Só pra lembrar que humilhação não é o Brasil ter perdido da Noruega. Humilhação é perder pra um país de 5,5 milhões de habitantes que descobriu petróleo, olhou pra riqueza e pensou nos netos. Criaram um fundo soberano que hoje vale US$ 2,2 trilhões, quase R$ 11 trilhões, dinheiro que daria R$ 1,8 milhão pra cada norueguês. A Noruega é dona de 1,5% de todas as ações do planeta. O Brasil descobriu o pré-sal e transformou em emenda secreta e refinaria superfaturada. Nossos jogadores não devem nada aos deles. Nossa classe política deve tudo. O que a gente tem que importar da Noruega não é futebol, é vergonha na cara.
Há como discordar do que o juiz Odilon constatou?
PCC e CV matam agentes de segurança não como vingança, mas como para aterrorizar as forças que os combatem e a sociedade como um todo.
Estranho não é os EUA os enquadrarem como terroristas, estranhos e o Brasil não é o fazer mesmo.
É bizarro ver esse tanto de “garantista” saindo em defesa da aplicação do Direito Penal do Inimigo contra a Débora e os outros fodidos do 8/1, mas cheio de reticências sobre o que fazer com quem aprisiona dezenas de milhões atrás de barricadas e fuzis.
🚨 UMA AULA QUE DESTRÓI A BLINDAGEM DO CRIME NO BRASIL!
O "tecnicismo" da esquerda tenta a todo custo proteger facções criminosas da etiqueta de terroristas.
Thulio Nassa deu o papo: o terrorismo é um MEIO, não um fim. Se usam o pavor para dominar territórios e explodir a ordem, é TERRORISMO CRIMINAL!
É uma VERGONHA internacional que os EUA tenham que agir contra os cartéis brasileiros por pura omissão do atual governo federal. Parabéns ao Senador @FlavioBolsonaro por escancarar a realidade que o sistema tenta esconder. O Brasil quer ORDEM! 🇧🇷🔥
Dois senadores estavam presentes, registraram presença… e simplesmente se omitiram na hora de votar.
Entre eles, Marcos Pontes (PL-SP), o “astronauta”, que não teve coragem de dizer nem sim, nem não.
E a explicação?
Que a votação era secreta.
Se é secreta, por que se esconder? Na prática, não assumir posição também é uma escolha e, nesse caso, uma escolha de se omitir quando mais se exige clareza e responsabilidade.