Educating trainees on the importance of high-value care is a fundamental pillar in efforts to reduce unnecessary care. This article in @BMJ_EBM, led by @ChrisMoriates, outlines best educational practices to successfully embed high-value care into training https://t.co/HmQckDVTB1
GGA proudly published a Special Article on "Recommendations for the development of Clinical Practice Guidelines"
We hope this may be a helpful tool for scientific societies when considering developing a CPG
Thanks for @DrPatrickLTC@renatogbm@tetelbom3 and Daniela Melo
@lutricav Já há metanálises sobre o tema. O problema não é homogeneidade; é a metailusão gerada pelo que se chama “small-study effects”. A imprecisão de cada estudo é “carregada” para a metanálise.
Canabinoides - mais um exemplo claro de que vieses cognitivos influenciam a prática: otimismo, ilusão de tratamento, viés pro-inovação. A legítima vontade de ajudar nos faz baixar o “sarrafo” científico e acreditar em remédios ainda sem respaldo apropriado. 🧶
Precisamos manter a homogeneidade da leitura crítica da evidência e a ideia de necessitarmos de estudos científicos robustos para justificar prescrição de medicamentos. Experiência clínica não é medida de eficácia. É ilusão! E a p@ndemia nos mostrou isso.
Teríamos que ignorar que todo tratamento clínico pode gerar dano não intencional, e não temos a mínima ideia sobre isso até que essa classe de medicamentos (canabinoides) seja mais profundamente escrutinada pela ciência. 4
Não há robustez científica que justifique seu uso disseminado na prática clínica. Há plausibilidade biológica, respaldo mecanicista, mas as evidências científicas ainda se restringem a ECRs pequenos e muito imprecisos.
A falácia da “experiência clínica” como argumento de eficácia “never ends”! Até quando parte significativa dos médicos seguirá repetindo seus jargões sem qualquer análise crítica sobre o que dizem?
Um ensaio de palavras que explicaria ao presidente do @Medicina_CFM porquê “experiência com um tratamento” é auto-enganação e uma falácia narrativa. Se “lesse artigos”, talvez não falasse tantos impropérios!
https://t.co/7BzSlmqaKe
Infelizmente não se aplica a todos, @Medicina_CFM. Inclusive, investigar má prática é uma das suas atribuições. AUTONOMIA para prescrever o que quiser sem respaldo científico transforma um médico em CURANDEIRO. Mercador de Ilusões (inclusive de suas próprias).
A nova tendência em trials de Insuficiência Cardíaca:
- Teste um novo fármaco que diminua pressão arterial sistêmica, mas que tenha um bom hype mecanicista.
- Garanta o desemparelhamento entre os grupos (ou contra sub-dose do controle ou contra placebo).
@AndreZimerman Teria corrido contra mais diurético, porque sub-dose é frequente. A probabilidade do resultado se explicar por mecanismo diurético adicional é maior do que por outro novo mecanismo. Por isso seria importante emparelhar para essa hipótese antes de assumir eficácia por nova via.
@AndreZimerman Precisa comparar com outro “on top of” em vez de placebo para verificar exatamente o efeito adicional (além do diurético), para gerar prova de conceito de um novo potencial mecanismo. Não dá pra “concluir”, muito menos dar o “claim” de “nova terapia” sem isso, como temos visto.
@AndreZimerman Não necessariamente em sub-dose, apesar de frequente. Por isso o espaço para efeito add-on de HCTZ em reinternadores e com difícil manejo de congestão. É desemparelhamenro semelhante ao do sacubitril + valsart vs Enalapril 10 BID. Não se pode assumir prova de conceito assim.
@AndreZimerman Por isso teria que emparelhar com outro diurético. Se houver efeito adicional do iSGLT2, direciona-se prova de conceito. Do contrário, entraremos em cenário de retórica fisiopatológica sem impacto clínico.
@AndreZimerman Por isso eu escrevi no final (ajustando o comentário): reduzir sobrecarga volumétrica e pressórica pelo efeito diurético. Em pacientes com pressão mais baixa já, reduções volumétricas pequenas/moderadas não mudarão tanto a pressão. Mas reduziria pré carga e congestão. Não?
Tanto em ICFER com em ICFEP, adicionar outro diurético e reduzir sobrecarga volumétrica e pressórica resultará em redução de hospitalizações.
- Gostaria muito de ver um trial que ousasse comparar i SGLT2 contra tiazídico em estratégia “add-on treatment”. Mas duvido que aconteça
- Certifique-se de incluir morte no desfecho combinado com hospitalização.
- Reduza hospitalização por melhor controle pressórico e garanta a diferença estatística do desfecho primário (que inclui morte).
- Depois conclua que reduz hospitalizações e morte!
- Ilusões e aplausos!