Here’s a shocking statistic you may not know. USAID more than doubled its spending on Brazil as soon Bolsonaro won their 2018 election. This was not because Brazil suddenly needed twice the aid. The money was spent on projects in Brazil to undermine Bolsonaro.
@RicardoGomesPOA Não vão Ricardo. Sabes q em sua grande maioria são apoiadores do partido aliado ao stf apenas por lhes garantir seus interesses próprios (salários altos, carreiras e “penduricalhos).
@thedycorrea@ManuelaDavila Tá errado Thedy! É Sanderson 222 e Van “Halen” 300
Larga mão desses comunistas, meu! Tuas apresentações podem esvaziar, embora teu trabalho seja maravilhoso.
Boa noite, amigos.
Sou fã do Dantas, o sigo e tenho a imensa honra de ser seguido de volta por ele.🎩
Inclusive, estava assistindo o canal dele no You Tube, vi a transmissão toda antes. Voltei à ela agora, com mais atenção e, se me permitirem, a quero comentar.
Nesta transmissão, Dantas levanta uma pergunta que a "imprença" sórdida evita: de onde realmente vem o padrão de vida e a influência de Roberta Luchsinger? A narrativa de “herdeira de banqueiro suíço” parece-me inconsistente com os fatos.
Entre 2004 e 2016, a Gamecorp (empresa de Lulinha e Fernando Bittar) recebeu mais de R$ 130 milhões da Oi sem justificativa econômica clara, exatamente no auge do projeto esquerdopata de transformar a empresa em “supertele” com apoio estatal (entre 2004 e 2016).
Neste ponto, lembrando disso, preciso dizer en passant: um sujeito que vota nessa corja ou é cúmplice ou é otário. Ou se beneficia de alguma forma, está de má-fé, ou se trata de um estúpido alienado, a ponto de hoje em dia estar endividado até as orelhas, não conseguindo mais pagar sequer a compra mensal mínima no supermercado, enquanto a súcia de corruptos restaurados (que se restabeleceu com o voto desse mesmo idiota) está se locupletando às escâncaras com o dinheiro dos contribuintes!
Feito o parêntesis, voltemos ao tema: agora, a mesma Roberta aparece em mensagens falando de “sociedade” com Lulinha e Bittar, de acesso direto ao ladrão (“escolhe onde você quer ficar”) e de articulação para contratos no governo atual.
No meu ponto de vista, isso não é coincidência, é continuidade.
O partido das trevas nunca abandonou o maldito "capitalismo de compadrio": empresas próximas à "famiglia" presidencial capturam contratos, estatais e influência, enquanto a retórica oficial fala em “eliminar a pobreza”, "acabar com a fome" e “justiça social”...
Vamos combinar, amigos: o que estamos vendo não se trata de um “desvio” isolado, não é um "equívoco" de Lulinha ou da lobista. É o mesmo modus operandi que produziu o mensalão, o petrolão, os sanguessugas, as pedaladas fiscais, etc. (a lista é longa!), hoje protagoniza remakes nos esquemas envolvendo INSS, Dataprev, Ministério da Saúde e portos.
Quando o Estado é capturado por uma organização "partidária" criminosa e escandalosamente corrupta, a distinção entre “negócio privado” e “interesse público” desaparece!
E vamos lembrar: principalmente graças aos "tribunais", o caso Oi/Gamecorp nunca teve consequências reais, punições de verdade, para os principais envolvidos!
Agora, anos depois, os mesmos nomes (ou seus herdeiros políticos e empresariais) retornam com acesso privilegiado ao Planalto! Toda hora posto isso: estamos sendo obrigados a assistir um remake (versão XXX!) dos piores momentos da História do Brasil!
Isso confirma a minha tese de que, no Brasil, a esquerdopatia no poder opera em detrimento do benefício público, atua em prol de intere$$es próprios (ainda com um "escudo" de proteção institucional, "judissiária" e midiática, cúmplices)!
Sempre vi a família como instituição primordial, como célula-mater da sociedade.
Mas o que vemos agora é bem diferente: a "famiglia" do excrementíssimo presodente opera negócios escusos, corrupção e tráfico de influência!
Quando Roberta fala em “sociedade com Fábio e Fernando” e Lula oferece cargo a ela, o que se revela é um modelo de desgoverno dinástico e clientelista, incompatível com uma república séria e decente, muito menos com um Estado de Direito!
Dantas acertou na mosca ao apontar que “ninguém fez essa pergunta”. Grande parte da "imprença" chorume deste país trata o caso atual como se fosse "novidade" absoluta, sem conectar ao histórico de enriquecimento suspeito em torno de Lulinha, do seu pai, ladrão e de outros personagens do partido das trevas!
Isso reforça a desconfiança crescente, que ora acredito ser a maioria da população, em relação ao jornalismo "progressista", que só divulga, ou "investiga", com ênfase e/ou rigor, apenas quando os alvos são "opositores", os "Bolsonaros", a direita...
Pelo que vejo, o problema não é apenas a “corrupção de indivíduos” - conquanto esta seja uma chaga nacional, claro. O problema maior é a persistência de um "projeto político" que transforma o Estado em instrumento de enriquecimento (através do crime) de uma elite partidária e de algumas "famiglias", enquanto prega "moralismo" para os outros.
Enquanto essa estrutura não for desmontada - com rigor institucional real e constante, não apenas em um espetáculo eleitoral a cada quatro anos -, o Brasil continuará alternando entre ciclos de escândalo e impunidade.
A pergunta de Dantas continua válida e incômoda: Roberta Luchsinger é herdeira de quê, exatamente?