem de Flávio Bolsonaro com Sicário, revelada pelo ICL, é o do terraço do Fasano, hotel de luxo em frente à praia de Ipanema, no Rio de Janeiro.
Esse teto fica na área em volta da piscina, cobrindo bar, cadeiras, mesas e sofás.
Flávio já deu 3 versões sobre a foto.
Na terceira, apontou manipulação por IA, em razão do tamanho de um dedo de Sicário, sem ter cravado que nunca posou ao lado do capanga de seu “irmão” Daniel Vorcaro. Nas notas anteriores, alegou que muita gente pede para tirar foto com ele.
Já a vida nababesca do senador que mora em mansão de R$ 6 milhões em Brasília e se hospeda nos hotéis e resorts mais luxuosos do país, nem seus porta-vozes negam.
Enquanto isso, o povo do Rio - estado pelo qual ele foi eleito - segue sob o jugo de mafiosos tão poderosos quanto o dono do Master e de seus jagunços, como Sicário, em territórios dominados por facções.
Um deles era o miliciano Adriano da Nóbrega, ex-capitão do Bope homenageado por Flávio, que, como deputado estadual, lotou em seu então gabinete duas familiares do pistoleiro, apontadas pelo MP-RJ como funcionárias fantasmas, entre outros dez em alegado esquema de “rachadinhas”.
Rodrigo Bacellar, ex-presidente da Alerj e também aliado de Flávio, foi preso por vazamento de informações para o Comando Vermelho. Agora, a Polícia Federal também aponta relação de Bacellar - que foi transferido para a Penitenciária Federal de Brasília - com o grupo do bicheiro Adilsinho.
Já os dois candidatos apoiados por Flávio para o Senado eram Cláudio Castro, ex-governador declarado inelegível em razão de esquema de cargos secretos e alvo de duas operações de busca e apreensão por outros escândalos, e Márcio Canella, ex-prefeito de Belford investigado por envolvimento em máfia de combustíveis, preso em flagrante com fuzil no carro e hoje sob tornozeleira eletrônica, entre outras medidas cautelares.
@roxmo Temos a OBRIGAÇÃO de cancelar da vida politica o descondenado e a famiglia Bolsonaro. O Atraso do Brasil.
Quem defende os dois polos e conivente com este atraso!
O Flavinho desmaio tem que se retirar desta eleição..e o UNICO modo.
O BOLSONARISMO PODE SALVAR O BRASIL
Nas circunstâncias atuais, precisamos valorizar os bolsonaristas, porque eles podem salvar ou destruir o Brasil de uma vez.
Para salvá-lo basta convencer Flávio a abrir mão da candidatura em favor de Zema ou de Caiado (nesta prioridade).
Se assim for, mataremos vários coelhos com uma só cajadada: nos livraremos de Lula e do socialismo petista, acabaremos com a corrupção (não com a Lavajato como fez Jair), daremos combate efetivo ao crime organizado e início à solução para os graves vícios administrativos que empobrecem a Nação e, ainda, iniciaremos a "recuperação civilizatória" do STF.
Caso os bolsonaristas não queiram fazer o que é preciso e mantiverem-se fiéis à sua absurda ilusão, será exatamente o contrário: Lula vencerá e o socialismo petista se consolidará no poder e destruirá o País, a corrupção e o crime organizado passarão oficialmente a fazer parte da administração publica, os ministros do STF assumirão definitivamente a posição oligárquica que tanto almejam e pela qual tanto se têm batido.
Para que a primeira hipótese se realize vamos ter que agir rápido e intensamente – como psico- oftalmo-socorristas – de forma a abrir-lhes os olhos e a consciência enquanto há tempo.
O INTERESSE NACIONAL ACIMA DAS AMBIÇÕES INDIVIDUAIS
A MAIOR DEMONSTRAÇÃO DE PATRIOTISMO QUE FLÁVIO BOLSONARO PODERIA OFERECER AO PAÍS SERIA RENUNCIAR À SUA CANDIDATURA EM FAVOR DE UM DOS CANDIDATOS QUE AINDA O RESPEITAM, REÚNEM PRESTÍGIO PÚBLICO, CREDIBILIDADE E EXPERIÊNCIA EXECUTIVA.