If the leaders of the major AI companies admit that they are losing control of their extremely dangerous technology, it is time for an immediate PAUSE on advanced AI development and a permanent BAN on superintelligence.
🚨 AGORA! Jorge Jesus fala sobre Neymar em sua apresentação por Portugal:
"O passado e o nome para mim não contam. Eu já treinei 2 dos 3 melhores jogadores do mundo. E um dia eu disse ao Neymar: 'tu, finish'."
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- Espanha e Áustria vão jogar hoje.
- Contra quem?
Essa piadinha, que já está rolando há alguns dias, faz referência à Casa de Habsburgo, uma das mais influentes famílias nobres da história do Ocidente.
No auge, ela chegou a ter o controle da Espanha e de todo seu império colonial, bem como do Sacro Império Romano-Germânico.
Originados no que hoje é a Suíça, os Habsburgos expandiram seus domínios ao longo dos séculos por meio de casamentos e uniões dinásticas.
No fim do século XV, Filipe, herdeiro dos Habsburgos, se casou com Joana de Castela, herdeira da Espanha. O filho deles, Carlos V, foi quem unificou os títulos de Sacro Imperador Romano e Rei da Espanha.
Em 1556, reconhecendo a dificuldade de governar todo esse imenso território, ele tomou uma série de ações que resultaram na divisão das posses entre os Habsburgos Espanhóis, comandados por seu filho, e os Habsburgos Austríacos, comandados por seu irmão.
Na Espanha, eles governaram até 1700, quando o rei Carlos II não deixou herdeiros, e a família real que assumiu foram os Bourbon. Estão no trono até hoje.
O lado austríaco continuou no poder por muitos séculos (por meio de um ramo secundário, os Habsburgo-Lorena), mesmo com o fim do Sacro Império Romano, e ajudou a moldar a história da Áustria e da Europa Central.
E não só deles: em 1817, Maria Leopoldina da Áustria, uma Habsburgo, se casou com Dom Pedro, herdeiro do trono de Portugal, que declarou a independência do Brasil e se tornou o 1º imperador do país.
Quando o Brasil se tornou independente, foi criada a bandeira imperial, com o retângulo verde simbolizando a Casa de Bragança, de Portugal, e um losango amarelo representando a cor dos Habsburgo, em homenagem ao casal.
A bandeira foi alterada após a proclamação da república, mas essas partes permaneceram.
A seleção brasileira, que iniciou sua trajetória no futebol jogando de branco, adotou o amarelo da bandeira após a trágica derrota pro Uruguai na Copa do Mundo de 1950.
E foi assim que, sem querer, a influência dos Habsburgos se espalhou tanto que ajudou a moldar a camisa de futebol mais famosa e vitoriosa da história.
Reclamamos do racismo dos argentinos e como eles acham natural, uma mera provocação esportiva, mas em relação à homofobia, estamos no mesmo nível.
Não tem diferença.
“Há de chegar talvez o dia em que o Flamengo não precisará de jogadores, nem de técnicos, nem de nada. Bastará à camisa, aberta no arco. E diante do furor impotente do adversário, a camisa rubro-negra será uma bastilha inexpugnável.”
- Nelson Rodrigues.
"O Flamengo optou em manter essa equipe. Não há a menor possibilidade dessas meninas serem dispensadas."
- Alexandre Póvoa, vice de Olímpicos do Fla
22/03/2013
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