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“Ain o Nikolas não falou do filme”
“Ain o Nikolas não postou isso, não curtiu aquilo”
Ditadorzinho esse rapaz, ele quer ditar o que as pessoas postam em suas próprias redes, e se não faz o que ele quer esperneia igual uma histérica enquanto jura que está “ajudando”Flávio.
🚨AGORA - Rodrigo Constantino fica revoltado com a visita de Flávio a Vorcaro após prisão
“Para pedir dezenas de milhões de dólares, ele liga! Para falar tchau, ele faz uma visitinha pessoal”
@f4b10rms O bom da Austrália é que é longe o suficiente para a gente não correr o risco de esbarrar. Deixe ele lá com os bichos venenosos, que de 'veneno' e vagabundo a gente já tá abastecido por aqui na Bahia, Fábio!"
Pulando fora do titanic aos 49 do segundo tempo.
Aliás, tem algum desses famosinhos didireita EAD que não seja carioca?
Gengivudo, Figayredo, Constantino, juíza Grilo Falante, Lacombe e Max (temporariamente).
Caralho, bicho... E ainda tem um BAIANO na Austrália, vtnc
Cansei. Falar verdade ao próprio campo custa mais do que falar verdade ao adversário, e Aristóteles ensinava que há momentos em que o cidadão íntegro precisa se afastar da praça pública para não ser arrastado ao registro emocional dos que confundem fúria com pensamento. Talvez tenha chegado o meu momento de seguir esse conselho.
A matilha brasileira que se diz defensora de Bolsonaro é o agente mais eficaz da destruição dele, e o eleitor adulto precisa nomear o vício sem rodeio. Carluxo, Bananinha, cadela de Brisbane e o coro que orbita os três operam há cinco anos com método cirúrgico de autodestruição: queimam aliado leal a cada semana, sabotam construção parlamentar a cada votação, transformam quadro sério da direita em traidor da véspera, e quando o adversário real aparece já não há ninguém de pé ao lado da família para resistir. Em vez de unir e lutar pela injustiça que Bolsonaro de fato sofre, perseguição judicial sistemática e régua dupla aplicada por ministros do STF, eles fazem o oposto matemático do que a hora exige: incendeiam o quartel por dentro, expulsam soldado leal, e gritam para o eleitor que dissidência interna é traição. Não estão nem aí para os presos, nunca estiveram. Daniel Silveira foi preso, cumpriu pena, perdeu mandato e direitos políticos, e a matilha que jurava libertá-lo trocou de pauta na milésima de segundo em que o engajamento caiu. Filipe Martins segue preso há mais de um ano sem denúncia formal sustentada por prova material, e o coro que mobilizava o nome dele desapareceu quando o tema esfriou nas redes. Os presos do oito de janeiro seguem encarcerados, com famílias destruídas, e a tribo que vive de discurso pró-anistia abandonou a pauta concreta para tuitar trocadilho contra crítico interno. O que move essa fauna não é causa, é ego, e o ego deles precisa de dois combustíveis diários: destruição interna para sustentar relevância e Pix do eleitor honesto para sustentar aluguel. Causa é instrumento, preso é mercadoria, anistia é hashtag, e quando o produto deixa de vender, troca-se o produto sem corar. Olavo passou os últimos anos da vida alertando contra essa exata fauna, em letra própria e conta verificada, e a tribo finge não lembrar do tweet de oito de março de dois mil e dezenove em que o filósofo cravou em três linhas o que ela é, o que faz e qual o destino dela. O resultado prático dessa autodestruição é matemático: cada escândalo autoinfligido entrega voto ao Lula em outubro, cada aliado queimado fecha porta de negociação parlamentar, cada hora gasta atacando crítico interno é uma hora a menos de construção de maioria capaz de aprovar anistia de verdade, não a anistia hashtag que rende live. Quem ama Bolsonaro de verdade tem o dever cívico de denunciar publicamente a matilha que destrói a chance de salvá-lo, porque calar diante dela é cumplicidade ativa com a derrota anunciada. A injustiça contra o presidente é real e exige resposta unida, e o que essa fauna oferece em troca é o oposto: divisão permanente, queima de aliado, exploração emocional da causa para alimentar o ego de quem não tem programa, não tem doutrina, não tem coluna vertebral, tem apenas microfone, bandeira nacional ao fundo e Pix aberto. A história julgará a perseguição contra Bolsonaro, mas julgará também quem teve consciência do dano causado pela tribo e preferiu o conforto dela à coragem da régua única.
Eis o produto definitivo do ciclo de autoilusão da matilha: um filme apresentado a parlamentares do PL para canonizar como antissistema o personagem público que mais se curvou ao sistema nas últimas duas décadas. Vendem ao eleitor o mito do disruptor que veio quebrar a ordem estabelecida, mas o eleitor adulto que ainda acompanha o noticiário com memória funcional sabe quem indicou Alexandre Ramagem para a direção da Polícia Federal e recuou ao primeiro chiado do STF. Sabe quem subiu no palanque do sete de setembro de dois mil e vinte e um gritando ameaças contra Alexandre de Moraes e dias depois assinou carta pública pedindo desculpas ao mesmo ministro, redigida por Michel Temer, em um dos episódios mais constrangedores de recuo presidencial da história republicana brasileira. Sabe quem escreveu carta a Temer pedindo intervenção sempre que o caldo apertou. Sabe quem assinou o decreto de graça a Daniel Silveira no exercício pleno do mandato, viu o STF rasgar o decreto presidencial, e em vez de reagir com a caneta que ainda tinha na mão, recuou em silêncio diante do tribunal que cagou na própria prerrogativa constitucional. Sabe quem assistiu Filipe Martins ser jogado na cadeia por meses sem pressão concreta sobre o gabinete militar. Sabe quem entregou o orçamento ao Centrão de Arthur Lira em volume que governo petista nunca ousou negociar. Sabe quem nomeou Kassio Nunes Marques e André Mendonça para o STF, e hoje colhe os votos dos dois contra a própria família. Esses fatos estão documentados em decretos, atas, registros oficiais, depoimentos públicos, e o filme que se prepara para estrear finge que nada disso existiu. É realismo mágico com bandeira nacional ao fundo, e Hollywood teria vergonha de assinar o gênero. A matilha precisa do herói cinematográfico justamente porque o herói histórico não fechou conta em nenhum dos momentos decisivos, e a função do filme é exatamente essa: fabricar épica para encobrir o conformismo documentado, transformar recuo em estratégia, transformar omissão em sacrifício, transformar pedido de desculpas a Alexandre de Moraes em estratégia geopolítica de longo prazo. Aristóteles dizia, no Livro Primeiro da Poética, que a tragédia precisa do herói trágico para purificar o público pela katharsis, mas o herói trágico do estagirita exige falha real cometida no esforço de fazer o bem, e não o personagem que escolheu sistematicamente o caminho do silêncio quando podia ter falado. O que a matilha está produzindo não é tragédia, é hagiografia barata vendida a cinco dólares mensais, é fabricação industrial de mártir em ano eleitoral, é a tentativa desesperada de reescrever em ficção aquilo que a história documental já cravou em ata. O eleitor que comprar o ingresso vai sair da sessão chorando, depois acordará na segunda-feira diante da urna real, e a urna não exibe trailer, exibe número, e o número não mente. Quem se acovardou em vida não vira antissistema em película, vira ator de figurino caro num roteiro escrito por quem nunca pegou em fuzil real, e a coragem, essa coisa rara que exige preço pago no presente, segue ausente da biografia do protagonista, faltando exatamente como faltou em cada decisão concreta dos quatro anos de mandato.
Vejam o sintoma em estado clínico, oferecido em rede aberta para quem souber ler. A cadela de Brisbane decreta que o silêncio do Nikolas Ferreira é "sabotagem" e que abster-se de comentar o filme "ajuda muito a direita". Leiam de novo, devagar: silêncio virou crime, abstenção virou traição, e aplauso público virou prova de fidelidade. Quem cresceu lendo sobre o século vinte reconhece o cardápio sem precisar de glossário, porque o expediente é antigo e tem nome técnico em manual de regime fechado: exigência de adesão litúrgica, pedágio cerimonial cobrado de quem ousa não bater palma na hora certa. A esquerda gramscista passou cinquenta anos refinando essa engenharia, e a matilha eduardista importou o método em pacote, trocou de bandeira, manteve a substância. Nikolas faz o que adulto político faz quando há investigação aberta da Polícia Federal sobre o financiamento do produto cultural em questão: guarda distância prudencial e deixa o tempo separar o joio do trigo. Prudência prática, no vocabulário do estagirita, é exatamente isso, a faculdade de calcular o momento certo de cada gesto público, e é a virtude que distingue o estadista do animador de plateia. A matilha não suporta a presença dessa virtude no campo porque a coragem fria do Nikolas torna inescondível a covardia barulhenta dos outros. Silêncio digno expõe palavrório oco, e o palavrório oco não tem como se defender senão acusando o silêncio de sabotagem, fechando o círculo da inversão moral em letra de forma. A cadela ataca quem não precisa dela para existir politicamente, e ataca exatamente porque não precisa, e isso é a definição clássica do ressentimento de vassalo diante do homem livre. Homem livre incomoda porque sua mera existência denuncia a servidão voluntária dos que escolheram o curral. Olavo gastou aulas inteiras explicando esse mecanismo, e a peça publicada hoje em Brisbane confirma cada palavra do diagnóstico, sem precisar de comentário adicional, sem precisar de tradu��ão, sem precisar de simpatizante para sublinhar a evidência. O eleitor adulto lê duas frases e fecha o caso.
Cadela de Brisbane, em novembro de vinte e cinco você exigia, em rede aberta, com tweet datado, que o Moro e o Deltan se manifestassem porque o Vorcaro tinha contratado o ex-patrão do Moro como advogado. Pois bem, hoje, o Flávio Bolsonaro confessou em nota oficial que negociou cento e trinta e quatro milhões diretamente com o mesmo Vorcaro, recebeu sessenta e um milhões, e tem ��udio cobrando parcela atrasada. Cadê a régua única agora, cadela? Cadê a indignação que você reservava pro parecer de setecentos e cinquenta mil de um terceiro distante, aplicada aos cento e trinta e quatro milhões diretos do irmão do candidato que você defende? Tua régua é bilateral conveniente, uma régua pro adversário e outra pro aliado, exatamente o vício do partidário cego. Em novembro você cobrava manifestação do Moro por vínculo indireto, em maio você passa pano em vínculo direto da família que defende. Qual vai ser a passada de pano agora? A audiência está esperando, com print circulando, com tweet datado, sem possibilidade de fuga.
Cadela de Brisbane, em cinco de março você cravou em rede aberta que o Bolsonaro pai "denunciava o Master desde vinte e quatro". Pois bem, hoje o Intercept publicou áudios e prints do Flávio negociando cento e trinta e quatro milhões com o Vorcaro, e o próprio Flávio confirmou em nota oficial que ligou e pediu o dinheiro. Então presta atenção na consequência l��gica da tua própria narrativa, cadela. Se o pai combatia o Vorcaro desde vinte e quatro como você cravou, então qualquer coisa que o Flávio fale agora não é verdade, porque é matematicamente impossível ele alegar que "não sabia quem era o Vorcaro" quando o próprio pai dele estava denunciando o sujeito publicamente no mesmo período. A tua narrativa de março destruiu a defesa do Flávio de hoje, cadela, em rede aberta, com tweet datado, sem possibilidade de fuga. Ou você mentiu em março, ou o Flávio está mentindo agora, escolhe a opção que menos compromete o teu currículo de comunicadora política. Qual vai ser a passada de pano? Tem áudio, tem print, tem confissão do próprio Flávio, tem três versões oficiais contraditórias publicadas em vinte e quatro horas pela própria fauna eduardista.
Bicho, eu não quero nem saber que tipo de merda tem na cabeça de quem votaria nesse moleque pra deputado federal e ainda ter a cara de pau de dizer que é estratégia política
Tem que ser muito imbecil bicho, tanta gente boa em SC e votar nesse cara só pelo sobrenome
Carlos Bolsonaro, o seu tweet de hoje entrega o método da dupla em letra de forma. Funciona assim. O Eduardo despacha o ataque pesado de fora, monta a montagem de "sabugado", lança a acusação contra o aliado sério. Vinte e quatro horas depois, você entra com o tweet de vitimismo, fingindo perplexidade, perguntando "por que ninguém defende meu irmão", como se o ataque do irmão não tivesse acontecido um dia antes em rede aberta. É a dança coordenada de quem se reveza no microfone pra manter a ofensiva permanente com aparência de ações isoladas. Ontem o Eduardo posta "sabugado" sobre o Salles. Hoje você posta "por que ninguém defende o Eduardo". É o mesmo aparelho operando em dois fusos horários, com substância de coordenação familiar. E o detalhe que sela a peça é o uso da figura paterna como escudo. Quando vocês atacam, atacam em nome próprio. Quando recebem retorno, invocam o pai como vítima coletiva, dizendo "destruir os filhos de Bolsonaro é obrigação para aceleração do processo". É transferência de capital político paterno pra cobrir déficit político pessoal. Crítica ao Eduardo, hoje, é crítica ao Eduardo, não ao Jair. Olavo de Carvalho, em vida, em texto publicado, classificava essa estratégia como "vampirismo simbólico", o uso da imagem do líder principal pra dar peso a satélites que, sozinhos, não teriam o peso reivindicado. E o pior, Carlos, é que vocês usam a figura do pai no mesmo momento em que destroem o legado dele. O Eduardo apoiou publicamente André do Prado, pupilo direto do Valdemar Costa Neto, exatamente o tipo de operador fisiológico que o discurso bolsonarista de raiz jurou de joelhos combater por seis anos. Você se cala diante da aliança e ainda escreve tweet pedindo solidariedade pro irmão. É contradição em estado puro. Sobre a pergunta retórica, a resposta cabe em uma frase de Aristóteles. Amizade política autêntica exige reciprocidade no respeito, e quem ataca sistematicamente os aliados sérios durante dois anos perde o direito moral à defesa recíproca. Está na "Ética a Nicômaco", livro nove. O Eduardo destruiu a base de amizade política dele por mérito próprio, com cada tweet, com cada vídeo, com cada "sabugado". Você opera como amplificador e gestor da narrativa de perseguição. Não funciona. Não engana mais. A direita conservadora séria identifica a dupla na primeira leitura, o método na segunda, a estratégia na terceira. E o silêncio dos que vocês passaram dois anos atacando não é conspiração, é regra natural da amizade política, é Aristóteles em ação, é manual de civilização ocidental.
O ministro Gilmar Mendes reiterou suas ofensas e ameaças contra mim, usando desta vez o artifício tosco de a cada ataque alegar ser “uma hipótese”. O seu desequilíbrio vaidoso e agressivo e sua conduta incompatível com o cargo de ministro do Supremo não são hipóteses, são fatos. E fatos são uma coisa teimosa, pois apesar da intensa cortina de fumaça eles permanecem presentes. As consequências virão, se não agora, logo adiante.
🚨BREAKING: MADURO IMPLICATES OBAMA IN ELECTION RIGGING, DRUG TRAFFICKING INVESTIGATION - Former Venezuelan President Nicolas Maduro has reportedly told federal authorities that DISGRACED former President Barack Obama SOLICITED HIM and engaged in a QUID PRO QUO for Maduro to provide The United States with Dominion and Smartmatic voting machines and software BY THE MASSES to RIG American elections in favor of Democrats in exchange for Obama and his administration allowing Maduro to stay in power and actually using the full weight of The US government to assist the dictator in doing so. Obama and his notoriously corrupt administration were also said to be ON THE RECEIVING END of TENS OF MILLIONS OF DOLLARS AND LUXURIOUS PERSONAL GIFTS from the Maduro regime in exchange for enabling Maduro's narcoterrorist THUGS to traffic deadly drugs into our country to poison our citizens. This is just the latest EXPOSED EVIL DOING of Barack Hussein Obama... This man is the worst thing that ever happened to this country. He is an AVOWED COMMUNIST as well... No wonder he admires Maduro so much!
FOLLOW ME, THE NEXT DROP WILL BE SHOCKING.
Um amigo me mandou esse vídeo agora há pouco. Olha o nível: @flferronato (“Ferra o Gado”) diarreia e CIA usando ameaça pra tentar calar o BBJupteriano pelo que ele expôs.
Já viram alguém que se diz de direita intimidar outro com ameaça de denúncia de conta? Foram além: rastrearam até de onde o cara tuitava. Isso não é debate, é coerção.
E o “crime” dele? Só revelou a estratégia da militância do Nunes (Flávia e cia), que queria surfar o 7 de setembro como se fosse apoio orgânico.
Agora vem com vitimismo?
Quem tenta calar os outros não pode reclamar quando a própria conduta volta como cobrança.
Se a matilha inteira, o dono do canil e o engenheiro de Brisbane não aguentam um único KKK, como pretendem lutar contra o regime que prendeu Bolsonaro, controla o STF e comanda a máquina com 94 milhões de dependentes? Um KKK desequilibrou o circo inteiro, imagina o sistema.