Você nunca foi fraca! Só precisa de trabalho, respeito e liberdade para escolher a própria vida! Vamos juntas nos livrar do abuso, da dependência e da insegurança. Dia 25, @flaviobolsonaro.
JANONES ESTÁ COMETENDO CRIME ELEITORAL
Mas enquanto os influencers, deputags e o partido do @FlavioBolsonaro dorme, NÓS IREMOS AGIR.
Preciso que TODOS VOCÊS ativem as notificações e cumpram o que vou mandar 20h.
VAMOS APOSENTAR O LULA
🚨 WOW! If Brazil FLIPS right-wing after tonight's Flavio Bolsonaro results, Latin America becomes even more DOMINATED by right-leaning or Trump-aligned leaders
And then Cuba? 🔥🔥
BOLSONARO CAN WIN THE RUNOFF! 🇺🇸🇧🇷
MARCO RUBIO CALLED IT: "Virtually EVERY election that's happened in the Western Hemisphere, since you were elected president, has elected someone who is pro-American."
"For the first time in 15-20 years, the overwhelming majority of the countries in the Western Hemisphere are now led by pro-American leaders and pro-American governments. It's an extraordinary achievement."
Venezuela is now Trump-aligned. Brazil may soon be led by the right-wing. Cuba might be next. Everyone else should follow suit!
VOTING MATTERS.
Um filho que aconselhou o pai a votar no @FlavioBolsonaro pois não suporta mais ver o pai petista arrastando esse carrinho de sorvete sem conseguir mudar de vida.
PT mantém o povo na pobreza.
Vamos acabar com o sofrimento do povo e renovar o Brasil! 🙏
Já pediram para tirar do ar, foi desbloqueado!!
Agora senta o dedo, e vamos compartilhar sem dó...
Se cada um enviar para 10 pessoas rapidamente alcançaremos o país inteiro!!!
🇺🇸🇺🇳 A Nova Ordem de Trump nasce na ONU
Donald Trump vai à sede das Nações Unidas com um único compromisso oficial: o discurso de abertura da 81ª Assembleia Geral. Horas depois, no mesmo prédio, assina o acordo que amplia de forma permanente a presença militar americana na Groenlândia. Em seguida, senta-se com dirigentes de 14 países latino-americanos e caribenhos para fechar uma lista comum de inimigos, recebe a primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, e Volodymyr Zelensky, conversa com as monarquias do Golfo e ameaça o Irã. Na quinta-feira, Xi Jinping chega à Casa Branca.
A imprensa tratou cada encontro como notícia isolada. Quem liga os pontos, porém, encontra uma política externa com geometria definida. No centro, o território americano em sentido amplo, do Ártico a todo o hemisfério ocidental. Ao redor, os aliados militares de que os Estados Unidos não abrem mão. Mais adiante, parceiros protegidos enquanto aceitarem as prioridades da Casa Branca. Quem fica de fora conhece o outro lado da moeda. Nenhum documento oficial leva o nome de "nova ordem de Trump", mas os fatos de uma única terça-feira falam por ele.
Comecemos pelo norte. Durante meses, Trump falou em comprar a Groenlândia, depois em tomá-la. A ilha continua dinamarquesa. O acordo assinado na ONU, no entanto, entrega aos americanos aquilo que uma bandeira fincada jamais garantiria: a modernização da base espacial de Pituffik, estruturas do Golden Dome, o escudo antimísseis de Trump, e duas novas áreas militares em Narsarsuaq e Mestersvig. Países de fora da OTAN não podem instalar forças por lá, e investimentos estrangeiros em infraestrutura crítica e recursos minerais podem ser vetados. O acordo não tem data para acabar. Qualquer semelhança com o apetite chinês por minerais estratégicos não é mera coincidência.
Descendo o mapa, chegamos ao Escudo das Américas, coalizão criada em março por governos alinhados à Casa Branca, como Argentina, Equador e El Salvador, e reforçada por Colômbia e Peru após suas trocas de governo. Trump pediu aos membros o reconhecimento conjunto de 24 organizações do narcotráfico como ameaças à estabilidade regional, com sanções coordenadas. Na lista, dois nomes bem conhecidos do brasileiro: PCC e Comando Vermelho. Sem defesa automática nem comando integrado, chamar o Escudo de "OTAN latino-americana" é, por ora, força de expressão. Mas quem define os inimigos, propõe as sanções e organiza a inteligência é o governo americano. A segurança do continente, empurrada com a barriga por décadas nas reuniões da OEA, passa a ser distribuída conforme o grau de alinhamento de cada governo.
A Venezuela entrou no discurso como vitrine. A captura de Nicolás Maduro, o apoio à administração de Delcy Rodríguez e o acordo petrolífero que veio na sequência foram apresentados como prova de que os Estados Unidos estão dispostos a repetir a dose onde julgarem necessário. No México e no Brasil, o recado foi ouvido.
E onde fica o Brasil nesse desenho? Do lado de fora, na companhia do México. Se os vizinhos passam a tratar PCC e Comando Vermelho como ameaça comum, as empresas de fachada, os esquemas de lavagem e as rotas do tráfico dessas organizações perdem abrigo na Argentina, no Paraguai, na Colômbia, no Equador e no Peru. Para onde irão? Da tribuna, Lula afirmou que o país precisa de cooperação contra o crime, não de forças estrangeiras, e que o Brasil "não cabe no quintal de ninguém". Acontece que a cooperação oferecida pelo governo americano não se resume a telefonemas entre agências: envolve inteligência de alto nível e integração militar. O preço de recusá-la já está exposto. Enquanto a delegação americana fechava acordos em série, a agenda do presidente brasileiro em Nova York se resumia a encontros com o prefeito da cidade, com o senador Bernie Sanders e com o presidente do Uruguai.
Do outro lado do Pacífico, a mesma lógica aparece com a conta anexada. A Coreia do Sul negocia US$ 350 bilhões em investimentos nos Estados Unidos, e o Japão expande seu aparato de defesa sem alterar uma vírgula dos limites formais herdados do pós-guerra.
Com o Irã, Trump falou em aniquilação caso não haja acordo e, horas depois, garantiu que as conversas seguem. Quem enxerga incoerência não prestou atenção à sequência, repetida em todos os tabuleiros: força, asfixia econômica e, por último, a mesa de negociação, já com a correlação de poder alterada.
É exatamente essa mesa que espera Xi Jinping. O líder chinês vai encontrar Japão e Coreia do Sul reafirmados, o capital chinês barrado na Groenlândia e uma coalizão hemisférica erguida justamente onde a China passou a última década expandindo comércio, crédito e infraestrutura. Trump começou a negociar antes de o convidado chegar. E o Brasil, que segue abrindo as portas do continente para a China, assistiu a tudo da plateia.
Atendendo ao pedido do meu futuro presidente, estou retweetando este vídeo. Se vc puder, faça o mesmo.
E para quem sabe que o recado é para si: eu não esqueço trairagem. A conta não precisa ser cobrada hoje, mas pode ter certeza de que será cobrada no momento certo. 😉
Hoje, o próximo presidente do Brasil, @FlavioBolsonaro, teve a gentileza de se reunir com parte de nossa equipe econômica.
É uma equipe que me enche de orgulho: são quase 100 voluntários — PhDs, doutores, professores, pesquisadores e especialistas em economia, direito, estatística, administração e diversas outras áreas do conhecimento — trabalhando desde novembro do ano passado na construção de propostas concretas para o Brasil.
Gente qualificada, experiente e, acima de tudo, disposta a dedicar seu tempo e conhecimento ao país.
Nosso trabalho é transformar boas ideias em medidas efetivas para recolocar o Brasil no Caminho da Prosperidade. O Brasil tem solução 🙏🇧🇷
Alexandre de Moraes é o principal responsável por Lula voltar à cena do crime.
Sentou na cadeira, aparelhou o Estado e sua máfia implodiu a democracia, sob o falso pretexto de “protegê-la”.
Faltam exatamente 14 dias para as eleições. Peço a você a oportunidade de resgatar o nosso Brasil, pois é a última chance!