Bill Clinton: “The Palestinians were offered a state. They refused. A state wasn't their goal. Killing Jews was."
This must be shared every single day.
This sketch from Israel’s popular satire show Eretz Nehederet aired shortly after October 7 and perfectly captured the total stupidity of the woke useful idiots supporting Hamas on Western campuses.
@ShaykhSulaiman people who support Palestine in Bahia are not locals
This is old news , the population of Itacare , support Israeli tourist and went to public to defend them , many even speaks Hebrew ,
Carta Aberta a Guga Chacra (@gugachacra) e Mônica Bergamo (@monicabergamo)
Prezados “jornalistas”,
Vocês publicaram com orgulho a íntegra da coluna de Nicholas Kristof no New York Times sobre “The Silence That Meets The Rape of Palestinians”. Sem um pingo de filtro, sem contraponto, sem uma única pergunta incômoda. Só alegria militante, com direito a emoji de aplausos, simplificação e compartilhamento automático.
Vamos falar claro, sem essa de “equilíbrio” de araque que vocês tanto fingem:
A tal “reportagem” (que na verdade é coluna de opinião) se apoia em 14 ou 15 palestinos, a maioria anônimos, e ONGs com ficha corrida de ativismo anti-Israel. O destaque vai para alegações absurdas, como um suposto estupro por cachorro treinado (com ordens em hebraico, soldados rindo e fotografando). Veterinários, treinadores de cães e médicos legistas riram da piada: biologicamente impossível, medicamente ridículo, forensemente risível. Detalhes que “evoluem” com o tempo, ficando mais grotescos a cada entrevista. A geração Z tem um nome pra isso: fanfic, fanfic barata disfarçada de ativismo.
Enquanto isso, o Daily Mail, que não é exatamente “sionista”, publicou no dia seguinte o relatório “Silenced No More” da Civil Commission: mais de 300 páginas, 430 testemunhos, 10 mil fotos e vídeos analisados, 1.800 horas de material, geolocalização, mensagens, depoimentos de patologistas e primeiros socorristas. Um trabalho metódico, com nomes, datas, evidências concretas de estupros em gangues, mutilações genitais, objetos enfiados, abusos pós-morte, queima de órgãos sexuais e humilhações familiares cometidos pelo Hamas em 7 de outubro. Observem, não é um simples artigo de opinião.
O próprio Daily Mail, o mesmo veículo que vocês ignoram convenientemente, publicou também uma investigação explosiva com testemunhos filmados de Gaza revelando abusos sexuais sistemáticos contra crianças e mulheres palestinas por clérigos e figuras afiliadas ao Hamas. Mães ameaçadas e silenciadas para não denunciar. O Daily Mail obteve vídeos e depoimentos diretos mostrando como a própria “resistência” usa e abusa do próprio povo, inclusive das crianças mais vulneráveis.
Mas isso vocês não publicaram, né? Claro. Não combina com a narrativa.
Perguntas desconfortáveis que vocês nunca fazem:
• Por que exatamente 24 horas antes do lançamento desse relatório robusto o NYT soltou a coluna do Kristof? Coincidência ou operação padrão de equivalência moral barata?
• Por que, quando o Hamas estupra, mutila e filma israelenses, vocês exigem “verificação rigorosa e múltiplas fontes”? E quando a acusação é contra Israel, um anônimo + ONG militante já vira “verdade sagrada”?
• Vocês gritam por Gaza todos os dias. Então respondam: por que o silêncio quando o Daily Mail documenta, com depoimentos filmados, crianças palestinas de nove e dez anos estupradas por clérigos ligados ao Hamas dentro de mesquitas e mulheres deslocadas extorquidas por sexo em troca de comida, com as famílias caladas sob ameaça de morte? Por quê?
• Vocês viram os depoimentos de Raz Cohen, Darin Komarov, Sapir, Yoni Saadon, Amit Soussana e Keith Siegel? Ou só leem o que reforça o viés?
E mesmo assim vocês divulgam como proselitistas fervorosos de uma narrativa bem duvidosa.
Vocês se vendem como os donos da nuance, da isenção, do contexto. Mas diante disso emudecem. Restam duas hipóteses, e as duas são humilhantes para quem se diz jornalista: ou não apuraram, ou apuraram e preferiram fazer uma escolha. Qual vocês preferem assinar?
O NYT já foi flagrado repetidamente no mesmo truque. Lembram da foto de uma criança com doença pré-existente vendida como “fome pura causada por Israel”, seguida de correção discreta depois que a imagem viralizou? Vocês sabem disso. E mesmo assim seguem reverenciando as colunas deles como se fossem texto sagrado, citando, compartilhando, batendo continência. Patético.
E não estou aqui pedindo para negarem sofrimento palestino. Ele existe e deve ser investigado com seriedade, inclusive o sofrimento causado pelo próprio Hamas contra o próprio povo. Israel, ao contrário, sempre investigou e puniu violações cometidas por suas forças, com prestações de contas públicas, processos judiciais transparentes e até condenações de soldados e oficiais.
Exijo sim que mostrem os dois lados com honestidade intelectual.
Publiquem a íntegra do “Silenced No More” e da investigação do Daily Mail sobre os abusos contra crianças e mulheres palestinas em Gaza. Entrevistem a Dra. Cochav Elkayam-Levy. Coloquem os depoimentos brutais de 7 de outubro e os vídeos de Gaza lado a lado com as alegações anônimas do Kristof. Deixem o público, que não é idiota, decidir por si..
..ou vão continuar como meros repetidores úteis de uma narrativa que precisa desesperadamente fabricar simetria moral onde só existe barbárie de um lado e resposta do outro?
A verdade aguenta escrutínio. A credibilidade de vocês, pelo visto, não.
Esperamos jornalismo. Não eco com palminhas.
Vocês têm o alcance, têm o crachá e têm o dever. Usem para apurar, não para ecoar.
Com zero paciência para mais dessa capciosidade questionável,
Hasbará Brasil
“There will be no peace”
“With Allah’s help, the Jews will all die”
These are words ingrained and indoctrinated into young children, my teachers at UNRWA schools.
How can you coexist with such people who was you annihilated?
The next war is already written.
Palestinian TV explicitly teaches Palestinian children to become
This is the most grotesque form of child abuse; a systemic brainwashing of children to sacrifice themselves in the name of terrorism.
My speech at the UN Human Rights Council about their recent report on Israel on behalf of the @UNWatch :
I ask the UN, the Arab League, and everyone who had waving the Palestinian flag since October 7:
Where is the flag of Yemen?
In my country, half a million people have died in the last 10 years.
The biggest famine and humanitarian crisis in modern history.
Why does no one care when half a million Yemenis die?
What about Sudan? In less than two years, more than 150,000 people have been killed.
Where is the Sudanese flag?
What about Syria?
Half a million people were killed.
Where is the Syrian flag?
High Commissioner, why is it that when Arabs kill millions of Arabs, no one bats an eye?
Where is the outrage?
Where are the protests?
High Commissioner, may I ask why your report mentions Israel 188 times — yet fails to mention the Islamic Republic in Iran even once?
How can you speak about the conflict while ignoring the party who armed, trained, and funded the terror proxies — Hamas, Hezbollah, the Houthis — who have been bombing Israel thousands of times?
Why don’t you mention that the Houthis in Yemen have spent millions of dollars firing missiles at Israel, instead of feeding my starving people?
And why is Qatar sitting here as a member of the Human Rights Council when they host the Hamas terror leaders in luxury hotels?
———
Their response?
Silence.
Please stop scrolling for a moment and bookmark this documentary film if you can’t watch it right now.
https://t.co/wLBDcwJ73K
Legendary filmmaker Pierre Rehov triggered absolute hysteria among Muslims, woke anarchists, and other Nazis by releasing his powerful documentary “Pogrom(s)” online.
The mainstream media and industry censored and rejected it because it shows the raw, savage atrocities, rapes, tortures, beheadings, and massacres committed by Arab Muslims against Jews on October 7.
Instead of suppressing the truth, Rehov made it freely available for the world to see the horrors that Hamas and its supporters openly celebrate.
This is the truth they cannot handle.
Please share before you start watching it, so others will see it by the time you finish. Bookmark if you can’t watch now, and follow the brave filmmaker @rehoov.