https://t.co/o3KJrD7dEb vídeo de anos atrás onde eu mostro como desde sempre a maioria dos políticos são sacanas - o texto foi escrito no século I a.C e continua bastante atual!
Reminder: the Crusades were a response to over 400 years of Islamic aggression against Christians and Europe.
632: Muhammad dies.
635: Muslims conquer the Christian city of Damascus.
636: Muslims conquer the Christian city of Antioch.
637: Muslims conquer the Holy Land.
639: Muslims conquer the first Christian country Armenia.
641: Muslims conquer the Coptic Christian country of Egypt.
650: Muslim armies reach southern Italy and Cyprus, taking thousands of captives as "slaves" and "concubines."
711: Muslims invade Spain, and by 715, they have occupied most of it.
717: Muslims besiege Constantinople but are expelled.
730: Muslims invade France, only to be stopped by Charles Martel at the Battle of Tours.
792: The ruler of Al-Andalus calls for the invasion of France, and Muslim armies are assembled to attack it again, but they are repelled.
827: Muslims invade Sicily and Italy, persecuting monks. Sicily remains under Islamic rule until 1092.
846: Muslims invade Rome and force the Pope to pay tribute.
848: A third invasion of France occurs, and they are repelled for a third time.
909: Muslims occupy Sardinia.
937: The Church of the Holy Sepulcher is burned down by Muslims, and more churches in Jerusalem are destroyed.
1009: Destruction of the Church of the Resurrection in Jerusalem.
1012: Beginning of al-Hakim’s oppressive decrees against Christians.
1071: Turkish Muslims attack the Byzantines and occupy much of Anatolia.
1094: Byzantine emperor Alexios I Komnenos asks Western Christendom for help against the Muslim Turkish invasions.
1095: Pope Urban II finally declares the First Crusade.
China has ordered immediate switch to homegrown Linux distros, dropping Windows now.
The country's Ministry of State Security has ordered all state-linked entities to stop using Windows immediately, moving up a deadline that was originally set for February 2027.
The directive cites "data security concerns" and pushes organizations toward domestically developed Linux alternatives.
Two distributions are being positioned as the main replacements.
The first is Kylin OS, developed by Kylin Software Co., which evolved from FreeBSD roots into its own independent Linux based operating system.
The second is Unity OS, created by Tongxin Software Technology Co., built on top of Deepin, which itself is based on Debian.
Both have been in development for years with government backing, waiting perhsps for exactly this kind of situation.
China has been signaling this direction for some time, citing concerns about dependency on American technology infrastructure. After the U.S. placed restrictions on Chinese tech firms in recent years, China accelerated its de-Americanization of tech.
Note the scale of the migration. China has hundreds of millions of government-linked computer users. Even a partial migration represents one of the largest single deployments of Linux in human history.
For context, the Munich city government switching to Linux was considered a landmark case. China doing it nationally is an entirely different order of magnitude.
And yes, China is not th only one doing. Europe has been on a similar path, with France, Germany, and several other countries pursuing Windows alternatives over the past decade, driven by data sovereignty concerns and enconmics.
Politics aside, I am happy to see that Linux is now being chosen by governmens on multiple continents.
Galípolo disse no evento do Santander o que nenhum presidente de BC costuma dizer em ano eleitoral: o modelo de crescimento puxado por renda e crédito esgotou.
O argumento dele, resumido: o Brasil está em pleno emprego com demanda crescendo acima da oferta. Continuar estimulando consumo por salário mínimo real e crédito subsidiado — a receita dos três mandatos Lula — só pressiona inflação e mantém os juros altos.
A saída, segundo Galípolo, é pelo lado da oferta: produtividade. Crescer sem pressionar a capacidade instalada. Ele não disse quais reformas — invocou a independência do BC pra não entrar na seara dos candidatos.
Mas a prescrição está implícita, e o Valor resumiu bem: é um recado pro próximo governo. O modelo que funcionou em 2003 bateu no muro em 2026. Quem herdar o país vai ter que fazer o crescimento pelo lado mais difícil.
JP Morgan rebaixou o Brasil de overweight pra neutro. Vale parar pra ler o que eles tão dizendo.
A visão deles: mais um corte de 0,25 na Selic em setembro, e depois pausa longa. Até o segundo trimestre de 2027. Ou seja: Selic a 13,75% por mais de um ano.
O diagnóstico é duro. Atividade desacelerando, ciclo de crédito se deteriorando, e política econômica incerta independente de quem ganhar em 2026. O próximo presidente herda juros reais altos e déficit fiscal.
O detalhe mais revelador do relatório: "ações e real têm oscilado dentro de uma faixa desde maio, indicando que há pouco prêmio ou desconto eleitoral nos preços." O mercado não tá precificando nenhum candidato. Tá precificando que tanto faz.
Estrangeiros tiraram R$ 5,5 bi da B3 só em agosto. O gringo tá saindo antes da eleição esquentar.
Pra quem tá posicionado em Brasil: o JP Morgan não tá dizendo pra vender. Tá dizendo que o risco-retorno não compensa mais frente a outros emergentes. E quando o maior banco do mundo diz isso, gente escuta.
Banqueiros mudaram o tom sobre crédito no Brasil.
Nenhum dado concreto estourou ainda. Mas executivos de bancos e gestores, em público e nos bastidores, já estão mais seletivos.
A preocupação não vem dos spreads. Vem das falas.
Quando banqueiro começa a falar em "cautela" antes dos números piorarem, o problema geralmente já começou.
Conseguiu juntar 1 milhão? Parabéns.
Você consegue comprar um apto de 2 quartos com esse dinheiro.
O mercado imobiliário acaba com as vaidades e com o ego das pessoas.
Banco Central impõe trava de 24h em transferências de criptomoedas.
Medida válida a partir de janeiro de 2027.
Controlezinho de capitais. Mas não pode chamar assim.
Brasil e seu eterno curral monetário.
A reforma tributária virou pretexto pra vender planejamento sucessório. Muita gente tá pagando mais imposto achando que tá economizando.
O medo: "o ITCMD vai subir pra 16% em 2027, doe seus imóveis agora!"
A realidade: não existe projeto de aumento do ITCMD em SP pra 2027. A alíquota continua em 4%. Estão dizendo isso desde 2023.
O que mudou de verdade: a Constituição agora exige que o ITCMD seja progressivo. Mas 6 estados (SP, MG, ES, PR, MS e RR) ainda nem fizeram a mudança. Nenhum deles tem punição por descumprir.
O que acontece na prática: gente doando imóvel pra filho pagando 4% hoje, quando a progressividade pode REDUZIR a alíquota pra 1% em faixas menores.
Anteciparam aos governos estaduais um dinheiro que só chegaria daqui a 20-30 anos.
Planejamento sucessório é útil pra quem precisa. Mas tomar decisão com base em medo fabricado por assessor é jogar dinheiro fora.
Mais de 1.000 Bitcoins (~US$ 70 milhões) foram roubados de carteiras Coldcard em 41 minutos. É o maior hack de hardware wallet da história.
Vou explicar o que aconteceu pra quem não é técnico.
Primeiro: o que é uma hardware wallet?
É um dispositivo físico pequeno — tipo um pen drive com tela — que guarda a "chave" dos seus Bitcoins offline, longe da internet. A ideia é que mesmo que seu computador seja hackeado, seus Bitcoins ficam seguros porque a chave nunca sai do dispositivo.
A Coldcard é uma das mais respeitadas do mercado. Milhares de pessoas guardam fortunas nela.
O que deu errado?
Quando você configura a carteira pela primeira vez, ela precisa gerar uma "senha-mestre" (chamada seed). Essa seed precisa ser ALEATÓRIA — quanto mais imprevisível, mais segura.
Pensa num cofre. O cofre da Coldcard deveria ter uma combinação sorteada entre 340 undecilhões de opções (um número com 38 zeros). Impossível de adivinhar.
Mas um bug no código, presente desde março de 2021, fez o dispositivo usar um gerador de números aleatórios de SOFTWARE em vez do de HARDWARE. É como se o cofre, em vez de sortear entre trilhões de combinações, sorteasse entre apenas ~1 trilhão.
Parece muito? Pra um computador moderno, não é. Um atacante com boas GPUs consegue testar 1 trilhão de combinações em horas.
Como o ataque funcionou:
1. O atacante descobriu o bug no código aberto da Coldcard
2. Calculou todas as seeds possíveis (o espaço era pequeno)
3. Pra cada seed, derivou os endereços Bitcoin correspondentes
4. Comparou com endereços reais na blockchain que tinham saldo
5. Quando encontrou um match: tinha a chave privada. Bitcoin transferido.
Resultado: 500+ carteiras drenadas. 1.324 transações em 3 blocos. Tudo automatizado.
O detalhe mais assustador:
O bug existia há 5 anos e 4 meses. Ninguém na comunidade de segurança viu. Ninguém na empresa viu. O código era aberto — qualquer um podia auditar.
Especialistas acreditam que o atacante usou inteligência artificial pra auditar o código e encontrar a falha. O cofundador da Coldcard confirmou: "IA pode encontrar bugs latentes numa velocidade que supera até os experts mais experientes."
Quem tá seguro:
- Quem usou dice rolls (jogar dados físicos) ao criar a carteira
- Quem usa passphrase forte (senha adicional)
- Quem gerou a seed antes de março de 2021
- Modelos mais novos (Mk4, Mk5) são menos vulneráveis, mas não imunes
A lição:
"Hardware seguro" não existe se o software que roda nele tem um bug que ficou escondido por 5 anos.
Nenhum humano encontrou. Uma IA encontrou.
Bem-vindo à nova era da segurança digital.
Os EUA pagam quase US$ 1 trilhão por ano só de juros da dívida. Mais do que gastam com defesa. Os pessimistas fiscais preveem colapso há décadas.
A Bloomberg Opinion trouxe um argumento que vai irritar muita gente: e se a dívida não importar tanto?
A tese de Aaron Brown (ex-AQR Capital): o governo americano tá fazendo um gigantesco "debt-for-equity swap". Emite dívida a juros relativamente baixos, mas o dinheiro vai pra infraestrutura, subsídios industriais e defesa — e os ativos americanos se valorizam muito mais rápido.
Os números: o patrimônio líquido das famílias americanas bateu US$ 160 trilhões. A dívida federal é US$ 36 trilhões. A relação ativos/passivos nunca foi tão favorável. O S&P subiu 180% em 10 anos. A Nasdaq, 300%.
O argumento é que enquanto a economia gerar riqueza acima do custo da dívida, o balanço melhora mesmo com o passivo crescendo. É a mesma lógica de uma empresa que se alavanca pra crescer.
O problema? Funciona até parar de funcionar. Se os ativos desvalorizarem — recessão, estouro de bolha, IA não entregar o prometido — sobra só a dívida. E aí o juro de US$ 1 trilhão/ano vira um buraco sem fundo.
No Brasil, a dívida bruta bateu 81,9% do PIB hoje. Sem os ativos de alta valorização que os EUA têm. Sem big tech. Sem o dólar como moeda de reserva. Sem demanda global por treasury.
A diferença entre dívida sustentável e insustentável não é o tamanho. É o que você faz com o dinheiro emprestado.
Os EUA constroem fábricas de chips e data centers de IA. O Brasil aumenta o funcionalismo e cria programa social.
Mesma alavancagem. Destinos muito diferentes.
Gold and silver are up big again today, even as Treasury yields continue to rise. Gold is above $4,150 and silver is back above $60. Precious metals and bond yields rising together signal that investors fear that despite Warsh’s tough talk, the Fed will fail to rein in inflation.
Em 2024 o Congresso Americano colocou a dívida pública daquele país na lista de ameaça a segurança nacional e olha que nem estava perto do valor atual... 🫣
Dívida pública dos EUA acaba de bater US$ 39,5 TRILHÕES
Isso não é só um número. É um recorde histórico preocupante:
• Mais de US$ 117 mil por cada american
• Equivale a ~124% do PIB americano
• Apenas os juros da dívida vão passar de US$ 1,1 TRILHÃO este ano (mais que o orçamento de Defesa)
• Em apenas 12 meses, cresceu US$ 3,2 trilhões
Financial Times: "a consolidação fiscal é inevitável. O que está em jogo é apenas sua magnitude"
Quem vencer a eleição herda:
• Déficit de 8,5% do PIB
• 90% dos gastos determinados por lei
• Dívida bruta em 81% do PIB
• Selic a 14,25% engordando a bola de neve
Se o ajuste for lento: dívida líquida vai pra 75% em 2030 e 90% em 2035. Trajetória que investidor não financia
Se fizer superávit de 2,5%: Selic poderia cair pra 8% e dívida estabiliza em 68%
O FT ainda joga na cara: real caiu 70% em 15 anos. Juros reais entre os maiores do mundo. Bolsa nos múltiplos mais baixos da história
"Para os investidores, isso é motivo para engajamento, não para desespero"
Mas só se o próximo governo fizer o dever de casa fiscal. Lula e Flávio Bolsonaro têm rejeição de 48% e 53%
O gringo tá avisando. A pergunta é se alguém vai ouvir
FreeBSD just removed every single line of GPL code from its base system.
The last piece was a small terminal utility called dialog. It is now replaced with a BSD-licensed equivalent.
Sounds like a minor stuff? Not exactly.
This completes a years-long effort to make FreeBSD's entire foundation free of 'copyleft obligations'.
Why does this matter if you're not a BSD person?
Because it changes what companies can do with the OS. GPL code requires you to share your modifications. BSD code doesn't.
That's why FreeBSD (and its relatives like macOS's networking stack and PlayStation's OS) has always been attractive to corporations who want to build on an OS without releasing their changes back.
With FreeBSD 16, that freedom extends to the entire base system without exceptions.
The Linux world operates on a different philosophy. GPL is a feature here, not a bug. GPL ensures that improvements come back to the community.
Watching FreeBSD cross this finish line is a reminder that the open-source world runs on more than one idea of what "free" means.