🟥🟩 DOSSIER AGRICOLE : OEUFS D'ÉLEVAGE DANS LE RESPECT DU VIVANT, BEAUCOUP DE TRAVAIL ET PEU DE RECONNAISSANCE
J'ai hésité à vous montrer cette vidéo qui risque de ne pas porter d'intérêt, cependant lorsqu'on a le respect du vivant, lorsqu'on aime les animaux, je pense qu'il est important de comprendre que c'est certes plus cher mais quel bonheur de manger des oeufs de poule qui ne sont pas dans des cages !
Parfois il vaut mieux essayer de privilégier la qualité à la quantité !
Par contre, attention aux oeufs vendus en grande surface, même sous appellation ''bio'', ce n'est pas forcément si respectueux...
(Loulou)
➡️🇨🇵 LE FLEURISTE :
Certains pensent que les oeufs ''bio'' ça rapporte,
En réalité entre l'alimentation, le respect du vivant et les heures pour entretenir, ça ne rapporte pas grand chose...
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Perguntei ao Claude qual seria chance de fazer esse trajeto a pé e chegar vivo:
"Boa pergunta — esse é o famoso "trajeto a pé mais longo do mundo": cerca de 22.000 km, atravessando 17 países e quase todos os climas e zonas de conflito que existem. A resposta curta é: praticamente zero. Mas vale a pena destrinchar por trecho, porque os riscos mudam radicalmente ao longo do caminho.
Trecho 1 — África Austral (Cidade do Cabo → Botswana → Zâmbia)Começo relativamente "civilizado". A África do Sul tem altas taxas de crime violento (homicídio em torno de 45/100k), mas se você sobreviver à saída do Cabo, Botswana e Zâmbia são dos países mais estáveis da África. Risco real aqui é fauna: elefantes, búfalos e hipopótamos matam mais turistas que leões. Probabilidade de sobreviver esse trecho com preparo: ~85%.
Trecho 2 — África Oriental (Tanzânia → Quênia → Etiópia)Sobe a malária, a dengue e a febre amarela. Norte do Quênia (Turkana) e sul da Etiópia têm banditismo armado e conflitos étnicos. Etiópia ainda digere o pós-guerra de Tigré e tem tensão em Amhara e Oromia. Risco de doença é maior que de bala, mas ambos são reais. Sobrevivência condicional ao trecho: ~60%.
Trecho 3 — Sudão do Sul e Sudão (o filtro mortal)Aqui o trajeto basicamente termina para quase qualquer ser humano. O Sudão está em guerra civil aberta desde abril de 2023 entre as Forças Armadas (SAF) e as Forças de Apoio Rápido (RSF), com limpeza étnica em Darfur, fome declarada e mais de 10 milhões de deslocados — é hoje a pior crise humanitária do planeta. Sudão do Sul é instável cronicamente. Atravessar esses dois países a pé como estrangeiro hoje é, na prática, sentença de morte ou sequestro. Sobrevivência condicional: ~5%.
Trecho 4 — Egito → Levante → TurquiaAssumindo o milagre de sair vivo do Sudão, você sobe pelo Egito (manejável, exceto o Sinai com presença jihadista) e aí precisa atravessar Israel/Palestina, Jordânia, Síria e/ou Líbano para chegar à Turquia. Gaza está destruída, Síria mudou de regime no fim de 2024 mas segue caótica, e fronteiras estão fechadas em vários pontos. Sobrevivência condicional: ~30%.
Trecho 5 — Turquia → Cáucaso → Sul da RússiaParte mais "fácil" do percurso pós-África. Turquia é viável, Geórgia também. Entrada na Rússia como estrangeiro ocidental hoje, em meio à guerra na Ucrânia e ao aperto sobre estrangeiros, exige visto difícil de obter e te coloca sob suspeita constante. Sobrevivência condicional: ~70%.
Trecho 6 — Sibéria até Magadan (o segundo filtro mortal)São ~8.000 km dentro da Rússia, boa parte pela taiga e tundra. Yakutia e Magadan têm invernos de −50 °C a −60 °C. Há trechos enormes sem estrada, sem povoamento, com ursos, lobos e geada. A "Estrada dos Ossos" (Kolyma Highway) é literalmente construída sobre cadáveres de prisioneiros do Gulag — e ainda assim ela só cobre o final do trajeto. Tentar isso a pé, sem apoio motorizado, é tecnicamente possível e historicamente quase nunca feito. Sobrevivência condicional: ~10%.
Probabilidade compostaMultiplicando as probabilidades condicionais (0,85 × 0,60 × 0,05 × 0,30 × 0,70 × 0,10), você chega a algo como 0,05% — uma chance em duas mil. E isso assumindo um caminhante extraordinariamente preparado, com dinheiro, vistos, equipamento ártico, vacinas, profilaxia antimalária, e uma dose absurda de sorte. Para um turista comum: efetivamente zero."
O homem botou um pote de comida pra gatinha de rua, mas, ao invés de comer, ela levou todos os seus filhotes pro carro dele. Resultado: adotou a família toda.
Que puta pasada, los pelos de punta. Esto sí que es arte. Y los taurinos nos lo quieren vender como un animal agresivo, cuando solo busca cariño y comprensión. 👏👏👏 https://t.co/nVex6tFeOQ