Emerse Faé, técnico da Costa do Marfim, não mediu palavras ao comentar a fala de Bastian Schweinsteiger sobre o futebol africano, considerado por ele "um pouco selvagem, não convencional e talvez não condicionado pela tática".
"Quando ouvi esse comentário, fiquei decepcionado. Decepcionado com o homem. Quando você conhece tanto de futebol quanto ele, é estranho que ele fale de uma forma que podemos chamar de racista, se vamos dar nome aos bois".
Projeto nacional x Bets
Essa copa do mundo está escrachando o nível de dominação que as bets estão operando. Comentaristas e certos canais no YouTube são instrumentos de uma verdadeira psy-ops desta nova camada de sujeira do capitalismo financeirizado.
Enriquece alguns, destroi vidas e famílias. Péssimo para o país e a economia. O exemplo oposto de um país regido por um projeto nacional.
Nossa pré-candidatura se declara como uma frente de oposição às operações das bets no Brasil.
“Ninguém que você segue está interessado na sua opinião!”
No #Provoca desta terça (23), Daniel Furlan, o Craque Daniel do Falha de Cobertura, faz um desabafo contundente sobre os mendigos de like e engajamento na internet. Confira!
#TVCultura#SomosCultura#FalhaDeCobertura
Essa publicação, no Insta, estava com quase 2 milhões de visualizações. A turma do MBL fez denúncias em massa. O insta apagou o vídeo e colocou restrições no meu perfil.
A Meta oficialmente protegendo o candidato que faz “brincadeira” com estupro.
João Canalha descreveu a ESPN do Trajano como um lugar que provavelmente não existe mais no jornalismo esportivo brasileiro.
Zero censura. Zero interferência. Quando os americanos da Disney vinham dar orientação, o Trajano os recebia e despachava:
"Vocês não entendem nada do Brasil. Não se metam."
A prova mais clara disso foi a campanha Fora Ricardo Teixeira feita no ar da ESPN.
A mesma ESPN que tinha contrato com a CBF.
Em qualquer outra emissora isso seria impensável. Lá era rotina.
No Bate-bola falavam de cinema, política, música. Saíam completamente do assunto esportivo.
"Futebol é diversão também, né?"
E o público respondia. Chegavam fax do Acre, da Bahia, do Rio Grande do Sul, do Mato Grosso. Trajano chegou um dia e disse:
"Vocês não vão ler mais fax no programa no horário de 12:00 às 13:00. Mas vou dar mais 15 minutos só para isso."
Repórteres excelentes. Profundidade. Viagem. Reportagem pautada.
"A gente falava mesmo. Não tinha censura e ninguém abusava de nada."
Aí a Disney mandou argentinos para gerir o comercial. Pediram uma lista. Cortaram os mais velhos e os mais caros. Engessaram o que estava solto. Trocaram camisa fora da calça por palitó e gravata.
"Tentaram fazer uma coisa careta. Botar paletozinho."
Não deu resultado comercial, mas deu resultado de outro tipo.
Tirou do ar uma geração inteira de jornalistas que nunca mais foi recontratada.
Você acompanhou a ESPN nessa época? O que você lembra?
🎙️ Canal Cosme Rímoli — link abaixo #ESPN #Trajano #jornalismo #futebol #JoãoCanalha #CosmeRímoli
@AndreiKampff Acho q sou mais ranzinza que vc.
É complicado misturar as duas coisas e Jornalismo é importante demais pra ser mero objeto de consumo.
Mas por exemplo, acho fantástico o trabalho do Defante. O entretenimento dele tem mais jornalismo q o jornalismo de mta gente. Isso q é foda.
Suleiman Al-Obeid, o "Pelé Palestino", assassinado a tiros pelos israelenses enquanto procurava comida para os filhos em Gaza em agosto de 2025.
Gol pela seleção palestina em partida contra o Iêmen em 2010.
According to Western media, Lamine Yamal has lost the sparkle in his eyes despite being only 18 years old because he waved a Palestinian flag.
The mainstream sports media continues to serve zionism.
@luanaraujo90 Quem queria (influenciou diretamente) a convocação do Ney? Patrocinadores.
Quem recebe dinheiro dos patrocinadores? CBF e emissoras que cobrem a copa.
Pra quem o Rizek trabalha?
"agradar" é um eufemismo pra quem é contundentemente porta-voz de burguês.
@AndreiKampff Só não concordo com a "questão de formato".
Quando jornalista vira o protagonista da história, o jornalismo virou publicidade.
Coisas como abrir uma entrevista falando da emissora e distribuindo brinde é uma das coisas mais constrangedoras que eu já vi um "jornalista" fazer.
Vendo a programação da Copa me dou conta de uma derrota do jornalismo.
Trabalhei por quase 30 anos em veículo de comunicação de ponta e era cristalina pra nós a divisão entre jornalismo e comercial.
Não era um detalhe: era uma regra (de batalha contra o comercial) para proteger a independência da informação, a prioridade da notícia e a credibilidade do conteúdo.
Hoje, o comercial ocupa cada vez mais espaço dentro da programação do conteúdo.
Uma realidade do mercado, tudo bem. Mas é também uma derrota do jornalismo.
Furlan e Caito foram pra Beagá ver o Flamengo na final da Copa do Brasil contra o Cruzeiro em 2017. O que vem na sequência, horas depois do jogo, é OURO.
Os dois ABSOLUTAMENTE PISTOLAS e várias vezes fora do personagem.
Uma lost mídia que só os de verdade vão lembrar.