O STF decide, opina, pauta e coordena. Já nem fingem que há separação de poderes. A Suprema Corte virou o novo centro de gravidade do país. Somos oficialmente a República dos ministros. E o pior: ninguém parece achar anormal.
Acabo de sair do Supremo Tribunal Federal, onde participei de uma reunião para discutir a pauta da Segurança Publica. Participaram o Vice-Presidente do STF, Ministro Alexandre de Moraes, o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, e os 27 Procuradores de Estado do país. O momento é de união das instituições contra o crime organizado.
Sleeping Giants perseguiu diversas empresas, recebeu milhões e espaço em órgãos públicos, afinal, eles eram “contra o ódio”. Com a enxurrada de comentários nojentos sobre Charlie Kirk, sumiram. A máscara caiu: sempre foram militantes fantasiados de justiceiros sociais. Tiranos!
Minha solidariedade ao @monark e às demais vítimas do regime de censura e perseguição instaurado no Brasil. Há tempos estou convicto de que um único homem é quem manda no país e "em nome da democracia" promove as decisões mais antidemocráticas de nossa história.
A realidade pode doer, mas não deixará de ser realidade. Lula tomará posse e será o presidente a partir do dia 1º, apesar de intensos protestos contra ele. Não caiam em falsa de esperança de "não sobe a rampa". Se permanece no cargo durante os quatro anos, é outra história.
Prestes a embarcar para os EUA, Bolsonaro faz live de despedida, chora e agradece seus apoiadores: "muito obrigado a todos vocês por terem me proporcionado esses quatros anos à frente da Presidência da República".
Em live nas redes sociais, Bolsonaro defende seu legado na Presidência, descarta "qualquer medida de força" e já fala em "novo governo". Segundo ele, o cenário para o Brasil a partir de 1º de janeiro "não é bom", mas "não é por isso que a gente vai deixar de fazer oposição".