@_colourmeamused True, but I feel like 2002's seleção could brute force through anything to this day imho, but that's a costellation thats nearly impossible to realign.
@_colourmeamused Hopes up for the match against Egypt? If we see the socceroos playing like the first qualifier match it should be a good game to watch.
Never forget the Day Brazil’s National Team Defeated Cristiano Ronaldo’s Portugal 6-2
Brazil’s 6-2 victory over Portugal in 2008 remains one of those unforgettable performances that has earned a lasting place in football history. In a friendly match surrounded by high expectations, Brazil dominated from beginning to end, delivering a masterclass of intensity, creativity, and clinical finishing. It was far more than a routine exhibition match—it was a powerful reminder that even during a period of transition, Brazil could still produce football of the highest level.
Facing them was a Portugal side led by Cristiano Ronaldo, who was already establishing himself as one of the world’s elite players. However, even Ronaldo’s talent and explosiveness could not prevent Brazil from overwhelming the Portuguese defense. Brazil expertly exploited open spaces, combining quick passing with fluid attacking movements that repeatedly dismantled their opponents.
The match also highlighted two national teams at different stages of development. Brazil, long associated with attacking flair and technical brilliance, showed that its footballing identity remained firmly intact. Portugal, despite boasting a gifted generation of players, was still searching for the consistency required to challenge the sport’s traditional powerhouses.
To this day, the game is remembered as a perfect showcase of Brazilian jogo bonito at its finest. Everything clicked, the goals flowed naturally, and fans witnessed a true football spectacle. More than the final score itself, the match left a lasting impression of Brazil’s authority on the pitch, reinforcing why they have always been regarded as one of the greatest forces in world football.
@folha Para os mais jovens que votam pela 1a vez em 2026:
tudo o que esses criminosos acusam Lula e a esquerda de fazer, são eles que fazem. Tá cada vez mais escancarado.
📝 Nota do Governo do Brasil
O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as demais facções e milícias que praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade do Estado brasileiro.
O terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional.
A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.
É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país.
Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo do Brasil conduz o programa “Brasil contra o Crime Organizado”, que combate as facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima.
O crime organizado não respeita fronteiras e seu combate exige ação conjunta. Construímos, ao longo de décadas, parcerias com vários países, inclusive com os Estados Unidos. O Brasil apresentou em 16 de abril deste ano, ao Departamento de Estado dos EUA, uma proposta focada na inteligência e na cooperação internacional que inclui ampliação dos controles sobre a lavagem de dinheiro praticada no exterior e sobre o tráfico de armas enviadas ao Brasil.
Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia.
Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.
Em resumo, trata-se de possível retrocesso no combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país.
A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos. Quem define como o crime é classificado e combatido dentro do Brasil são os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança.