Uma ex-assessora do gabinete do deputado Mario Frias decidiu falar com o repórter Reynaldo Turollo, da GloboNews, e detalhou o esquema.
Os pontos principais revelados por Gardênia Leite Morais foram:
• O salário: Ela recebia um salário bruto de R$ 20.000,00.
• A divisão: Desse valor, Gardênia ficava com apenas R$ 6.000,00 ou R$ 7.000,00. O restante era devolvido para Raphael Azevedo, chefe de gabinete do deputado, e para outras pessoas específicas da equipe.
• As transferências: Em um único mês, a assessora fez um Pix de R$ 4.600,00 de sua conta pessoal para Raphael Azevedo; outro Pix de R$ 1.000,00 para Maria Lúcia Freitas Frias, mãe do deputado; e pagou uma fatura de cartão de crédito de R$ 4.832,32 para Juliana Frias, esposa do parlamentar.
• Dinheiro em espécie: Ela também realizou um saque em dinheiro vivo no valor de R$ 49.999,99 e o entregou a outro funcionário do gabinete, cujo nome preferiu não revelar.
• Os empréstimos: Para piorar, Gardênia foi "orientada" a pegar quatro empréstimos consignados no Banco do Brasil (onde recebia o salário), totalizando R$ 140.000,00. A dívida nunca foi paga e hoje ela está com o nome sujo.
"O deputado sabia e estava ciente de todas as devoluções, e mais pessoas faziam isso."
— Gardênia Leite Morais.
O nome disso é roubo, e essas pessoas são criminosas.
@FilipeTois@rickbarroso88 Se for a Feira da Pamplona/Ribeirao Preto, é foda mesmo. Uma vez paguei 18 reais em 3 cebolas, paguei sem prestar atenção.
Ali só valem a pena os legumes e verduras da esquerda, na calçada e os queijos diferentes. O lado direito, da rua, que ficam as frutas, é ridiculo de caro.
As conversas do Flávio Bolsonaro com o Vorcaro jogam luz naquele que pra mim é o mais DESCARADO desvio de dinheiro público que já vi:
Os pagamentos da prefeitura de São Paulo para a ONG da produtora de Dark Horse. São mais de R$ 30 milhões DESVIADOS.
Detalho:
A prefeitura queria instalar wi-fi gratuito em comunidades carentes (ideia legal). Mas, ao invés de contratar a empresa pública de tecnologia da prefeitura, contratou uma ONG que fazia eventos evangélicos e não tinha nenhum know how em instalação de wi-fi.
Contrato de R$ 108 milhões. O cálculo: R$ 1.800 por mês de internet funcionando, por 12 meses em 5.000 pontos.
Contrato assinado em julho/24. Em agosto, a prefeitura pediu pra acelerar a instalação, de forma que o wi-fi gratuito chegasse às comunidades durante a campanha eleitoral. Mas isso nem é o maior problema.
A ONG da produtora instalou parte dos pontos até a eleição. O resto, foi instalando aos poucos, até junho/25, quando chegou a 3.200.
Depois de 12 meses, a ONG quis receber como se todos os 3.200 pontos tivessem sido instalados no primeiro dia do projeto.
Então, por exemplo, os pontos instalados em abril/24. Eles funcionaram durante três meses. A ONG da produtora pagou três contas para o provedor. Mas quis receber o valor de 12.
E a prefeitura PAGOU!!!!!!!!
Em julho/24 (vide tabela) havia seis pontos instalados. Mas a prefeitura pagou por 3.200!!!!
Só aí são R$ 5,7 milhões DESVIADOS. E mais R$ 5,7 milhões em agosto....
O que a ONG da produtora de Dark Horse fez com o dinheiro? No papel, parte ela pagou para empresas de fundo de quintal (uma delas, do cara acusado de jogar uma mulher de um prédio em SP). Parte pagou pra ela mesma.
Na prática, não sabemos onde foi parar o dinheiro pago pela prefeitura por Internet inexistente.
Sabemos só que Karina Gama, a presidente da ONG e única pessoa responsável pela ONG, sem nenhuma experiência como produtora de filme, produziu Dark Horse.
Com que dinheiro?
@dontlovarow Quando aconteceu isso comigo só resolveram quando entrei em contato com a Ouvidoria do banco. Fiquei semanas trocando e-mail com gerente, atendimento etc. Dica aí!
in the conversation of "how is the standard for everything so bad now", "how is the discourse so bad now", "why has everything become so toxic", don't forget to include esteemed traditional publications that once existed as gatekeepers who volunteer to amplify and legitimize horrific people.
a week ago he was in a nightclub 'heiling' hitler, a week before that freely calling black models 'niggers' and this week.. GQ!