New paper in @NatRevClinOncol !
We propose “time budgeting” as a new design principle for cancer care: treating patient time as a finite resource that should be measured, protected, and incorporated into care pathways & clinical trials.
Because time is also a toxicity. ⏳
Fertility preservation guidance from the American Society of Clinical Oncology supports timely counseling on fertility risks for all patients with cancer.
Learn more in this JAMA Clinical Guidelines Synopsis: https://t.co/bT98LsMC0q
Long-term follow-up from the ABCSG-34 trial demonstrates that baseline ctDNA positivity is associated with inferior survival outcomes in early breast cancer.
Median follow-up: 7.1 years
• Population: n=109 with ctDNA + long-term outcomes (from 400 randomized)
• Baseline ctDNA positivity: 43.4% (63/145)
Prognostic impact (baseline ctDNA+ vs ctDNA−):
• OS: HR 2.12 (p=0.043)
• iDFS: 58.5% vs 70.8% (HR 1.53)
• DRFS: 60.9% vs 77.9% (HR 1.98)
RMST (≤8 years):
• iDFS: −13.6 months
• DRFS: −16.0 months
• OS: −12.3 months
ctDNA dynamics during NAT:
• Persistence → higher residual cancer burden, lower pCR
• Clearance → trend toward improved outcomes (NS)
• Mid-/end-treatment ctDNA not statistically associated with long-term survival
While ctDNA clearance during NAT correlates with improved pathological response, its association with long-term endpoints did not reach statistical significance—likely reflecting limited sample size and post-baseline missingness/selection bias. These data support ctDNA as a dynamic MRD biomarker with potential utility for risk-adapted strategies, pending validation in adequately powered, prospective studies.
@OncoAlert@Nature_NPJ
https://t.co/Zrwx2CRaU0
Who's going to pay for daycare?
You're asking us to come during the daytime when a lot of us work.
Is it close to a bus line?
🚨@oncoalert: New podcast on diversity in cancer #clinicaltrials w/ bioethics expert Dr Miller & pt #Advocate@warriormegsie.
🎙️ https://t.co/Bgvz55qJ5m
🩺 Sex during neutropenia — what should we tell patients?
JCO Oncology Practice:
• ❤️🩹 Sexual health remains important for quality of life during cancer treatment
• 📉 Evidence for strict sexual restrictions in neutropenia is limited
• 🤝 Stable monogamous partners: condoms not routinely required if partner healthy
• ⚠️ Avoid anal sex/fecal exposure, new partners, or sex during severe mucositis
• 🚿 Gentle hygiene is sufficient; over-washing may harm mucosa
• 💊 Condoms may be used briefly after chemotherapy to protect partners from drug exposure
💡 Takeaway: counseling should be individualized and evidence-informed, not based on outdated blanket restrictions.
📄 https://t.co/yc52ULwLpg
#HemOnc #Neutropenia #CancerCare #QualityOfLife @IMG_Oncologists@oncodaily@HemOncFellows
@Fashionismo Eficazes em um estudo fase III. Ou seja, não vencem o tratamento padrão ou placebo. Para que droga seja aprovada e comercializada internacionalmente tem que ter todo um protocolo de pesquisa sério, preferencialmente multicentrico. Senao, não se consegue confiar nos dados…
@Fashionismo A entrevista dela foi… complexa. Falou sobre não precisar de estudo clínico, sendo que em fase aguda, o retorno de mobilidade por ocorrer por outras variáveis, como resolução do edema, fisioterapia etc. uma pesquisadora que se coloca contra o método científico é estranho.
@Fashionismo Os dados devem ser apresentados de forma anonimizada, com resultados sendo avaliados de forma conjunta. O estudo fase 1 em teoria correndo. Para ter ideia, de todas as drogas que saem do estudo pré clínico para o clínico fase 1 (em pessoas), apenas 10-15% de fato se mostram…
@g_m3l0_2@PauloLotufo Não demora 10 anos. E não é verdade que 70% das drogas que passam de um fase I são aprovadas. A maioria não é! Além disso, no caso, nem o fase I foi aprovado. Até para ter respaldo científico tem que ter método científico. E para isso tem que ter pesquisa séria…
@itsaflecha Toda história estranha. Não parece ter nenhum protocolo estruturado de estudo clínicos divulgação de resultados em rede social sem nenhum tipo ética de pesquisa. Aparente ausência de critério de inclusão definido, dúvida de comitê de ética e pesquisa aprovando isso tudo…
Saiu a avaliação do MEC dos formandos em Medicina:
1) Um terço deles não atingiu a nota mínima para ser considerado “proficiente”. Proficiente não quer dizer bom, não quer dizer adequado, quer dizer o mínimo para a gente dizer que o cara pode ser médico.