sempre que a gente estudava segunda guerra e via os campos de concentração ficava na cabeça o pensamento de "como ninguem fazia nada a respeito, nao é possivel". Agora a gente consegue entender
Nas redes sociais o assunto é um só: BBB26. Mas vamos dar voz a um caso que realmente merece atenção?
Envolve policiais, envolve adolescentes, envolve ameaças por quem tem “poder”.
UMA THREAD COM TUDO O QUE SE SABE SOBRE O CASO DO CACHORRO “ORELHA” (rt’s)
Oq aconteceu com o Rio de Janeiro e pq os artistas começaram a ignorar a cidade para fazer shows? Tipo percebi isso desde o anúncio do MY CHEMICAL ROMANCE, ai dias atrás o BTS tbm ignorou e agr o Harry... tipo tiraram o RJ da rota de shows inter?
This movie should be winning the inaugural casting oscar in a cakewalk. Every single role even down to the bit players is so memorable. Alice Carvalho, Udo Kier, the other residents at Dona Sebastiana's place, Armando's co-workers at the registry, and I could go on
Eu adoro quando alguém quer pagar de professorzinho e quer entrar na minha área de especialização. Isso me faz feliz em elaborar respostas para mostrar que Bolsonaro É UM NEOFASCISTA SIM! Wagner Moura está certo! Veja o vídeo e acompanhe a resposta. Um bom exercício para uma quarta-feira de sol.
O governo Bolsonaro não foi fascista no sentido histórico clássico (não virou ditadura total, não aboliu eleições e não se enquadrou em alguns pontos apresentados neste vídeo), mas flertou perigosamente com traços típicos do fascismo. A semelhança está no modo de fazer política, não numa cópia do Mussolini. Por isso muitos preferem
Usar o termo “neofascismo”, que é uma nova forma de interpretação desta ideologia política de extrema direita.
Primeiro: culto ao líder e antipolítica.
Bolsonaro se apresentou como “anti-sistema”, acima das instituições, como se só ele representasse o “povo de verdade”. Fascismo adora essa narrativa messiânica: o líder incorruptível contra elites “podres”, imprensa “mentirosa”, universidades “inimigas”.
Segundo: inimigos internos permanentes.
Fascismo precisa de um vilão constante para manter a tropa mobilizada. No bolsonarismo, a lista foi longa: imprensa, STF, professores, artistas, cientistas, indígenas, ONGs, comunistas imaginários, PT, Lula, Alexandre de Moraes e mais
O que viesse pela frente.
Política vira guerra moral, não disputa de ideias.
Terceiro: desprezo sistemático pelas instituições.
Ataques repetidos ao STF, ao Congresso, à imprensa e às regras do jogo democrático. Fascismo não começa fechando instituições — começa deslegitimando elas. Bolsonaro testou os limites o tempo todo.
Quarto: militarização simbólica do poder.
Uso constante de linguagem militar, nostalgia da ditadura, celebração do autoritarismo de 64, presença excessiva de militares no governo civil. Fascismo adora a estética da ordem, da hierarquia e da força.
Quinto: nacionalismo tosco e regressivo.
Não é o nacionalismo sofisticado de projeto industrial. É o “Brasil acima de tudo” vazio, emocional, que rejeita cooperação internacional, ciência e diplomacia profissional. Fascismo vende identidade antes de vender políticas.
Sexto: ataque à verdade e à ciência.
Negacionismo climático, sabotagem da política de saúde na pandemia, anti-vacina, cloroquina e relativização da morte em massa. Fascismo opera melhor quando fatos viram “opinião” e especialistas viram “inimigos do povo”.
Sétimo: mobilização emocional contínua.
Governo em campanha permanente. Crise todo dia. Escândalo como método. Motociatas, manifestações de ode ao Bozo, movimentação diária no zap. Fascismo precisa manter a base em estado de alerta, indignação e medo — pensar demais atrapalha.
Agora, o ponto crucial (e aqui mora a diferença):
Bolsonaro TENTOU, mas não conseguiu cruzar a linha final.
As instituições resistiram, a imprensa sobreviveu, as eleições aconteceram, ele perdeu e saiu (a contragosto). Fascismo pleno exige controle total do Estado — isso não aconteceu, mas não pela vontade do Bolsonaro e sim pela força da nossa democracia.
Importante deixar claro:
Bolsonarismo foi um autoritarismo populista com estética e práticas que lembram o fascismo, mas sem consolidar um regime fascista clássico. Um “quase”, perigoso justamente por isso — porque normaliza o abismo sem necessariamente pular nele.
O alerta que fica não é sobre o passado. É sobre o método. Fascismo raramente volta com o mesmo uniforme. Ele muda de roupa, aprende a usar redes sociais e fala em nome da “liberdade” enquanto trabalha contra ela.
Sherlock (2010) had a pitch perfect cast, with Benedict Cumberbatch and Martin Freeman locking into one of the best modern screen duos. That chemistry carried the show far beyond the UK, turning a very British reinvention into a global hit almost overnight
Vídeo didático sobre o caso Master
Assim fica mais fácil entender porque a mídia corporativa tentou jogar essa granada pra longe de seus amigos do mercado e da direita