ninguém nunca vai me fazer odiar dilma, eu vejo ela como uma figura materna. ela sempre foi muito boa para esse país, mais do que a gente realmente merece
te amo dilma te amo muito
Dilma teve muitos problemas nao seu governo. Mas tá em falta gente com o BRIO e a XERECA dela na política. Essa gente pequena tipo o kirknato ou o tariflavio bolsomaster nunca serão ela. Amém.
acabei de virar dois votos no trabalho, a senhora que sempre vem aqui e me trata super bem disse “bolsonaro no domingo né?” eu disse que votaria nulo, “pt não dá mais, mas o bolsonaro chamou o bolsa-família de bolsa-farelo, e já confirmou que não vai ter aumento salarial para +
gente? isso deu uma mini hitada, então vou contextualizar:
- trabalho em banco de beneficiário, principalmente de aposentado
- disse 2 votos pq a segunda senhora só estava ali em corpo, a alma já tinha vazado. sla, ela não fala nada.
- FLÁVIO BOLSONARO ESQUEMA PANDEMIA
+ aposentado. sei não, esse cara não cheira muito bem né?” a senhora ficou assustada, e perguntou se era verdade mesmo. confirmei que sim e mostrei várias notícias pra ela, bichinha jurou pra mim q vai votar nulo kkkkkk já tá ótimo obrigada deus abençoe
Na hora de falar de segurança, Flávio Bolsonaro precisa explicar as próprias escolhas.
🔹Homenageou um matador e empregou a família dele
🔹Destinou emenda a um miliciano envolvido na morte de Marielle Franco
🔹Defendeu o assassino de Ana Clara, uma menina de apenas cinco anos morta na porta de casa.
Como confiar a proteção das famílias a quem tem esse histórico?
Não dá pra confiar em Flávio Bolsonaro.
Quem quer governar o Brasil precisa ter disposição para prestar contas aos brasileiros.
É fácil cobrar transparência dos outros.
Quero ver fazer o mesmo quando a cobrança bate à sua porta.
Quem não deve, não teme. E quem não teme, abre o sigilo.
No terceiro aniversário da morte de um amigo que era podre de rico, meu telefone tocou.
Era o número dele.
Fiquei olhando para a tela até a ligação cair. Depois, chegou uma mensagem:
“Pode atender. Sou eu.”
Achei que fosse golpe. Alguém tinha conseguido o número antigo e encontrado minhas fotos com ele.
Respondi:
“Vai procurar outra pessoa pra atormentar.”
Os dois risquinhos ficaram azuis.
“Você ainda guarda o relógio que pegou de mim?”
Senti o rosto esquentar.
Eu tinha pegado aquele relógio numa viagem, vinte anos antes, ao invés de pegar o meu. Ele me viu usando no dia seguinte e caiu na gargalhada. Disse que eu podia ficar com ele, mas que ia me chamar de ladrão pelo resto da vida.
Nunca contamos isso a ninguém.
O telefone tocou outra vez.
Atendi.
Antes de qualquer palavra, ouvi aquela risada curta, meio sem ar.
— Demorou, ladrão.
Sentei no chão da cozinha.
Eu tinha carregado o caixão dele.
— Isso não é possível.
— Eu sei. Preciso que você me escute até o fim.
A voz falhava um pouco. Havia um chiado no fundo.
— Amanhã vão te procurar para vender minha casa. Não assina nada antes de ir até lá.
Fazia três anos que eu tentava vender aquela casa. Ele tinha deixado o imóvel para mim, junto com uma conta suficiente para pagar as despesas. Era a única parte da herança que não tinha ficado com a família.
— Quem está falando?
— Vai até a casa. Abre a gaveta de baixo da minha mesa. A chave está dentro do relógio.
Olhei para o meu pulso.
— Como assim, dentro?
Mas a ligação caiu.
Passei a madrugada tentando retornar.
Número inexistente.
Às oito e quinze da manhã, o advogado dele me ligou.
Havia um comprador para a casa.
Disse que pagaria o dobro do valor, à vista, desde que eu assinasse naquele dia.
Falei que precisava pensar.
Depois peguei uma faca de ponta fina e abri a tampa traseira do relógio.
A chave caiu na mesa.
Dirigi quase três horas sem ligar o rádio.
Na casa, encontrei a gaveta trancada. Dentro havia um celular conectado a um carregador, um envelope e uma fotografia nossa, ainda adolescentes.
O celular tinha uma única conversa.
Comigo.
As mensagens da noite anterior estavam ali.
Abri o envelope. Era a letra dele:
"Pesquisa no Google: Bolsonaro mandou matar Lula?"