🚨 Metrópoles vaza momento em festa de luxo de Vorcaro em Londres
Aparecem no vídeo:
- Daniel Vorcaro
- Andrei Rodrigues
- Ricardo Lewandowski
- Fábio Faria
- Ciro Nogueira
- William Murad
Desde que Flavio Dino virou ministro, as sessões do STF têm de ser interrompidas a cada duas horas. Passado esse tempo, começa mais um dos devastadores assaltos à geladeira empreendidos por Gordola nos intervalos que separam as três refeições de praxe. Tudo por conta dos pagadores de impostos, claro
🚨ATENÇÃO | MAIS UM ELO DO MASTER COM O ENTORNO DO STF
Segundo o Estadão, Daniel Vorcaro contratou Chiquinho Feitosa, ex-cunhado de Gilmar Mendes, que teria atuado para viabilizar uma reunião do Banco Master com o ministro.
Era apenas uma contratação profissional ou o verdadeiro serviço era abrir portas no Supremo?
🚨 VORCARO PAGAVA R$ 500 MIL POR MÊS AO ENTÃO CUNHADO DE GILMAR, QUE AINDA INTERMEDIOU REUNIÃO DO BANQUEIRO COM O MINISTRO NO STF
Chiquinho Feitosa, então cunhado de Gilmar Mendes, tinha contrato de aproximadamente R$ 500 mil MENSAIS com Vorcaro.
E segundo a apuração, foi Chiquinho quem intermediou uma reunião entre Vorcaro e Gilmar dentro do STF para discutir uma causa bilionária na qual o Master tinha interesse.
Mas puta merda, olha a quantidade de coincidência que precisa ser explicada nesse caso.
Primeiro aparece ex-diretora do IDP recebendo R$ 33 milhões e sendo descrita dentro do Master como “canal direto com o STF”.
Agora aparece o então cunhado de Gilmar recebendo meio milhão por mês de Vorcaro e levando Vorcaro para conversar com Gilmar no Supremo.
E uma semana atrás, quando começaram a falar dessa relação, Gilmar respondeu:
“Ou você mata ou morre.”
Calma, ministro.
Por enquanto a gente só queria saber para que serviam os R$ 500 mil por mês.
🚨 ATENÇÃO: Na manhã seguinte a Lula prometer aumento do Bolsa Família e canetas emagrecedoras gratuitas em pleno período eleitoral, Flávio aparece com a sua maior vantagem já registrada no Polymarket:
12 pontos à frente do presidente.
Flávia foi presa no dia 9 de janeiro de 2023, no acampamento do QG, e posteriormente condenada pelo STF por organização criminosa e incitação ao crime.
Em 5 de setembro de 2025, passou a cumprir execução penal, sendo que desde janeiro de 2023 usava tornozeleira eletrônica e vivia com diversas restrições.
Flávia sofria de problemas cardíacos graves e precisava realizar exames, consultas e tratamentos contínuos. No entanto, segundo relatos, as autorizações judiciais demoravam, impedindo que ela desse continuidade aos cuidados necessários com a sua saúde. A tornozeleira também dificultava deslocamentos, procedimentos m��dicos e até internações.
Com o passar dos meses, o quadro cardíaco de Flávia se agravou. O estresse da condenação, a vigilância constante, a burocracia para acessar cuidados médicos e a pressão psicológica contribuíram para o declínio acelerado de sua saúde.
Ela faleceu em 27 de fevereiro de 2026, no Hospital Pró‑Cardíaco, em Botafogo, Rio de Janeiro — antes mesmo de conseguir retirar a tornozeleira eletrônica. A certidão de óbito registrou diversas comorbidades que, somadas, levaram ao óbito.
Caso encerrado: o ministro Alexandre de Moraes extinguiu a punibilidade de Flávia de Medeiros Ardovino Rosa que hoje teria 46 anos.
Flávia morreu sem ver qualquer revisão de sua condenação, sem ter acesso pleno ao tratamento médico necessário e sem conseguir exercer a sua defesa de forma adequada.