A ditadura russa está intensificando os ataques a civis na Ucrânia e matando inocentes (inclusive crianças). Ainda não achei a declaração de Lula ou do Itamaraty denunciando crime de guerra ou chamando Putin de genocida. Quem puder, por favor, me ajude a encontrar.
Putin é um ditador sanguinário que há anos bombardeia um Estado soberano. Lula fala em "preocupação" com a Venezuela, mas não dá um pio sobre o morticínio de civis inocentes bombardeados pela Rússia e o sequestro em massa de crianças ucranianas. Vexame.
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Ditadura do Irã está massacrando a população. Já são milhares de mortos, a sangue frio nas prisões e metralhados nas ruas. Não é Trump que tem que resolver. Todas as democracias do mundo devem intervir. Soberania nacional não autoriza chacina. Os direitos humanos são universais.
Aumento de gastos com funcionalismo pré e pós-pandemia (2019-2024)
Eduardo Leite é outro patamar.
Em 2019 cerca de 30% de tudo que o RS arrecadava ia apenas para o déficit do funcionalismo.
Hoje este número está em ~16% (caindo)
A dívida do RS era de 220% da arrecadação. Hoje este número está em 176% (2Q25) e caindo (estava em 184% ano passado após o cancelamento dos juros)
Reforma administrativa + privatizações + reforma da previdência mais dura do país, sem privilégio pra militar
Resultado? Número de policiais parou de cair. Investimento triplicou. Salários passaram a ser pagos em dia.
Reformas funcionam.
Ao se manifestar sobre a eleição do novo papa Leão XIV, o presidente Lula disse que “Não precisamos de guerras, ódio e intolerância”.
Curiosamente, quando fez essa declaração, Lula estava abraçando o ditador russo Vladimir Putin, que dissemina tudo isso.
Hipocrisia que chama?
Mais de uma matéria tem falado sobre como o protecionismo e o caos das tarifas do Trump estão apontando os Estados Unidos em uma direção parecida com o Brasil. Pensando nisso, fiz um fio resumindo outras grandes ideias brasileiras para enriquecer um país. Vem comigo👇
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Trump está oferecendo a Putin outro Munique
Hitler não queria um acordo de paz, e Putin também não
Robert Kagan, The Atlantic (07/03/2025)
Hitler se arrependeu do acordo que fez com Neville Chamberlain em Munique em 1938. O que ele realmente queria era guerra — seu objetivo era conquistar toda a Tchecoslováquia pela força como um primeiro passo para a conquista de toda a Europa.
Ele não imaginava que os governos britânico e francês seriam tão covardes a ponto de lhe dar tudo o que ele pediu publicamente, incluindo o desmembramento da Tchecoslováquia e a ocupação dos Sudetos pelo exército alemão. Quando o fizeram, Hitler se viu preso a aceitar, mas ele estava infeliz. Em cinco meses, ele ordenou a ocupação militar de toda a Tchecoslováquia, em violação ao Acordo de Munique, e seis meses depois disso, ele invadiu a Polônia.
Hoje, a administração Trump está oferecendo a Vladimir Putin um acordo tipo Munique para a Ucrânia. Os negociadores de Trump ofereceram a Putin quase tudo o que ele pediu publicamente sem exigir nada em troca. Eles podem presumir que, se derem tudo a ele de antemão, ele concordará com um cessar-fogo e algum tipo de acordo que salvará a face do presidente Donald Trump, permitindo que ele reivindique o manto de pacificador, assim como Chamberlain fez, embora por apenas alguns meses.
Putin aceitará? No momento, graças às manobras anti-Ucrânia de Trump, ele tem o luxo de assistir Washington e Kiev discutindo sobre os termos enquanto ele esmurra a população e a rede elétrica da Ucrânia e leva o país mais perto do colapso. Mas até agora, Putin tem sido claro sobre os termos que está disposto a aceitar para alcançar a paz. Como Michael Corleone em O Poderoso Chefão Parte II , sua oferta é esta: nada.
Nenhuma garantia de segurança; nenhuma Ucrânia independente e soberana; talvez nem mesmo um cessar-fogo. O objetivo de Putin, como tem sido desde o início, é a incorporação da Ucrânia à Rússia e o completo apagamento da nação, língua e cultura ucranianas. Ele aceitará de bom grado a rendição da Ucrânia sempre que Kiev estiver pronta para ceder, mas, fora isso, ele vai manter a guerra até tomar tudo.
Vamos começar com garantias de segurança. Putin nunca concordou com elas para a Ucrânia — em nenhuma forma . Putin e seus porta-vozes declararam repetidamente que Moscou nunca aceitará tropas europeias em solo ucraniano como parte de um acordo de paz. Aceitar tropas europeias na Ucrânia não é diferente, na mente de Putin, do que aceitar a OTAN — como o Ministro das Relações Exteriores Sergei Lavrov disse recentemente, na semana passada.
Nem é difícil entender a recusa de Putin. Qualquer acordo que colocasse tropas ocidentais em solo ucraniano deixaria a Rússia em uma situação estratégica objetivamente pior do que antes da invasão. Após três anos de conflito, cerca de 1 milhão de vítimas e sofrimento econômico generalizado, Putin teria conseguido apenas apertar o círculo de contenção em torno da Rússia, incluindo a admissão da Suécia e da Finlândia na OTAN; trazendo forças hostis para mais perto da fronteira da Rússia; e aumentando substancialmente até mesmo os requisitos de defesa em tempos de paz. Suas ambições mais amplas na Europa seriam bloqueadas, talvez para sempre. Se Trump pudesse ver além da aura de seu próprio gênio negociador, ele veria que para Putin acabar com a guerra com tropas europeias em solo ucraniano para qualquer propósito seria um fracasso estratégico colossal.
Putin também rejeitou a ideia de uma garantia internacional da segurança da Ucrânia, mesmo sem tropas no terreno. As negociações iniciais em 2022 fracassaram precisamente nesse ponto. A Ucrânia queria um compromisso internacional para ajudar a Ucrânia no caso de a Rússia lançar outro ataque — algo equivalente à garantia do Artigo 5 do tratado da OTAN. Isso não significaria tropas estrangeiras em solo ucraniano — ou mesmo qualquer relação oficial entre a Ucrânia e a OTAN — mas sim um compromisso dos estados signatários de ajudar a Ucrânia de forma "neutra" se ela fosse invadida. Putin rejeitou isso, insistindo em um veto russo sobre qualquer ação desse tipo.
Putin até insistiu que a Ucrânia não deveria ter permissão para manter um exército capaz de resistir a outra invasão russa. Ele exigiu limites rígidos no número de forças ucranianas e rejeitou qualquer noção de permitir que os EUA ou a Europa continuassem fornecendo armas para ajudar a Ucrânia a se defender contra ataques futuros. Em suma, a demanda inabalável de Putin em qualquer acordo de paz tem sido deixar a Ucrânia essencialmente indefesa.
Além disso, Putin exigiu desde o início o fim do governo do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky como condição prévia antes de qualquer acordo. É duvidoso que ele tenha esperado que essa demanda fosse atendida: que nação concorda com a derrubada de seu governo como preço pela paz, exceto como termos de rendição? No entanto, ele está mantendo essa demanda. De acordo com relatos, autoridades de Trump estão agora trabalhando para tirar Zelensky do poder e substituí-lo por alguém presumivelmente mais amigável a Moscou. A julgar pela reação da maioria dos ucranianos à emboscada de seu presidente no Salão Oval, esse esforço não terá sucesso. Mas o fato de autoridades de Trump estarem tentando mostra que Putin não cedeu um centímetro em resposta às muitas concessões de Trump.
Ele também não se moveu de sua demanda mais ampla por “desnazificação”, com a qual ele quer dizer a supressão do ucraniano como língua oficial da Ucrânia, a ser substituído pelo russo, e da cultura e nacionalismo ucranianos, que Putin vê como equivalente à resistência à dominação de Moscou. Se alguém quiser saber o que Putin espera fazer com a Ucrânia quando tiver o controle, eles só precisam olhar para o que ele já está fazendo nos territórios que a Rússia ocupa, onde os ucranianos estão sendo forçados a se tornarem cidadãos russos, e qualquer resistência leva à prisão, tortura e execução.
Todos no Ocidente parecem concordar que haverá um cessar-fogo na Ucrânia em algum momento. Mas uma pessoa que nunca fala sobre um cessar-fogo é Vladimir Putin. Ele não fala sobre um cessar-fogo com seu próprio povo. Ele nunca ofereceu um cessar-fogo aos ucranianos ou aos americanos. As pessoas presumem que ele quer um cessar-fogo porque suas perdas são impressionantes e sua economia está sofrendo. Mas, como eu e outros argumentamos, Putin tem que acreditar apenas que a Ucrânia está mais perto do colapso do que ele, e que, embora ele esteja sofrendo, os ucranianos estão sofrendo mais. Os últimos movimentos de Trump para paralisar as defesas da Ucrânia contra ataques de mísseis e drones, negando o compartilhamento vital de inteligência dos EUA, só podem reforçar essa avaliação.
Putin pode ser tentado a fechar um acordo tipo Munique com Trump só para fortalecer um presidente americano que parece determinado a dar a Putin o que ele nunca imaginou ser possível — uma capitulação americana completa na luta global, a destruição da aliança da OTAN, o isolamento de uma Europa fraca e um campo aberto para novas ações para cumprir o objetivo abrangente de Putin, que é a reconstituição da União Soviética e seu império na Europa Central e Oriental. É aqui que a analogia de Munique falha, porque qualquer outra coisa que tenha sido o apaziguamento de Chamberlain, ele não incluiu mudar de lado na crise europeia em andamento e se juntar a Hitler para dividir o continente.
No entanto, Putin pode calcular que já está recebendo isso de graça. O dano que Trump causou à OTAN é provavelmente irreparável. A aliança confiou em uma garantia americana que não é mais confiável, para dizer o mínimo. Mas Trump é inconstante e pode reverter o curso, pelo menos parcialmente, a qualquer momento. Essa é uma razão para Putin buscar a vitória o mais rápido possível. Ele pode nunca ter uma chance tão boa quanto essa de completar a tarefa que se propôs a realizar quando lançou sua invasão três anos atrás.
Uma coisa é certa: Trump não é um jogador de pôquer. Graças às suas ações até agora, Putin não teve que revelar nenhuma de suas cartas. Trump afirma saber o que Putin quer, mas suas próprias ações mostram que ele realmente não tem a mínima ideia. Um dia, Trump diz que a Rússia quer paz por razões "que só eu sei". No dia seguinte, ele avisa Putin que imporá mais sanções. Putin deve estar rindo na manga. Ele resistiu às sanções americanas pela maior parte dos últimos três anos; mais do mesmo não é uma grande ameaça. Se essa for a única carta que Trump pretende jogar, Putin logo estará lucrando, e a Ucrânia logo estará condenada. Neville Chamberlain acreditava que Hitler não violaria o acordo de Munique porque Hitler o respeitava. Trump compartilha essa ilusão sobre Putin. Podemos todos pagar o preço.
Os movimentos de Trump não podem ser entendidos da óptica da geopolítica. As motivações são colonialistas, mercantilistas, iliberais e nativistas. Os EUA firmaram alianças agora rompidas para não enfrentar inimigos em seu território. Minha coluna @Estadao https://t.co/TP8YdkN9CK
Participar da posse de Maduro significa legitimar um processo eleitoral marcado por evidentes violações democráticas na Venezuela. O Brasil não deveria enviar representante. Isso sinaliza uma postura incompatível com nossa tradição diplomática e nossos valores constitucionais. Democracia não é apenas votar - é ter eleições livres e justas.
Nossa política externa deve estar inequivocamente ao lado da democracia e dos direitos humanos. Participar desta cerimônia enfraquece a credibilidade do Brasil como defensor desses princípios fundamentais.
O Brasil tem responsabilidade histórica na defesa da democracia na América Latina. Temos de retomar essa tradição, não endossar retrocessos. O compromisso com a democracia precisa ser manifestado na prática, e não apenas no discurso.
Lembrando que o regime Assad era firme aliado das hediondas ditaduras latino americanas (Cuba, Venezuela e Nicarágua). E toda essa gangue no colo putinesco. Assad dançou, Putin se ferrou e “nossos” ditadores devem ficar sobressaltados
Hoy el TSJ de Venezuela termina de consolidar el fraude. El régimen de Maduro obviamente acoge con entusiasmo su sentencia que estará signada por la infamia. No hay duda que estamos frente a una dictadura que falsea elecciones, reprime al que piensa distinto y es indiferente ante el exilio más grande del mundo solo comparable con el de Siria producto de una guerra.
He visto a los ojos a miles de venezolanos que claman democracia su patria y que hoy reciben un nuevo portazo. Chile no reconoce este falso triunfo autoproclamado de Maduro y compañía.
Seguro por nuestra postura recibiremos (como es costumbre) insultos por parte de sus autoridades. No saben que como decía Huidobro “el adjetivo cuando no da vida, mata”, y ellos han asesinado la palabra democracia.
La dictadura de Venezuela no es la izquierda. Es posible y necesaria una izquierda continental profundamente democrática y que respete los derechos humanos sin importar el color de quien los vulnere. Un progresismo transformador que mejore las condiciones de vida de su pueblo construyendo comunidad en vez de individualismo, encuentro por sobre polarización. Hacia allá caminamos en Chile.
Mis respetos a todo el pueblo venezolano que lucha por la democracia, la justicia y la libertad.
A posição do governo brasileiro em relação à ditadura de Maduro não é um ataque à democracia (que inexiste) na Venezuela. É um ataque à democracia no Brasil e no mundo.
Lula cadê você - que lutou contra a ditadura como todos nos democratas brasileiros - que cala quando o mundo exige liberdade para os presos politicos da ditadura venezuelana do sanguinário Maduro ?
Dando nomes certos às coisas. Essa articulação de governos populistas de esquerda (Brasil, México e Colômbia) é o que a gente chamava de embromation. Seus comunicados repetidos, para dar tempo a Maduro de inventar uma desculpa qualquer, estão na categoria "rolando lero".
O @lsantanna matou a charada. Os governos populistas do Brasil, da Colômbia e do México estão apenas dando tempo ao ditador Maduro para falsificar as atas eleitorais.