Europa conclui legislação que regula as big techs. A Europa, você sabe, é aquele ajuntamento de países comunistas e totalitários.
Vai ver se lá o Google distorceu e o Twitter censurou posts lá quando legislaram sobre eles. Facebook tomou 300Mi de multa! https://t.co/ydl3xwrT62
O fenômeno da violência é complexo e multifatorial. Não há soluções simples ou rápidas. A cultura da violência precisa ser percebida nas suas múltiplas manifestações. Ela está presente na banalização das agressões físicas ou verbais dentro de casa (normalmente homens oprimindo mulheres), na tolerância irresponsável aos episódios de bullying nas escolas, no algoritmo das redes sociais que recompensa mensagens beligerantes com mais engajamentos (likes e curtidas), na moderação frouxa dessas redes (que acolhem “tutoriais” para o cometimento de suicídios, homicídios, massacres, etc.), nos “gritos de guerra” das torcidas organizadas turbinando batalhas campais, na transformação da política em ringue de luta livre, entre outros exemplos. É preciso levar a sério os debates em favor de uma cultura de paz, onde as diversas manifestações de violência sejam progressivamente estudadas, combatidas e rejeitadas. Cada um de nós tem o poder de reduzir ou agravar esse ambiente hostil em que vivemos. É preciso ouvir os estudiosos, conhecer seus trabalhos, investigar os resultados concretos de boas práticas que promovem a saúde mental, a segurança pública, o acolhimento às vítimas da violência, a inclusão da cultura de paz nas escolas, entre outras iniciativas. É preciso fazer mais e melhor. Agora!
O senador @efraimfilho (União Brasil/PB) será o relator da MP que reduziu drasticamente a proteção da Mata Atlântica. Os deputados do União Brasil ajudaram a aprovar na última quinta-feira na Câmara a ‘emenda jabuti’ que destruiu as medidas protetivas mais importantes da Lei da Mata Atlântica. Segundo os técnicos da Fundação @sosma se essa MP for aprovada no Senado, 38% do bioma (12 milhões de hectares) se tornarão vulneráveis à destruição. Importante lembrar que restam apenas 24% de vegetação de Mata Atlântica no Brasil. É das nascentes e mananciais deste bioma que sai a água doce que abastece 100 milhões de brasileiros. Que os interesses privados não se sobreponham ao interesse público, e não falte aos senadores o bom senso que deveria nortear os trabalhos na Câmara.
Quase dois anos depois de ter sido o pivô da crise que resultou na saída do ex-ministro Ricardo Salles do governo, @DelegadoSaraiva lança esta semana livro em que compartilha detalhes do que houve antes, durante e depois da maior apreensão de madeira ilegal da história do Brasil. “As provas que colhemos demonstravam que Ricardo Salles havia reunido um grupo de madeireiros que exerciam atividades ilegais em grande escala para que eles providenciassem e entregassem documentos fraudulentos à PF. Os atos de Salles não apenas dificultavam a fiscalização ambiental, como também obstruíam a investigação policial. Dispúnhamos, ainda, de elementos para denunciar o senador Telmário Motta e o presidente do Ibama, Eduardo Bim, por dificultarem a ação fiscalizadora do Poder Público, por advocacia administrativa e por organização criminosa”, escreveu o autor. Alexandre Saraiva explica como atuam as organizações criminosas ligadas ao tráfico de madeira, garimpo ilegal, grilagem de terra, invasão de terras indígenas, etc. E revela como se deu a participação numa live de Jair Bolsonaro, quando teve o nome cogitado - e vetado - para ocupar o Ministério do Meio Ambiente.