Queria fazer um gesto de solidariedade ao @vinijr, um jovem que certamente é o melhor jogador do Real Madrid, e que sofre repetidas ofensas. Espero que a Fifa e outras entidades tomem providências, para não deixar que o racismo tome conta do futebol.
Não foi a primeira vez, nem a segunda e nem a terceira. O racismo é o normal na La Liga. A competição acha normal, a Federação também e os adversários incentivam. Lamento muito. O campeonato que já foi de Ronaldinho, Ronaldo, Cristiano e Messi hoje é dos racistas. Uma nação linda, que me acolheu e que amo, mas que aceitou exportar a imagem para o mundo de um país racista. Lamento pelos espanhois que não concordam, mas hoje, no Brasil, a Espanha é conhecida como um país de racistas. E, infelizmente, por tudo o que acontece a cada semana, não tenho como defender. Eu concordo. Mas eu sou forte e vou até o fim contra os racistas. Mesmo que longe daqui.
Vini Jr. levando um mata-leão de um jogador branco do Valencia após se indignar com mais um caso de racismo na Espanha.
A torcida rival estava chamando o brasileiro de MACACO e ele que foi EXPULSO!
Real Madrid e La Liga são responsáveis por isso. São omissos.
Forças Vinicius Jr. 🇧🇷
🚨 Há 10 anos, designers criavam uma capsula biodegradável feita de bioplástico, para substituir os funerais convencionais.
Dessa maneira, uma árvore é plantada logo em cima, de forma que o corpo da pessoa falecida promova os nutrientes necessários para auxiliar no crescimento da planta. O objetivo é que se crie um cemitério de árvores “sagradas”!
No dia 4 setembro de 2015, Francisco de Lima, pai de 4 filhos, pedreiro, alcoólatra, divorciado e morador de rua, foi assassinado em um ato heróico nas escadarias da Catedral da Sé.
Uma senhora, que estava na igreja acabou sendo feita de refém por Luiz Silva, um criminoso foragido.
Francisco não hesitou, se atirou contra o bandido, libertou a mulher e foi morto a tiros pelo criminoso. Logo em seguida, antes que fizesse mais vitimas, a polícia eliminou o assassino.
Enquanto Francisco entregava sua vida em defesa daquela mulher, uma multidão assistia e filmava, mas só Francisco, um simples morador de rua que vivia a margem da sociedade, visto como bandido (ele tinha quatro passagens na polícia), foi capaz de entregar sua vida por uma completa desconhecida.
Que este homem seja sempre lembrado por seu ato de bravura e heroísmo.
“Ronaldo e Ronaldinho eram o cúmulo da preguiça antes das partidas. Ronaldo comia com frequência e não seguia nenhuma dieta apesar do ganho de peso, e Ronaldinho nem sabia o nome do time que jogaríamos no dia da partida. No entanto, todos sabem o quão incrível e imparável eles costumavam jogar.”
- Adriano Galliani, ex-vice-presidente do Milan, entrevista a La Gazzetta dello Sport.