A @FSU_BR repudia a tentativa de uma promotora de criar um efeito inibidor sobre a expressão religiosa pública.
Não entendi quem viu nisso um caso de defesa da laicidade. A promotora, Elayne Rodrigues, retratou a liberdade religiosa de uma forma completamente invertida: num evento que ela própria disse que não era financiado com verba estatal, ela alega que a liberdade religiosa é só para o espaço privado. É como dizer “você tem liberdade só da porta da sua casa para dentro”. A liberdade de expressão — que engloba pensamento e crença — é prescrita justamente para o espaço público. É no espaço privado que a gente pode criar regras mais estritas de expressão. Ninguém está interessado em subir num caixote para vociferar dentro da própria casa. A praça pública é o lugar dos pregadores do fim do mundo, dos evangelizadores, bem como dos ateus.
Então, não, não se trata de alguém defendendo separação entre igreja e Estado. Se defendesse, falaria do assunto com mais propriedade do que falou. Trata-se de mais um caso de autoridade pública tentando intimidar a expressão dos outros, e ainda achando que encarna a instituição à qual pertence ao falar em nome dela. "O Estado sou eu".
O caso serve para mais brasileiros acordarem que a ameaça à liberdade de expressão não está só no Judiciário, mas também nos ativistas do Ministério Público. Precisamos dar um freio em quem abusa da posição de promotor para coibir a cidadania em vez de promovê-la e para implantar sua ideologia no lugar da lei. A primeira coisa a fazer é dar um fim na moda dos "danos morais coletivos" que promotores desse tipo têm usado para silenciar brasileiros ao arrepio da lei. Outra é criticar duramente promotores que dizem impropérios como os ditos por Rodrigues.
O caso dos pais que foram condenados à prisão por homeschooling no Brasil chocou e virou manchete internacional na Fox News. O Brasil é o campeão da vergonha e da perseguição política. Com essa mulher e mãe, nenhuma feminista se importa, não é verdade? Hipócritas desgraçados.
🇧🇷🚨 Nova operação de busca e apreensão contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Segundo a defesa, as autoridades já haviam sido informadas sobre o paradeiro das armas legalmente registradas. Ainda assim, a residência foi alvo de buscas, incluindo o quarto da filha Laura. Ao final da operação, nenhuma arma foi encontrada no local.
A defesa classifica a medida como desnecessária e afirma que houve excesso na condução da operação.