Aqui vai meu chamado para os 70+ votarem nessa eleição. Nessa faixa etária, o voto deixa de ser obrigatório, mas a política continua defendendo a sua vida. Vote com a sua família, os seus filhos, netos, sobrinhos, participe das eleições que definirão os rumos do Brasil. Vote Lula 13, Haddad 13, Simone 400, Marina 180 e Zé Dirceu 1368, seu deputado federal!
Quem foi o gênio q fez esse vídeo do Flávio Bolsonaro?!? Dêem o troféu de perfeição p ele..😂🤣👏🏼😂👏🏼🤣👏🏼🤣👏🏼
QUEM COMPARA ESCOLHE LULA
BRASIL SOBERANO E INDEPENDENTE COM LULA PRESIDENTE
FLÁVIO BOLSONARO É VORCARO
Fraude do INSS liga Flávio e Daniel Vorcaro.
Banco Master é Daniel Vorcaro q comprou o Flávio Bolsomaster
André Mendonça é escudo do Flávio.
ICL Notícias
Rapaz, quem é esse homem?
Em 1 minuto e 51 segundos ele conseguiu resumir o Caso do Banco Master e a orgia com a extrema-direita de um modo que a GloboNews, mesmo cobrindo o caso desse o início, não teve ética para fazer até hoje.
Meus parabéns ao @monark por seu comportamento e sua opinião no podcast com @madeleinelacsko acerca do genocídio palestino, desmascarando as mentiras, o despreparo e o cinismo dessa senhora, cuja subserviência ao lobby sionista cheira a enxofre e a mau-caratismo da pior espécie.
Paulo Gonet, Procurador-Geral da República, tem reputação ilibada e vida pública de lisura insuspeita. Isso nunca foi objeto de disputa: é reconhecido em todos os espectros, por quem concorda e por quem discorda dele. Mesmo assim, teve a honra injustamente manchada pelo levantamento do sigilo de conversas que nada de ilícito retratavam. E, naquele exato momento, o estrago à reputação já estava feito. Ninguém desfaz manchete com reparo tardio em plenário.
Ainda assim, assistimos na terça-feira a uma cena lamentável. Em plenário, o próprio relator reconheceu, em alto e bom som, a lisura da conduta de Gonet e admitiu que nada havia contra ele. Nada. Então por que expor? Quem atesta a honra de alguém só depois de tê-la arrastado pela praça pública não está corrigindo um erro: está confessando que ele era evitável.
E não foi só isso. A intenção de lucrar politicamente com o episódio ficou escancarada quando o relator fez publicar vídeo nas redes sociais agradecendo o apoio popular. Apoio a quê, exatamente? A um ato que ele mesmo admitiu não ter fundamento contra a pessoa exposta? Quem age assim não é magistrado imparcial: é boneco de campanha, um pixuleco eleitoral.
Já vimos esse filme. Na Lava Jato, Deltan Dallagnol e Sergio Moro transformaram vazamento seletivo em método. A ideia era sempre criar o fato consumado antes da ação penal, colher os dividendos políticos e deixar a defesa correndo atrás de um julgamento que a opinião pública já havia feito. Linchamento coletivo serve para esvaziar o direito de defesa e enterrar a presunção de inocência.
E, como na Lava Jato, a hora nunca é ao acaso. Lá, sigilos caíam a poucas semanas das eleições. Aqui, o levantamento apareceu às vésperas do 7 de Setembro, para inflar as ruas, arrancar dividendos políticos, sujar reputações e intimidar quem se opõe a esse método. No fundo, o alvo é o direito de defesa de pessoas contra as quais esses agentes nutrem algo que se parece muito mais com vingança do que com justiça.
Instituição séria respeita o devido processo desde o primeiro ato.
A Paulo Gonet, minha integral solidariedade. O Brasil e as instituições são devedores da coragem, da seriedade e da correção de homens como ele.
A pedido do @nikolas_dm , o TRE-MG mandou @ICLNoticias remover os áudios em q ele chama o Vorcaro de lindão.
Por favor gente, vamos respeitar o chupetinha e não compartilhar o áudio, tá 🧐
Muito feliz em receber o apoio de Breno Altman! Valeu demais pelas palavras, pelo apoio e pela confiança na nossa candidatura.
Nosso compromisso é fortalecer a esquerda radical no Congresso e colocar a classe trabalhadora no centro do debate e da política brasileira. Queremos construir força para enfrentar o capitalismo, defender os interesses do nosso povo e avançar na luta pela Revolução Brasileira.
A gente não quer a Revolução Brasileira como uma promessa distante para o futuro. Queremos construir e viver essa transformação agora!
Valeu demais, Breno, é a gente lá para revolucionar!
#Jones5050
Federação PSOL/REDE - PROPAGANDA ELEITORAL - CNPJ 68.571.443/0001-76
Nikolas Ferreira, sabemos quem você é e o que fez no verão passado.
Você pode enganar algumas pessoas o tempo todo ou todas as pessoas por algum tempo, mas não pode enganar todas as pessoas o tempo todo.
O rei está nu!
O ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça apresentou duas notas de compra em uma alfaiataria de luxo. A Folha teve acesso aos documentos, que juntos somam R$ 26.430.
A divulgação das notas foi feita pelo magistrado para rebater a suspeita de que ele teria recebido ternos como presente de pessoas ligadas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.
A hipótese foi levantada após a divulgação de conversas, pelo site ICL Notícias, que revelaram uma tentativa de aproximação de Vorcaro com Mendonça. A ação foi articulada pelo advogado baiano Ciro Rocha Soares e pelo deputado federal Cezinha de Madureira, do PL de São Paulo. (Folha)
𝗢 𝗦𝗨𝗜𝗖𝗜́𝗗𝗜𝗢 𝗗𝗘 𝗨𝗠 𝗩𝗘𝗟𝗛𝗢 𝗖𝗢𝗠𝗨𝗡𝗜𝗦𝗧𝗔
Todo dia primeiro de setembro, como hoje, meu pai mergulhava num silêncio quase sepulcral. Criança, eu não entendia o motivo. Quando meus irmãos e eu insistíamos em puxar conversa, minha mãe o protegia e nos mantinha fora do alcance.
Só na adolescência fui juntar as peças, ouvindo um pedaço de conversa aqui, outro acolá. Nessa data, em 1960, meu avô Wolf tinha cometido suicídio, enforcando-se na modesta fábrica têxtil de sua propriedade. Meu pai só tocaria no assunto nos últimos anos de vida, sempre de forma contida.
Interromper a própria existência é uma ferida para o judaísmo. Entre os judeus comunistas, pior. Para os religiosos, representa uma violação da disposição divina sobre nossos destinos. Para os revolucionários, quase sempre significa alguma forma de covardia.
Não conheci esse avô, morto aos 53 anos. Ainda assim, sua história me é muito familiar. Nascido em Varsóvia, em 1907, era militante comunista desde garoto. Revoltado com um pai rico e carola, fugiu de casa aos nove anos e foi morar com um tio pobre e marxista, dirigente do Partido Social-Democrata da Polônia e depois do Partido Comunista, o KPP.
No final dos anos 1920, fugido da crise econômica e do antissemitismo, imigrou para o Brasil. Três primos sortearam entre si três destinos: Estados Unidos, Cuba e Brasil. O combinado era que o primeiro a melhorar de vida chamaria os demais. Nunca voltaram a se reencontrar.
Wolf veio para São Paulo, casou-se aqui com uma judia também polonesa, minha avó Riva, montou um pequeno negócio e se juntou aos comunistas brasileiros. Até meados dos anos 1950, seria um dos principais chefes do Setor Judeu do PCB, um dos fundadores da Casa do Povo e o primeiro presidente da Escola Israelita Brasileira Scholem Aleichem.
Integrou também o ICUF – Idisher Kultur Farband (em ídiche, Federação Cultural Judaica), organização mundial comandada por judeus antissionistas, fundada em 1937 com forte apoio da União Soviética e sediada em Paris. As atividades internacionais o levavam a viajar seguidamente para Moscou, onde tinha bastante proximidade com dirigentes do primeiro Estado socialista.
Homem de seu tempo, estava disposto a matar e morrer pela causa da revolução socialista. A vitória do Exército Vermelho sobre o nazismo, em 1945, foi o grande momento de sua geração. A liderança de Josef Stalin era saudada e respeitada como a mão de ferro que garantira o triunfo sobre Hitler e a emergência da URSS como superpotência da classe trabalhadora.
Mesmo tendo críticas ao modelo soviético, sempre guardadas para as instâncias partidárias ou o convívio familiar, sentia-se e comportava-se como um dos milhões de gladiadores das fileiras revolucionárias que atuavam sob a batuta bolchevique.
Esse mundo desabou em fevereiro de 1956, no XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética, três anos depois da morte de Stalin. Diante dos delegados, Nikita Kruschev, primeiro-secretário do partido, leu o relatório que denunciava supostos crimes do antecessor.
Inúmeros comunistas, mundo afora, receberam aquelas denúncias como uma facada nas costas. Alguns aturdidos pelas revelações alardeadas. Outros impactados pelo que consideraram uma traição imperdoável ao líder responsável pela transição soviética da era do arado à bomba atômica.
Conta-se que vários comunistas soviéticos tiraram a própria vida nos meses seguintes. Entre eles, o escritor Alexander Fadeiev, autor de "A jovem guarda", que se matou com um tiro em maio daquele ano.
Meu avô Wolf seguiu esse caminho. Acusado dentro do PCB por “stalinismo”, foi afastado de todas as funções que exercia. Entrou em depressão profunda, quase emudecido pela dor e pela melancolia. Até o dia em que se enforcou.
Meu pai, Max, ficaria muito abalado. Fez questão de pedir ao irmão mais velho, Carlos, que lhe coubesse o discurso fúnebre, lido para as centenas de pessoas que compareceram ao enterro. Guardo o texto até hoje: uma ode à missão dos revolucionários e um juramento ao legado paterno, desde menino um soldado da epopeia de Marx e Lênin. Sem culpas ou ressentimentos, mágoas ou lamentos.
Mas essa ferida o acompanharia até seus últimos momentos, em 2016. Eu sabia disso por seu silêncio. O silêncio de todo primeiro de setembro.