Apaixonado por Jesus. Profundamente comprometido com a transformacao da Cidade e da Nação. Apenas um cristão, um homem, um esposo e um pai em construção.
Está acontecendo agora o incrível fenômeno, nunca antes visto, dos petistas vestindo a camiseta verde e amarela. Aproveite, é promoção por tempo limitado: só até domingo.
É como eu disse: até o dia da eleição, o PT vai dizer que é de direita, e acusar o Flávio de ser comunista.
O PLANO PARA TIRAR A VAGA DE BARROSO DAS MÃOS DE FLÁVIO BOLSONARO
(Artigo de terça-feira, 13 de outubro de 2026)
Existe hoje uma cadeira vazia no Supremo Tribunal Federal que pode valer MUITO MAIS do que qualquer ministério, secretaria ou acordo político feito depois das eleições. A vaga deixada por Luís Roberto Barroso continua aberta desde que o Senado rejeitou Jorge Messias por 42 votos a 34, e se ela chegar intacta até janeiro, o próximo presidente poderá começar o mandato indicando imediatamente um ministro do STF.
O problema para quem pretende preservar a atual correlação de forças dentro do Supremo é que essa não seria a única indicação. Fux chega à aposentadoria compulsória em 2028, Cármen Lúcia em 2029 e Gilmar Mendes em 2030. Isso significa que, mantendo a vaga de Barroso aberta, o próximo presidente poderá participar da escolha de QUATRO DOS ONZE MINISTROS DA CORTE durante um único mandato.
E é exatamente aí que a cadeira de Barroso deixa de ser apenas uma vaga e passa a representar uma ameaça real para o grupo que hoje possui maior influência dentro do STF.
Porque não estamos falando apenas de trocar nomes. Estamos falando de alterar a correlação interna de uma Corte dividida entre ministros que, em diferentes graus, estiveram muito mais alinhados às teses jurídicas e políticas defendidas pelo governo Lula e uma minoria identificada com posições mais próximas do bolsonarismo.
Quatro indicações podem mudar essa matemática de maneira profunda e, com ela, a forma como o Supremo julgará conflitos entre Presidência, Congresso, investigações, decisões eleitorais e praticamente todas as grandes crises institucionais dos próximos anos.
É aqui que entram Lula, Alexandre de Moraes, Davi Alcolumbre e Rodrigo Pacheco.
Alcolumbre nunca escondeu que preferia Pacheco para a vaga de Barroso e chegou a resistir fortemente à indicação de Messias. Depois da rejeição, afirmou a senadores que deixaria a escolha para o presidente eleito, mas a própria oposição já admitia uma exceção possível: se Lula escolhesse justamente Rodrigo Pacheco. Meses depois, reportagens voltaram a apontar que Alcolumbre não desistiu de emplacar seu aliado no Supremo.
A trama, portanto, é relativamente simples: se Lula perder a eleição, existe uma janela entre o resultado das urnas e a posse do próximo presidente em que ele ainda continuará tendo o poder constitucional de indicar o substituto de Barroso, enquanto Alcolumbre continuará controlando politicamente o Senado responsável por aprovar esse nome.
Se Pacheco for indicado e aprovado nesse intervalo, a cadeira desaparece da conta do próximo governo.
E uma eventual Presidência de Flávio começaria não com quatro possíveis indicações ao STF, mas com três.
É justamente por isso que essa operação interessa também a Moraes. Se a atual correlação interna da Corte for preservada antes de janeiro, qualquer mudança produzida pelas aposentadorias seguintes acontecerá de forma mais lenta e com uma cadeira a menos nas mãos do novo governo.
Só que o plano possui duas fragilidades enormes.
A primeira é Moraes. O novo Senado saiu das urnas muito mais hostil ao Supremo e o impeachment de ministros deixou de ser uma ameaça politicamente irrelevante. Se Moraes cair, muda a própria matemática que essa operação pretende preservar.
A segunda é Alcolumbre. Seu poder existe AGORA. A nova composição do Senado ameaça diretamente sua permanência no comando da Casa, exatamente porque parte importante da direita o acusa de ter protegido ministros do STF.
Por isso, caso Lula seja derrotado, a disputa pela vaga de Barroso pode começar no DIA SEGUINTE.
-Lula deve indicar Pacheco.
-Alcolumbre e Moraes vão mobilizar seus cúmplices.
-Moraes está tentando dificultar as coisas e sobreviver.
-E tudo precisa acontecer antes da posse do novo presidente.
Esse é o plano. E essas são justamente as duas peças que podem fazê-lo desmoronar.
Flávio pode ganhar a eleição mas não levar o poder. Este é o plano Alcolumbre-Moraes e como ele pode destruir o Brasil.
O maior poder do próximo presidente será o de determinar a maioria do STF. O eleito poderia indicar até 4 nomes, algo que não deve ocorrer novamente nas próximas 2 décadas.
Mas no meio do caminho, Alcolumbre pode ter outra ideia para seu grupo político: tirar esse poder do próximo presidente e garantir uma maioria sua.
E aí temos o elemento que adiciona uma camada a mais na história: Alexandre de Moraes. Alexandre luta pela própria sobrevivência e se engana quem pensa que ele já entregou os pontos.
Todos vimos que o STF hoje está dividido. Pela blindagem de Moraes: Gilmar/Dino/Zanin e o próprio Moraes, 4 votos.
Contra a blindagem: Mendonça/Fux/Fachin/Carmen, também 4 votos.
Adicionando os que se declararam impedidos Kassio e Toffoli, um para cada lado, o empate segue 5 x 5.
Eis que surge a importância da cadeira de Barroso, vaga há 1 ano. Após o segundo turno, Alcolumbre ainda tem 3 meses de presidência para aprovar um nome que desempataria tudo a favor de Moraes e seu grupo político no Supremo.
Vale lembrar: Alcolumbre é o presidente que tem em sua gaveta 70 pedidos de impeachment de Moraes e disse que não abriria processo nem com a assinatura de 81 senadores - ou seja, não abriria nem se ele próprio, Alcolumbre, assinasse. Isso que é lealdade.
O nome mais provável discutido em Brasília pra essa indicação é Bruno Dantas, que já demonstrou lealdade ao renunciar uma vaga vitalícia do TCU para acomodar Rodrigo Pacheco. Um gesto assim não sai de graça e pode render quase 3 décadas de Supremo ao relativamente jovem advogado de 48 anos. Assim, o placar vira 6x5 pró-Moraes (leia-se: anti-Flávio Bolsonaro).
Tudo isso piora quando lembramos que o presidente do STF em 2027 será o próprio Alexandre de Moraes. Quando tentaram impeachmá-lo, ele simplesmente vai distribuir uma ação de um partido de esquerda a um relator de seu grupo político, e terá maioria no Supremo para se blindar.
O plano Alcolumbre-Moraes vai muito além de impeachment de ministros: vale para qualquer medida do governo Flávio. Com maioria no STF, Alexandre de Moraes continua sendo quem fala por último na República.
“Mas e as aposentadorias dos Ministros?”
As próximas aposentadorias são todas do grupo contra Moraes, ou seja, não mudam o placar. É Fux em 2028, Carmen em 2029 e Gilmar somente em dezembro de 2030 (só no fim do mandato).
“Mas não dá tempo de Alcolumbre fazer isso”
Infelizmente, dá. Desde a indicação de Zanin até a toga foram 20 dias. Flávio Dino, apenas 16 dias. Alcolumbre preside este Senado até 31 de janeiro de 2027. Há tempo de sobra.
“Então o que fazer?”
Eis o ponto fraco do plano. Alcolumbre perdeu as principais eleições do Amapá e está em seu momento mais frágil. Ele não tem o que oferecer aos senadores além de proteção pela nova ala majoritária do Supremo. É pouco, mas ele sabe que precisa de pouco.
Flávio Dino teve 47 votos para ser aprovado. Jorge Messias teve 34 e foi rejeitado. Esses 13 votos de diferença é o que Alcolumbre tem influência direta. Ele só precisa de 7, mais os 34 do governo para ter maioria.
Para impedir este plano a única forma é tirar a maioria de Alcolumbre ainda neste mandato.
Onde começar? Pressão nos senadores que já se manifestaram pelo impeachment de Moraes, só aí são 41, de preferência: começar pelos 17 que não foram reeleitos e são mais vulneráveis.
Deixarei abaixo a lista. Envie e-mail / mensagem nas redes deles: NÃO QUEREMOS O PLANO ALCOLUMBRE-MORAES.
Cole e copie este post em texto ou link, e envie. Faça sua parte, compartilhe como se o futuro do Brasil dependesse disso… Porque depende!
Flávio pode ganhar a eleição mas não levar o poder. Este é o plano Alcolumbre-Moraes e como ele pode destruir o Brasil.
O maior poder do próximo presidente será o de determinar a maioria do STF. O eleito poderia indicar até 4 nomes, algo que não deve ocorrer novamente nas próximas 2 décadas.
Mas no meio do caminho, Alcolumbre pode ter outra ideia para seu grupo político: tirar esse poder do próximo presidente e garantir uma maioria sua.
E aí temos o elemento que adiciona uma camada a mais na história: Alexandre de Moraes. Alexandre luta pela própria sobrevivência e se engana quem pensa que ele já entregou os pontos.
Todos vimos que o STF hoje está dividido. Pela blindagem de Moraes: Gilmar/Dino/Zanin e o próprio Moraes, 4 votos.
Contra a blindagem: Mendonça/Fux/Fachin/Carmen, também 4 votos.
Adicionando os que se declararam impedidos Kassio e Toffoli, um para cada lado, o empate segue 5 x 5.
Eis que surge a importância da cadeira de Barroso, vaga há 1 ano. Após o segundo turno, Alcolumbre ainda tem 3 meses de presidência para aprovar um nome que desempataria tudo a favor de Moraes e seu grupo político no Supremo.
Vale lembrar: Alcolumbre é o presidente que tem em sua gaveta 70 pedidos de impeachment de Moraes e disse que não abriria processo nem com a assinatura de 81 senadores - ou seja, não abriria nem se ele próprio, Alcolumbre, assinasse. Isso que é lealdade.
O nome mais provável discutido em Brasília pra essa indicação é Bruno Dantas, que já demonstrou lealdade ao renunciar uma vaga vitalícia do TCU para acomodar Rodrigo Pacheco. Um gesto assim não sai de graça e pode render quase 3 décadas de Supremo ao relativamente jovem advogado de 48 anos. Assim, o placar vira 6x5 pró-Moraes (leia-se: anti-Flávio Bolsonaro).
Tudo isso piora quando lembramos que o presidente do STF em 2027 será o próprio Alexandre de Moraes. Quando tentaram impeachmá-lo, ele simplesmente vai distribuir uma ação de um partido de esquerda a um relator de seu grupo político, e terá maioria no Supremo para se blindar.
O plano Alcolumbre-Moraes vai muito além de impeachment de ministros: vale para qualquer medida do governo Flávio. Com maioria no STF, Alexandre de Moraes continua sendo quem fala por último na República.
“Mas e as aposentadorias dos Ministros?”
As próximas aposentadorias são todas do grupo contra Moraes, ou seja, não mudam o placar. É Fux em 2028, Carmen em 2029 e Gilmar somente em dezembro de 2030 (só no fim do mandato).
“Mas não dá tempo de Alcolumbre fazer isso”
Infelizmente, dá. Desde a indicação de Zanin até a toga foram 20 dias. Flávio Dino, apenas 16 dias. Alcolumbre preside este Senado até 31 de janeiro de 2027. Há tempo de sobra.
“Então o que fazer?”
Eis o ponto fraco do plano. Alcolumbre perdeu as principais eleições do Amapá e está em seu momento mais frágil. Ele não tem o que oferecer aos senadores além de proteção pela nova ala majoritária do Supremo. É pouco, mas ele sabe que precisa de pouco.
Flávio Dino teve 47 votos para ser aprovado. Jorge Messias teve 34 e foi rejeitado. Esses 13 votos de diferença é o que Alcolumbre tem influência direta. Ele só precisa de 7, mais os 34 do governo para ter maioria.
Para impedir este plano a única forma é tirar a maioria de Alcolumbre ainda neste mandato.
Onde começar? Pressão nos senadores que já se manifestaram pelo impeachment de Moraes, só aí são 41, de preferência: começar pelos 17 que não foram reeleitos e são mais vulneráveis.
Deixarei abaixo a lista. Envie e-mail / mensagem nas redes deles: NÃO QUEREMOS O PLANO ALCOLUMBRE-MORAES.
Cole e copie este post em texto ou link, e envie. Faça sua parte, compartilhe como se o futuro do Brasil dependesse disso… Porque depende!
Flávio pode ganhar a eleição mas não levar o poder. Este é o plano Alcolumbre-Moraes e como ele pode destruir o Brasil.
O maior poder do próximo presidente será o de determinar a maioria do STF. O eleito poderia indicar até 4 nomes, algo que não deve ocorrer novamente nas próximas 2 décadas.
Mas no meio do caminho, Alcolumbre pode ter outra ideia para seu grupo político: tirar esse poder do próximo presidente e garantir uma maioria sua.
E aí temos o elemento que adiciona uma camada a mais na história: Alexandre de Moraes. Alexandre luta pela própria sobrevivência e se engana quem pensa que ele já entregou os pontos.
Todos vimos que o STF hoje está dividido. Pela blindagem de Moraes: Gilmar/Dino/Zanin e o próprio Moraes, 4 votos.
Contra a blindagem: Mendonça/Fux/Fachin/Carmen, também 4 votos.
Adicionando os que se declararam impedidos Kassio e Toffoli, um para cada lado, o empate segue 5 x 5.
Eis que surge a importância da cadeira de Barroso, vaga há 1 ano. Após o segundo turno, Alcolumbre ainda tem 3 meses de presidência para aprovar um nome que desempataria tudo a favor de Moraes e seu grupo político no Supremo.
Vale lembrar: Alcolumbre é o presidente que tem em sua gaveta 70 pedidos de impeachment de Moraes e disse que não abriria processo nem com a assinatura de 81 senadores - ou seja, não abriria nem se ele próprio, Alcolumbre, assinasse. Isso que é lealdade.
O nome mais provável discutido em Brasília pra essa indicação é Bruno Dantas, que já demonstrou lealdade ao renunciar uma vaga vitalícia do TCU para acomodar Rodrigo Pacheco. Um gesto assim não sai de graça e pode render quase 3 décadas de Supremo ao relativamente jovem advogado de 48 anos. Assim, o placar vira 6x5 pró-Moraes (leia-se: anti-Flávio Bolsonaro).
Tudo isso piora quando lembramos que o presidente do STF em 2027 será o próprio Alexandre de Moraes. Quando tentaram impeachmá-lo, ele simplesmente vai distribuir uma ação de um partido de esquerda a um relator de seu grupo político, e terá maioria no Supremo para se blindar.
O plano Alcolumbre-Moraes vai muito além de impeachment de ministros: vale para qualquer medida do governo Flávio. Com maioria no STF, Alexandre de Moraes continua sendo quem fala por último na República.
“Mas e as aposentadorias dos Ministros?”
As próximas aposentadorias são todas do grupo contra Moraes, ou seja, não mudam o placar. É Fux em 2028, Carmen em 2029 e Gilmar somente em dezembro de 2030 (só no fim do mandato).
“Mas não dá tempo de Alcolumbre fazer isso”
Infelizmente, dá. Desde a indicação de Zanin até a toga foram 20 dias. Flávio Dino, apenas 16 dias. Alcolumbre preside este Senado até 31 de janeiro de 2027. Há tempo de sobra.
“Então o que fazer?”
Eis o ponto fraco do plano. Alcolumbre perdeu as principais eleições do Amapá e está em seu momento mais frágil. Ele não tem o que oferecer aos senadores além de proteção pela nova ala majoritária do Supremo. É pouco, mas ele sabe que precisa de pouco.
Flávio Dino teve 47 votos para ser aprovado. Jorge Messias teve 34 e foi rejeitado. Esses 13 votos de diferença é o que Alcolumbre tem influência direta. Ele só precisa de 7, mais os 34 do governo para ter maioria.
Para impedir este plano a única forma é tirar a maioria de Alcolumbre ainda neste mandato.
Onde começar? Pressão nos senadores que já se manifestaram pelo impeachment de Moraes, só aí são 41, de preferência: começar pelos 17 que não foram reeleitos e são mais vulneráveis.
Deixarei abaixo a lista. Envie e-mail / mensagem nas redes deles: NÃO QUEREMOS O PLANO ALCOLUMBRE-MORAES.
Cole e copie este post em texto ou link, e envie. Faça sua parte, compartilhe como se o futuro do Brasil dependesse disso… Porque depende!
Flávio pode ganhar a eleição mas não levar o poder. Este é o plano Alcolumbre-Moraes e como ele pode destruir o Brasil.
O maior poder do próximo presidente será o de determinar a maioria do STF. O eleito poderia indicar até 4 nomes, algo que não deve ocorrer novamente nas próximas 2 décadas.
Mas no meio do caminho, Alcolumbre pode ter outra ideia para seu grupo político: tirar esse poder do próximo presidente e garantir uma maioria sua.
E aí temos o elemento que adiciona uma camada a mais na história: Alexandre de Moraes. Alexandre luta pela própria sobrevivência e se engana quem pensa que ele já entregou os pontos.
Todos vimos que o STF hoje está dividido. Pela blindagem de Moraes: Gilmar/Dino/Zanin e o próprio Moraes, 4 votos.
Contra a blindagem: Mendonça/Fux/Fachin/Carmen, também 4 votos.
Adicionando os que se declararam impedidos Kassio e Toffoli, um para cada lado, o empate segue 5 x 5.
Eis que surge a importância da cadeira de Barroso, vaga há 1 ano. Após o segundo turno, Alcolumbre ainda tem 3 meses de presidência para aprovar um nome que desempataria tudo a favor de Moraes e seu grupo político no Supremo.
Vale lembrar: Alcolumbre é o presidente que tem em sua gaveta 70 pedidos de impeachment de Moraes e disse que não abriria processo nem com a assinatura de 81 senadores - ou seja, não abriria nem se ele próprio, Alcolumbre, assinasse. Isso que é lealdade.
O nome mais provável discutido em Brasília pra essa indicação é Bruno Dantas, que já demonstrou lealdade ao renunciar uma vaga vitalícia do TCU para acomodar Rodrigo Pacheco. Um gesto assim não sai de graça e pode render quase 3 décadas de Supremo ao relativamente jovem advogado de 48 anos. Assim, o placar vira 6x5 pró-Moraes (leia-se: anti-Flávio Bolsonaro).
Tudo isso piora quando lembramos que o presidente do STF em 2027 será o próprio Alexandre de Moraes. Quando tentaram impeachmá-lo, ele simplesmente vai distribuir uma ação de um partido de esquerda a um relator de seu grupo político, e terá maioria no Supremo para se blindar.
O plano Alcolumbre-Moraes vai muito além de impeachment de ministros: vale para qualquer medida do governo Flávio. Com maioria no STF, Alexandre de Moraes continua sendo quem fala por último na República.
“Mas e as aposentadorias dos Ministros?”
As próximas aposentadorias são todas do grupo contra Moraes, ou seja, não mudam o placar. É Fux em 2028, Carmen em 2029 e Gilmar somente em dezembro de 2030 (só no fim do mandato).
“Mas não dá tempo de Alcolumbre fazer isso”
Infelizmente, dá. Desde a indicação de Zanin até a toga foram 20 dias. Flávio Dino, apenas 16 dias. Alcolumbre preside este Senado até 31 de janeiro de 2027. Há tempo de sobra.
“Então o que fazer?”
Eis o ponto fraco do plano. Alcolumbre perdeu as principais eleições do Amapá e está em seu momento mais frágil. Ele não tem o que oferecer aos senadores além de proteção pela nova ala majoritária do Supremo. É pouco, mas ele sabe que precisa de pouco.
Flávio Dino teve 47 votos para ser aprovado. Jorge Messias teve 34 e foi rejeitado. Esses 13 votos de diferença é o que Alcolumbre tem influência direta. Ele só precisa de 7, mais os 34 do governo para ter maioria.
Para impedir este plano a única forma é tirar a maioria de Alcolumbre ainda neste mandato.
Onde começar? Pressão nos senadores que já se manifestaram pelo impeachment de Moraes, só aí são 41, de preferência: começar pelos 17 que não foram reeleitos e são mais vulneráveis.
Deixarei abaixo a lista. Envie e-mail / mensagem nas redes deles: NÃO QUEREMOS O PLANO ALCOLUMBRE-MORAES.
Cole e copie este post em texto ou link, e envie. Faça sua parte, compartilhe como se o futuro do Brasil dependesse disso… Porque depende!
Flávio pode ganhar a eleição mas não levar o poder. Este é o plano Alcolumbre-Moraes e como ele pode destruir o Brasil.
O maior poder do próximo presidente será o de determinar a maioria do STF. O eleito poderia indicar até 4 nomes, algo que não deve ocorrer novamente nas próximas 2 décadas.
Mas no meio do caminho, Alcolumbre pode ter outra ideia para seu grupo político: tirar esse poder do próximo presidente e garantir uma maioria sua.
E aí temos o elemento que adiciona uma camada a mais na história: Alexandre de Moraes. Alexandre luta pela própria sobrevivência e se engana quem pensa que ele já entregou os pontos.
Todos vimos que o STF hoje está dividido. Pela blindagem de Moraes: Gilmar/Dino/Zanin e o próprio Moraes, 4 votos.
Contra a blindagem: Mendonça/Fux/Fachin/Carmen, também 4 votos.
Adicionando os que se declararam impedidos Kassio e Toffoli, um para cada lado, o empate segue 5 x 5.
Eis que surge a importância da cadeira de Barroso, vaga há 1 ano. Após o segundo turno, Alcolumbre ainda tem 3 meses de presidência para aprovar um nome que desempataria tudo a favor de Moraes e seu grupo político no Supremo.
Vale lembrar: Alcolumbre é o presidente que tem em sua gaveta 70 pedidos de impeachment de Moraes e disse que não abriria processo nem com a assinatura de 81 senadores - ou seja, não abriria nem se ele próprio, Alcolumbre, assinasse. Isso que é lealdade.
O nome mais provável discutido em Brasília pra essa indicação é Bruno Dantas, que já demonstrou lealdade ao renunciar uma vaga vitalícia do TCU para acomodar Rodrigo Pacheco. Um gesto assim não sai de graça e pode render quase 3 décadas de Supremo ao relativamente jovem advogado de 48 anos. Assim, o placar vira 6x5 pró-Moraes (leia-se: anti-Flávio Bolsonaro).
Tudo isso piora quando lembramos que o presidente do STF em 2027 será o próprio Alexandre de Moraes. Quando tentaram impeachmá-lo, ele simplesmente vai distribuir uma ação de um partido de esquerda a um relator de seu grupo político, e terá maioria no Supremo para se blindar.
O plano Alcolumbre-Moraes vai muito além de impeachment de ministros: vale para qualquer medida do governo Flávio. Com maioria no STF, Alexandre de Moraes continua sendo quem fala por último na República.
“Mas e as aposentadorias dos Ministros?”
As próximas aposentadorias são todas do grupo contra Moraes, ou seja, não mudam o placar. É Fux em 2028, Carmen em 2029 e Gilmar somente em dezembro de 2030 (só no fim do mandato).
“Mas não dá tempo de Alcolumbre fazer isso”
Infelizmente, dá. Desde a indicação de Zanin até a toga foram 20 dias. Flávio Dino, apenas 16 dias. Alcolumbre preside este Senado até 31 de janeiro de 2027. Há tempo de sobra.
“Então o que fazer?”
Eis o ponto fraco do plano. Alcolumbre perdeu as principais eleições do Amapá e está em seu momento mais frágil. Ele não tem o que oferecer aos senadores além de proteção pela nova ala majoritária do Supremo. É pouco, mas ele sabe que precisa de pouco.
Flávio Dino teve 47 votos para ser aprovado. Jorge Messias teve 34 e foi rejeitado. Esses 13 votos de diferença é o que Alcolumbre tem influência direta. Ele só precisa de 7, mais os 34 do governo para ter maioria.
Para impedir este plano a única forma é tirar a maioria de Alcolumbre ainda neste mandato.
Onde começar? Pressão nos senadores que já se manifestaram pelo impeachment de Moraes, só aí são 41, de preferência: começar pelos 17 que não foram reeleitos e são mais vulneráveis.
Deixarei abaixo a lista. Envie e-mail / mensagem nas redes deles: NÃO QUEREMOS O PLANO ALCOLUMBRE-MORAES.
Cole e copie este post em texto ou link, e envie. Faça sua parte, compartilhe como se o futuro do Brasil dependesse disso… Porque depende!