͏
İşin ironik yanı şu ki; yapılan her şey yüzeyin altında gizli kalıyor, ama birdenbire masum görünme ihtiyacı doğuyor. Ama sanırım bazı vicdanlar bu tür bir maskaralığı kabul ediyor.
͏
Kutsal Hafta. Birçok insanın tüm yıl boyunca kusurlar biriktirmesi, iyi gizlenmiş küçük zulümler yapması sonra da birkaç günlüğüne kusursuz bir ahlak sergilemesi ne kadar ilginç. Sessizlik, saygı, neredeyse adanmışlık. Sanki bu yeterliymiş gibi.
͏
O ciumento quer exclusividade. O obsessivo quer fusão total. É o fetiche do controle absoluto, onde cada detalhe da vida do outro precisa passar pelo seu filtro. É doentio, é sujo e, ironicamente, é o que mais rápido destrói aquilo que dizem querer preservar.
͏
Vamos falar sobre a linha tênue entre o "cuidado" e a jaula. Para muitos, o ciúme é a prova do amor. Para mim? É apenas o primeiro sintoma de que a posse está vencendo a admiração. É o momento em que o outro deixa de ser um indivíduo e vira um roteiro que você quer controlar.
͏
Na minha vida, eu entendo de obsessão. Eu estudo meus alvos, sigo seus passos, aprendo seus horários. A diferença é que a minha obsessão termina com uma lâmina e silêncio. No amor, a obsessão termina com dois corpos vivos, mas uma alma sufocada. É um tipo de morte mais lenta.
͏
⠀ ⠀ ⠀ ⠀ 𝐖𝐡𝐚𝐭'𝐬 𝐢𝐧 𝐕𝐢𝐤𝐭𝐨𝐫𝐢𝐚'𝐬 𝐛𝐚𝐠?
Delina. Leather Planner. Baccarat Rouge 540. Oversized Sun Glasses. Wallet Chanel. My Black Card. Silk Hair Ribbon Hermès. Hand Cream La Mer. Glow Palette Dior. Mini mirror. Protein Bar. AirPods.
͏
Não há, contudo, pendências que justifiquem insistir além do necessário. Irei me conceder um breve cochilo. O bastante para recompor o que for preciso e retornar com a lucidez e a precisão que me são indispensáveis.
͏
O dia mostrou-se mais exaustivo do que o previsto, exigindo de mim uma atenção contínua que, ainda agora, se faz sentir no corpo. Nada fora do habitual — apenas o suficiente para tornar o cansaço inevitável.
͏
O amor, em sua essência, jamais me pareceu gentil. Há nele uma fome silenciosa — algo que se infiltra sem pressa, ocupando espaços que antes eram seguros, até que já não reste muito de quem se era. Não chega como salvação, mas como uma promessa velada de ruína compartilhada.
͏
E, ainda assim, há beleza. Uma beleza inquieta, quase cruel, na forma como ele expõe aquilo que passamos tanto tempo ocultando. O amor não pede — ele toma. Revela. Desnuda até mesmo o que julgávamos intocável. Talvez por isso seja tão difícil recusá-lo.