Quando a ativista esquerdista pró-Palestina decide testar suas próprias convicções...
Adivinha o que acontece?
Jamey Carney, americana de 43 anos que morava em Killarney, na Irlanda, era ativista conhecida da esquerda pró-Palestina, não se limitou a postar bandeiras e frases de efeito.
Ela trouxe o projeto pra casa: arrumou um imigrante muçulmano em busca de asilo como namorado.
Arranjou um Ahmed para chamar de seu.
Ahmed Al-Saqar.
Ia aos protestos com ele, lotava as redes de fotos dos dois é legendas exaltando o caráter do rapaz que ela conhecia há poucos meses, muito mais novo do que ela.
E, para mim, o pior de tudo: deixava o sujeito dormir em sua casa para o coitadinho não precisar voltar para o abrigo, colocando a própria filha de 13 anos em perigo constante.
Algo que qualquer pessoa com bom senso, que não se deixa alienar completamente por narrativas bitoladas da imprensa esquerdista, jamais faria.
O resultado foi o que qualquer pessoa com dois neurônios funcionais já previa: O homem a espancou brutalmente na cabeça até matá-la e fugiu.
Essa é a empatia delusional das mulheres brancas do Ocidente em sua forma mais pura, elas insistem em abraçar e proteger quem despreza seus valores, sua cultura e sua segurança.
A Irlanda, assim como o resto da Europa, seguem repetindo o mesmo erro, que na verdade não é um erro, é método da esquerda para importar votos e se perpetuar no poder.
Enquanto isso, as vítimas reais são as que pagam o preço dessa ilusão
Trump: “Yo sería el mejor comunista de todos los tiempos, tan grande como Lenin, porque el comunismo es fácil de vender. Tienes la renta gratis para el resto de tu vida, pero lo que no dicen es que en 12 meses estarás en la miseria... ¿Sabes por qué me va tan bien con los hispanos? Porque muchos de ellos vienen de países comunistas, y el comunismo nunca ha funcionado” @ClaroyDirecto_
Never forget how Hamas leaders, on October 7th, 2023, celebrated in Qatar while watching Hamas massacre 1,200 Israelis.
2.5 years later, most of them are dead, Gaza is in ruins, Hamas is destroyed, and Israel is stronger than ever.
Israel will live forever — our enemies won't.
A seleção é o retrato da CBF, que, por sua vez, é o retrato do Brasil. Há um ou outro que se salva, mas a instituição está corrompida por interesses pessoais e negociais.
A seleção não é mais sobre futebol. O STF não é mais sobre Justiça. O governo não é mais sobre o bem comum.
Bill Clinton: “I killed myself trying to give the Palestinians a state. I had a deal they turned down that would have given them all of Gaza and 97% of the West Bank. You name it. They turned it down.”
The Palestinians never wanted peace.
This must be shared every single day.
Se Flávio maltratou a Michele ou não, é um problema deles.
O problema do resto dos brasileiros é entrar em um supermercado e perceber que tudo praticamente dobrou de preço nos últimos 2 anos.
É uma questão de sobrevivência: mais 4 anos com esse governo será o fim da classe média.
O foco da direita deveria ser ganhar a eleição e não caçar traidores.
É a nossa vida que está em jogo.
Bolsonaro critica a vacina: absurdo
Lula suspende a vacina: silêncio
Flávio pede suspensão de Pesquisa: absurdo
PSB pede suspensão de pesquisa: silêncio
Vorcaro na delação fala de Flávio (pra explicar que não há crime): absurdo
Vorcaro na delação fala do PT da Bahia ( de propina no Credcesta): silêncio
Militância orgânica bolsonarista dominando as redes (tb chamada de gabinete do ódio): absurdo
Reunião do PT para direcionar sua militância digital, com a criação de plataforma para coordenar os ataques: silêncio
E dizem que a grande imprensa não tem lado…
A Consciência Histórica e o Esquecimento Deliberado
Como ter consciência histórica desprezando a própria história? A pergunta, ainda que pareça carregar em si uma contradição íntima, impõe-se com a lucidez cruel de quem observa o presente e nele descobre o cadáver ainda quente do passado recente. A dificuldade real não estaria em conservar o que se passou há duzentos anos, tempo que a pátria, em seus surtos de amnésia seletiva, já aprendeu a transformar em lenda ou em nada. O drama, aqui, é outro: lutamos, ou fingimos lutar, para manter vivo o que se desenrolou ontem, quase anteontem. Um homem de conduta ilibada, avesso aos poderosos, marginal ao sistema que o repelia, chega, por milagre ou por acidente da História, ao poder supremo. Não se passaram oito anos e já uma multidão apressada deseja declará-lo morto, sepultá-lo em vida, simplesmente porque o incomunicável permanece incomunicável.
Num país minimamente afeito à cultura, habituado à preservação do que tem densidade, um personagem de tal quilate seria matéria diária de reflexão. Justamente por estar silenciado, sua figura se imporia como enigma e lição: legado a ser interrogado, não mumificado. Seria pedir demasiado? Seria utópico? Não, se tivéssemos olhos para o que se passa alhures. Na África do Sul, a aura de Nelson Mandela resistiu intacta a quase vinte e sete anos de prisão. Não se discute aqui a sua ideologia. Discute-se a lealdade de um povo à própria memória. A estranha coincidência, que já nem surpreende, é que só os “heróis” da esquerda parecem merecer tal conservação devota. Pepe Mujica, por exemplo, passou treze anos encarcerado e nem um único dia a sua “memória revolucionária” foi deixada ao desamparo: regada, cultivada, transformada em hagiografia permanente. A direita, ao contrário, revela-se singularmente hábil em sepultar o seu herói de anteontem, na ilusão pueril de que hoje mesmo gestará o salvador de amanhã.
Aqui reside a diferença gritante. A esquerda não se atormenta com a urgência de substitutos; aceita que os seus líderes envelheçam, quase centenários, sem que o mito se desgaste, vide Fidel e Lula. A direita, por sua vez, é pródiga em novos messias: quantos não tentaram, nos últimos quatro anos, suplantar o herói de 2018? Essa febre de substituição revela o que realmente nos falta: memória. Matamos a memória a intervalos regulares, como quem cumpre um ritual bárbaro. Rompemos a corda que nos liga ao passado e seguimos, cambaleantes como bêbados, esbarrando nos muros que nós mesmos erguemos no escuro.
O herói incomunicável disse, com clareza cortante, o que deveríamos fazer e em quem votar. Disse: votem em Flávio! Ponto! Nada mais idiota, nada mais suicida, do que desrespeitá-lo agora, fingindo esquecer quem ele foi e é e o que representou e representa.
Recuperar a memória não é gesto de nostalgia: é condição de sobrevivência. Ou ouvimos o herói de ontem, ou não teremos amanhã. O resto é ruído, ilusão e a velha, a eterna, a brasileira arte de enterrar vivos os nossos melhores.
No romance Os Demônios de Dostoiévski, Pyotr Verkhovensky surge como o protótipo perfeito do revolucionário niilista: um manipulador frio que exige dos outros uma pureza ideológica absoluta, uma submissão canina à causa, onde qualquer desvio do dogma equivale a traição mortal. Para si, porém, reserva o privilégio da exceção: chantagem, intriga psicológica, mentira sistemática e, quando necessário, o assassinato como instrumento de higiene partidária. Retirem-se os cadáveres, e Pyotr espelha com fidelidade desconcertante certo “intelectual” da direita contemporânea brasileira: o mesmo que aplica ao nome Bolsonaro, sobretudo a Flávio, o crivo mais estreito, o filtro mais impiedoso, exigindo dele uma lisura de santo laico, enquanto engole camelos e elefantes inteiros das velhas improbidades esquerdistas, com a indiferença de quem já se habituou ao cheiro de enxofre.
Há quem invoque, em defesa de Flávio, a metáfora da mulher de César: não basta ser honesto, é preciso parecer honesto. Nada o incrimina de fato, salvo as “manipulações psicológicas” que a ala hipócrita da direita limpinha agora entoa com afinco de réquiem. São as mesmas vedetes que, diante do breu mais denso da nossa história recente, exigem luz absoluta dos únicos fósforos que restam acesos e perdoam, ou convenientemente esquecem, as trevas mais antigas e mais vastas da política nacional.
Essas figuras lembram irresistivelmente outra grande criação da literatura russa: a Condessa Lídia Ivánovna, de Anna Karenina, obra de Tolstói. Espécie de arauto da moralidade mundana, ela encarna a elite pseudo-religiosa e farisaica que se arroga o direito de julgar e condenar. É ela quem lidera o boicote implacável contra Anna, não pelo adultério em si, pecado que a alta sociedade moscovita sabia muito bem dissimular, mas pelo escândalo de haver rompido o pacto do fingimento.
Enquanto as aparências se mantivessem, tudo era tolerável; quebrado o verniz, a guilhotina social caía sem misericórdia.
A analogia com Flávio é quase cruel de tão exata. Aconselhado a “parecer honesto”, a pedir desculpas públicas por um pecado que nunca cometeu, ele é instado a participar do teatro da contrição para aplacar os moralistas de plantão. E assim, vemos todos os dias que o fogo amigo não cessa porque a guilhotina moral está reservada, com zelo particular, à família Bolsonaro. E está, porque o exemplo bruto, quase despudorado de tão original e humano (e vital) de Jair expõe, desde sempre, a hipocrisia ossificada dos que se dizem seus pares. Eles não perdoam nele a ausência de fingimento. Repito: eles não perdoam nele a ausência de fingimento, essa virtude rara que, para os fariseus de todas as épocas, é o verdadeiro pecado imperdoável.
A @GloboNews e seus jornalistas poderiam responder o que aconteceu aqui? O Banco Master investiu pesado em um dos programas mais populares da emissora, usando a imagem de um de seus apresentadores mais icônicos para incentivar a população de baixa renda a abrir contas no banco digital da instituição, com promessas de acumular pontos, concorrer a R$ 1 milhão e até participar do programa.
Tudo isso era lícito e transparente? A emissora e os envolvidos são corruptos ou agiram de boa-fé?
A emissora ou o apresentador está ajudando quem perdeu todo o seu dinheiro e teve sua conta bloqueada ou isso faz parte de um contrato que a emissora ganha e ganha? Qual era o retorno para o Master e o Vorcaro, que usando a imagem da emissora e do apresentador, colocou muita gente nesse negócio “enrolado”? O ganho era colocar gente nesse negócio enrolado do banqueiro enrolado?
Globo, jornalismo a gente faz aqui!