Ela transformou o Brasil em seu território.
Expôs o quanto muitos ainda precisam aprender sobre a Amazônia.
Ouviu, sentiu, cantou o seu chão.
Mas hoje é dia de dizer: seja bem-vinda de volta ao território Caprichoso, à tua casa, à tua gente, que conhece a tua história e sabe o quanto a tua luta foi digna, necessária e justa.
Hoje é dia de celebrar o momento em que as cores se uniram para exaltar a força da mulher que ajudou a transformar o Festival de Parintins em representatividade viva dos povos da floresta.
A mulher indígena, item carbono neutro, voz das mudanças climáticas, que usou as telas do Brasil para declarar a força do povo Caprichoso, do povo da Amazônia, do povo do Norte.
Hoje não se encerra um ciclo.
Hoje começa o ciclo da maior Cunhã do Brasil.
Obrigado!
Seja bem-vinda de volta, Marciele Albuquerque Munduruku.
Explica pra gente, Paula! 🎙️
“Pelo que eu entendi […] a bola chegou junto? […] O que a Thaisa tá alegando é que […] porém ☝️ oh gente, sei lá! 🤷♀️”
#VoleiNoSportv
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BIZARRO PENSAR QUE EU VIVI NA MESMA ÉPOCA DO ORELHÃO DE RUA E DO IPHONE.
DA LOCADORA DE FITA VHS E DA NETFLIX.
DO WALKMAN E DO SPOTIFY.
DA CALÇADA COM OS AMIGOS E DAS REDES SOCIAIS.
QUEM VIVEU SABE!
Quem mais?