Psychology says some people avoid socializing not because they hate people, but because they can read them too well. They walk into a room and immediately sense the fake laughs, the hidden agendas, the performances. Their nervous system doesn't misread the signal, it just refuses to ignore it. Small talk feels like a tax they didn't agree to pay. Forced smiles cost them energy that takes hours to recover. They're not broken. They're calibrated differently. They don't avoid people. They avoid emotional labor that leads nowhere. When they do connect, it's deep, intentional, real. No masks. No games. Fewer friends doesn't mean loneliness. It means higher standards. That's not antisocial behavior. That's emotional intelligence.
@guaccelerate Com ctza, toda vez q eu cresci foi ouvindo contraponto e quem pensa diferente, desculpa se fui soberbo no comentário, é realmente um sentimento de querer entender, até pq só pelos seus comentários eu vejo que tem um abismo de conhecimento entre nós, por isso te sigo hehe
@levisback Pode dar Espanha passagem da coroa pro novo escolhido da elite. Dito isso não ofereçamos nossa atenção a esse ritual maçônico satânico...puro Goyslop https://t.co/KS3hXkF4jL
Precisamos com urgência reagir a prática de promotores Brasil afora perseguirem o cristianismo.
Essa do colégio CONFESSIONAL católico ser proibido de exigir presença em missas é apenas a mais recente.
Lembro que, na Paraíba, um padre foi OBRIGADO a participar de culto de outras religiões porque alertou os fiéis da sua paróquia sobre a doutrina da Igreja: que, para um católico, frequentar terreiros de umbanda é pecado mortal e a consequência é o inferno.
Pois bem. O Ministério Público da Paraíba ameaçou processar o padre criminalmente caso ele não se desculpasse e participasse de um ~ato inter-religioso~, que terminou com uma mãe de santo cantando o Hino da Umbanda.
Nenhuma outra religião neste país tem sido alvo de tantos ataques do Ministério Público como cristianismo, principalmente as igrejas e sacerdotes em comunhão com o Papa.
Até quando vamos permitir que a nossa fé seja criminalizada?
RELATÓRIO SOBRE A FÉ
Esta entrevista, que se estende por um livro, é excelente em muitos aspectos, mas Ratzinger comete um erro fundamental em sua análise. Ele argumenta que o desastre pós-conciliar não reflete o verdadeiro espírito do Concílio Vaticano II, mas sim uma espécie de antiespírito. Esse antiespírito, afirma ele, contraria o verdadeiro significado dos textos conciliares [1].
No entanto, isso está completamente errado. Embora nas últimas seis décadas tenham ocorrido excessos que ultrapassaram o Concílio e tentaram superá-lo, o verdadeiro espírito do Vaticano II é, de fato, um espírito de ruptura. O próprio Ratzinger reconhece isso em outra de suas obras. Segundo ele, “Gaudium et spes”, juntamente com “Dignitatis humanae” e “Nostra aetate”, constituem uma “revisão do Syllabus de Pio IX, uma espécie de ‘Antisyllabus’” [2].
Assim, o verdadeiro espírito do Concílio não é outro senão a sua “inspiração”, isto é, aquilo que anteriormente “moveu” os Padres Conciliares e os redatores à preparação dos textos. Portanto, devemos aplicar uma hermenêutica adequada, lendo os textos em seu sentido original, evidente e inequívoco.
A intenção de Ratzinger era boa; ele inventou um “verdadeiro espírito” para corrigir o rumo. Da mesma forma, como Bento XVI, ele falou da “hermenêutica da continuidade”, em oposição à “hermenêutica da ruptura”, negligenciando a “ruptura” que o próprio Concílio representa, tanto em seu conteúdo textual quanto na aplicação realizada pelos próprios protagonistas que o conceberam.
Portanto, aderindo estritamente ao critério hermenêutico supracitado, devemos dar ouvidos aos outros autores intelectuais do Vaticano II (Rahner, Küng, Congar, Schillebeeckx, etc.), que concordaram que, após o Concílio, nada poderia ser como antes. O mesmo acontecerá agora com a sinodalidade, mas essa é outra história.
— Dr. Ottaviani, do seu bunker
✒️ @bunkerottaviani
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Notas
1. Cf. Joseph Ratzinger e Vittorio Messori, “Relatório sobre a Fé”, Madrid: BAC, 1985, pp. 39-41.
2. Joseph Ratzinger, “Teoria dos princípios teológicos”, Barcelona: Herder, 1985, p. 457.