Somos uma sociedade que clama por Justica. Que Justica é essa onde o poder financeiro de pagar bons advogados criminalistas significa a perpetuação da impunidade? #RosaVoteSIM#PrisaoEm2aInstanciaSim
O Brasil é governado por um grupo sob forte influência do crime organizado transnacional. Trump convoca Flávio Bolsonaro vislumbrando um alinhamento geopolítico entre as duas maiores economias das Américas, coroando o desmantelamento do socialismo na região. #Brasil#Política
IVERMECTIN AND FENBENDAZOL END CANCER
🎯CONFIRMED: Epidemiologist Nicolas Hulscher states that complete remissions of stage IV cancers using antiparasitic drugs are already documented in peer-reviewed scientific literature.
According to him, hundreds of studies show that ivermectin and fenbendazole activate more than 12 different anticancer mechanisms and act against more than a dozen types of cancer.
Among the most impactful works cited by Hulscher is a case report published in Case Reports in Oncology.
There, three patients with metastatic stage IV cancer are described who achieved complete remission documented by imaging and tumor markers:
📌An 83-year-old woman with breast cancer that had metastasized to the liver, lungs, and bones. After treatment, the PET scan showed complete remission, and she has shown no recurrence in nearly three years.
📌A 75-year-old man with metastatic bone prostate cancer. His PSA dropped to undetectable levels, and the metastases disappeared completely.
📌A 63-year-old man with highly advanced BRAFV600+ melanoma. His circulating tumor DNA went from 123 to 0 in less than two months, with confirmed remission.
Additionally, a recent systematic review analyzed 26 studies with 36 real patients treated with ivermectin. No serious adverse effects were reported, and clinical improvements were observed even in cases of leukemias and lymphomas, many of them while continuing to receive conventional chemotherapy.
Alternative scientists explain that these drugs attack cancer in multiple ways: they destabilize microtubules, induce programmed apoptosis, block the mTOR pathway, cut off the glucose supply to tumor cells, inhibit the formation of new blood vessels, and eliminate cancer stem cells.
All this with medications that cost pennies and have been used in humans and animals for decades.
While conventional medicine invests billions in high-cost therapies, on social media thousands of patients are already sharing personal testimonials: tumors that shrink or disappear, markers that normalize, and surgeries that end up being canceled.
The question sweeping the world is whether this represents the greatest medical suppression in history or the most important discovery of the 21st century. The dissenting scientific community demands controlled clinical trials with urgency. For many terminal cancer patients, time has simply run out.
What do you think? Give it an RT and share this information before it disappears, as it could save many lives. Your friends or family fighting cancer need to read this today.
FOLLOW ME, THE NEXT DROP WILL BE SHOCKING
5 Negócios com as maiores taxas de mortalidade no Brasil (O Cemitério de CNPJ):
1. Restaurantes e Lanchonetes Gourmet (78% fecham em 2 anos)
2. Lojas de Roupas e Boutique Multimarcas (72%)
3. Cafeterias e Docerias "Instagramáveis" (65%)
4. Academias de Bairro sem Diferencial (60%)
5. Salões de Beleza de Luxo (58%)
O brasileiro ama comer fora e se vestir bem, mas ele é infiel por natureza: se o vizinho abrir uma hamburgueria com um neon mais bonito ou um desconto de R$ 5, ele atravessa a rua e te esquece.
A lore do "Sonho do Chef" vs. o Realidade do Estoque:
- O Empreendedor de Restaurante: Gasta R$ 200 mil em reforma, cozinha industrial e curso de gastronomia. No terceiro mês, percebe que o lucro some no desperdício de comida, no turnover de garçom e na taxa de 27% do iFood. Ele vira escravo do fogão para pagar o boleto do fornecedor de carne.
- O Dono de Boutique: Compra estoque na empolgação, a moda vira em 15 dias e ele fica com R$ 50 mil parados em cabide enquanto o boleto do aluguel do shopping não perdoa. Ele não vende roupa, ele vende a tentativa frustrada de prever o gosto de quem não tem dinheiro.
O segredo que ninguém conta no curso de "Empreenda com Propósito":
- O Erro: Abrir um negócio baseado no que você gosta de fazer (cozinhar, malhar, se vestir), em vez de abrir o que as pessoas precisam consertar (geladeira, celular, dente).
Enquanto o dono da oficina de ar-condicionado está com a agenda lotada e o cliente implorando para pagar R$ 400 por uma carga de gás, o dono da hamburgueria artesanal está fazendo "post de engajamento" e promoção de "compre 1 leve 2" para tentar pagar a conta de luz.
No Brasil, o lucro mora no que é essencial e chato. O prejuízo mora no que é supérfluo e "bonitinho". No fim do dia, quem conserta a tela do iPhone ganha o dinheiro de quem tentou abrir um café com temática de gato e quebrou em seis meses.
Quem os ensinou a costurar folhas e tecer ninhos de forma tão incrível!?🪄
Eu só digo que Deus é a própria perfeição ao criar tudo tão perfeito e com primícias de detalhes.
Deus é tudo na vida de todos os seres viventes.🙏🏻💫
https://t.co/So1DCEBbCv
Não é sobre música.
É sobre sentir!
Essa canção nasceu do cansaço, da indignação e da esperança de milhões.
Nasceu do momento em que o Brasil percebeu que não dá mais pra fingir que está tudo normal.
Não é por um lado.
Não é direita nem esquerda.
É por menos corrupção, menos injustiças, em nome de todos os brasileiros.
🎶 ACORDA BRASIL!
📣 O silêncio já durou demais!
📆 DATA: 25/01 - BRASÍLIA
Bora fazer essa mensagem chegar mais longe? Marca o @nikolasferreiradm e outros influencer aí pra eles ouvirem
O futuro começa agora!
Lula's Petty Boycott Exposes the Failure of Leftist Leadership in South America
In a stunning display of ego over national interest, Brazilian President Luiz Inácio Lula da Silva chose to skip the historic signing ceremony of the long-awaited Mercosur-European Union trade agreement in Asunción, Paraguay, on January 17, 2026. While leaders from across the bloc—including Paraguay's Santiago Peña, Argentina's Javier Milei, and others—gathered to celebrate a deal that promises economic growth and opportunity, Lula sent only his foreign minister. This was no scheduling conflict; it was a deliberate snub, rooted in personal jealousy and ideological resentment toward a conservative success story right on Brazil's doorstep.
The Mercosur-EU pact, decades in the making, represents a major win for free-market principles and open trade. Yet Lula, who presided over the bloc during much of the final negotiations and repeatedly promised to seal the deal on his watch, couldn't stomach seeing it finalized under Paraguayan leadership. Peña, a center-right president from the Colorado Party, assumed the rotating Mercosur presidency and delivered where Lula failed—ushering in the agreement's formal signature on Paraguayan soil. Rather than celebrate regional progress, Lula stayed home, reportedly nursing grudges over Peña's rising diplomatic profile.
This petulance is even more glaring when viewed against Paraguay's broader economic renaissance under Peña. The country has become a magnet for Brazilian businesses fleeing Brazil's crushing tax burden. Over 200 industries have relocated across the border, drawn by Paraguay's simple and low-tax regime: a mere 1% export tax, 10% corporate income tax, zero duties on imported inputs for export-oriented production under the Maquila regime, and rock-bottom electricity rates thanks to surplus hydropower from Itaipu. In contrast, Brazilian companies groan under a labyrinth of overlapping taxes that can devour 37% or more of production value. The result? Jobs and investment flow out of Brazil, enriching a neighbor that prioritizes economic freedom over heavy-handed state control.
Peña's independent streak doesn't stop there. Paraguay has pursued smart, pragmatic partnerships, including discussions with the Trump administration to leverage its abundant clean energy for American AI data centers. U.S. Secretary of State Marco Rubio highlighted this potential as early as May 2025, noting Paraguay's hydropower surplus as a strategic asset for powering the next generation of artificial intelligence infrastructure. These talks advance without begging permission from Brasília, underscoring how a confident, pro-growth leader can attract global capital while Lula's Brazil stagnates under socialist policies.
The contrast couldn't be clearer. Paraguay, under conservative leadership, is booming with investment, job creation, and international respect. Brazil, under Lula's leftist governance, watches industries flee, opportunities slip away, and its president throw tantrums over protocol. Peña graciously acknowledged Lula's past role in the negotiations, calling his absence "bittersweet" and praising his contributions—classy diplomacy from a leader focused on results rather than revenge.
This episode should serve as a wake-up call. When governments slash taxes, cut red tape, harness natural advantages like cheap energy, and pursue free trade without ideological baggage, prosperity follows. When leaders prioritize ego, envy, and state domination, their people suffer capital flight and missed opportunities. Paraguay is proving that conservative policies work. Brazil's current path only proves the opposite. It's time for Latin America's largest economy to learn from its smaller, smarter neighbor—or risk being left further behind.
#lula #Brazil #corruption
CARTA ABERTA AO POVO DO BRASIL
Escrevo estas linhas para explicar, com o coração aberto, por que decidi caminhar de Minas Gerais até Brasília. Não é um gesto de vaidade. Não é espetáculo. É um ato de consciência, de amor ao Brasil e de compromisso com a liberdade.
A desumanização dos brasileiros presos após o dia 8, submetidos a processos ilegais, parciais e arbitrários, bem como a perseguição sistemática a opositores políticos, entre eles Jair Bolsonaro, não são fatos isolados. São sintomas de algo muito mais profundo e perigoso: o cansaço moral de uma nação que vê o mal triunfar sem consequências, escândalos sucederem escândalos, o crime organizado avançar sobre o território e as instituições, enquanto o cidadão honesto é esmagado por um Estado inerte para proteger o bem, mas voraz para cobrar impostos.
Esta caminhada nasce, portanto, não apenas como um clamor por justiça a casos concretos, mas como um chamado à consciência nacional, para reavivar no brasileiro a esperança, a coragem de fazer o que é certo e a disposição de enfrentar e derrotar o mal que tenta se normalizar entre nós. O povo brasileiro encontra-se inerte, não apenas pelo medo, como muitos acreditam, mas por um estado de paralisia psicológica construído de forma deliberada e intencional.
Dito isso, este ato é uma etapa pela liberdade e pelo tratamento digno aos presos do dia 8 de janeiro, que foram submetidos a violações de direitos humanos e de garantias fundamentais. E também ao Jair Bolsonaro, Filipe G. Martins, Coronel Naime e tantos outros que sofrem dos mesmos abusos processuais.
Por isso, esta causa passa, necessariamente, pela derrubada do veto à dosimetria das penas no Congresso.
Chegarei a Brasília no dia 25 de janeiro para mostrar, com presença física e pacífica, que ainda há brasileiros atentos, solidários e comprometidos com a justiça, com a dignidade humana e com a liberdade.
E se nada der “certo”? Ainda assim, precisamos fazer o que é certo, sem viver apenas da expectativa de que tudo dê certo. Se os presos injustamente do dia 8 e o presidente Jair Bolsonaro se sentirem acolhidos, perceberem o carinho do povo brasileiro, souberem que não estão abandonados e houver um despertar da consciência nacional, então cada quilômetro percorrido já terá valido a pena.
A caminhada será ordeira e pacífica. Não tem como objetivo praticar crimes ou gerar desordem. Trata-se apenas do exercício legítimo do direito de ir e vir e do direito de manifestação, garantidos pela Constituição a qualquer cidadão.
E não, esta caminhada não é uma bala de prata. Não é um gesto para resolver todos os problemas do Brasil, nem pretende substituir instituições, leis ou o dever de cada cidadão. Ela é, antes de tudo, um ato simbólico - e símbolos importam mais do que muitos imaginam.
Que cada brasileiro saiba: a liberdade não se pede de joelhos; defende-se de pé.
Pelo fim das prisões injustas,
Pelo fim da impunidade,
Pelo fim da perseguição política,
Pelo fim do ativismo judicial,
Por liberdade,
Nikolas Ferreira
Flávio, existe uma coisa que nenhum estrategista político pode ensinar. Nenhum marqueteiro pode fabricar. Nenhum curso de liderança pode transmitir. É aquilo que o povo reconhece de longe, sem precisar de legenda. É aquilo que seu pai carregava no olhar, no gesto, no jeito de estar no mundo. A simplicidade que é grandeza. A irreverência que é coragem. A humildade que é força. A autenticidade que ninguém compra e ninguém finge.
Seu pai nunca precisou de palco. Bastava uma esquina. Uma padaria. Uma barraca de cachorro-quente. Uma prainha qualquer de final de tarde. Ele não precisava parecer povo. Ele era povo. E esse é o maior legado que você herda. Não é só o nome. É o jeito. A verdade. A ausência absoluta de máscara. Jair Bolsonaro tomava café com quem aparecesse, conversava com quem lhe estendesse a mão, parava para ouvir o desconhecido porque nunca viu o povo como massa, mas como pessoas. Como iguais.
E talvez seja essa a maior lição que você precisa carregar para 2026. Nunca se esqueça da imagem mais poderosa do seu pai. Não a do presidente. Não a das motos. Não a dos discursos. Mas aquela cena simples, quase banal, que nenhum livro de história vai escrever, mas que o Brasil nunca esquece. Jair Bolsonaro, presidente da República, sentado num banquinho de rua, comendo um cachorro-quente com a mão, conversando com o vendedor como quem conversa com um velho amigo. Ali estava toda a explicação do fenômeno Bolsonaro. Ali estava a alma de 2018. Ali estava o Brasil que acordou para si mesmo.
As pessoas reconhecem verdade.
As pessoas reconhecem quem não se afasta delas.
As pessoas reconhecem quem não se esconde atrás de gabinete.
Seu pai tinha orgulho de ser como era. Não pediu licença para elite. Não pediu validação para colunista. Não pediu aplauso para analista político. Ele seguia o próprio instinto. Falava o que precisava ser dito. Encarava o que precisava ser enfrentado. E amava seu povo com uma intensidade que incomodava quem sempre tratou o brasileiro como gado eleitoral. Jair Bolsonaro é lembrado com carinho porque nunca teve vergonha do próprio povo. E nunca deixou o povo ser tratado como súdito.
Flávio, (@FlavioBolsonaro ) o Brasil é um país carente de líderes que sejam humanos antes de serem políticos. O Brasil quer alguém que olhe para ele como seu pai olhava. Com afeto, com coragem e com aquela dignidade silenciosa de quem sabe que o poder não vale nada se afastar você das pessoas que o colocaram lá. Não deixe o sistema te transformar em algo diferente disso. Não permita que te convençam a ser polido demais, controlado demais, calculado demais. O Brasil não se apaixona por políticos perfeitos. O Brasil se entrega a homens verdadeiros.
Carregue o orgulho de ser filho de Jair Bolsonaro não como peso, mas como chama.
Honre não só o nome, mas o espírito.
Fale com o povo como ele falava.
Esteja com o povo como ele estava.
Lembre das ruas, das praças, das pessoas simples que sorriam ao vê-lo, não por idolatria, mas por reconhecimento. É esse reconhecimento que você deve buscar. Não o das manchetes, mas o da alma brasileira.
A eleição de 2026 vai exigir mais do que estratégia. Vai exigir memória.
Memória do que seu pai representou.
Memória do que ele despertou.
Memória do que ele sofreu.
Memória do que ele deixou.
Flávio, seu pai nunca foi grande porque ocupou a Presidência.
Ele ocupou a Presidência porque já era grande.
E agora cabe a você mostrar que essa grandeza continua viva.
Que a simplicidade não morreu.
Que a coragem não recuou.
Que o Brasil ainda pode confiar em um Bolsonaro.
LIBERTEM BOLSONARO
ANISTIA AMPLA,GERAL E IRRESTRITA
FLÁVIO BOLSONARO PRESIDENTE 2026