@Guine_SPFC Crespo tomou 6 a 0 do Fluminense, foi eliminado da Copa do Brasil pelo Athletico-PR, que era da segunda divisão, e saiu da Libertadores para a LDU com duas derrotas. Mas é só um influenciador comprado começar a elogiar que a massa de manobra entra no coro. Impressionante!
A censura começou. Você só está lendo este tweet porque já me segue no X.
O TSE criou por resolução - ou seja, e não por lei aprovada pelo Congresso - um mecanismo que, na prática, reduz absurdamente o alcance orgânico dos candidatos nas redes.
No X, perfis declarados à Justiça Eleitoral estão excluídos a partir de hoje das recomendações da aba “Para Você”. Quem já me segue continua vendo meu conteúdo, mas quem ainda não me conhece tem menos chance de receber minhas propostas, opiniões e ideias, a não ser que alguém as reposte.
Eu tenho muitos seguidores e, em tese, posso ser menos prejudicado por essa regra do que candidatos que ainda têm uma audiência menor. Mas liberdade não se defende apenas quando ela nos beneficia. Muito pelo contrário, como diria Orwell: "se a liberdade de expressão significa uma coisa é o direito de dizer às outras pessoas aquilo que elas não querem ouvir".
Não estão tirando - ainda - o conteúdo do ar. Estão limitando sua circulação justamente durante o período em que o eleitor deveria ter mais acesso ao que pensam os candidatos.
E tudo isso, repito, não veio de uma lei debatida e aprovada pelos representantes eleitos pelo povo, mas de uma resolução criada pelo próprio TSE.
Defendo que todos os candidatos, inclusive aqueles de quem discordo profundamente, tenham o direito de apresentar suas ideias e disputar a atenção dos eleitores.
A democracia verdadeira requer o livre mercado de ideias: cada candidato fala, cada eleitor compara, confronta e decide. O Estado não deveria interferir para reduzir a chance de que as ideias dos candidatos cheguem ao eleitor.
Mais uma vez começamos um período eleitoral sob a sombra da censura. É por isso mesmo que reforço: a mudança precisa acontecer no Senado. É ele quem vai enquadrar os togados que agem fora da lei e da Constituição.
@kauemonteirobrk@JoaquinTeixeira Eh cara, concordo com vc, a culpa é do Neymar, pq diabos ele n tava marcando o haaland, deixando pros pobrezinhos do Danilo e do Gabriel Magalhães.
Não entendo nada de futebol. Mas sou engenheiro de formação e portanto naturalmente pragmático.
Salvo melhor juízo ganha quem faz gol.
O Neymar não jogou até depois da metade do segundo tempo do último jogo. Não deixaram ele bater o primeiro pênalti, não estava em campo, quem bateu e perdeu foi um cidadão de quem eu nunca tinha ouvido falar.
Aí o Neymar entrou.
E ele bateu e o único gol do Brasil em cima dos vikings foi dele.
Não basta ?
Para o Brasil não. Pois há uma corja de “comentaristas” e “jornalistas” desde comunistas de carteirinha que o odeiam por tudo que não tem a ver com futebol, até drogados malucos de carteirinha e os invejosos de plantão que vociferam sempre conta quem é bem sucedido .
O cara é um super mega craque mundial. Inspirou uma toda uma geração de jovens. Inspirou pelo esporte puro e simples, por encantar com a bola e seu jogo, não por cantar funk pancadão ou tatuar o fiofó como outros ídolos modernos. Mantém uma fundação beneficente que dá milhões a quem precisa, um trabalho sério.
Conheci a ele, ao pai, a família.
Desejo toda boa sorte do mundo a ele. O parabenizo pelo único gol deste jogo. E digo uma coisa : so os fortes resistem aqui neste país onde se tem uma profunda inveja do sucesso.
Vai Neymar !
@BolsonaroSP@TheIncorrupt_@Rconstantino Às vezes me pergunto se você tem o mínimo de inteligência... tudo começou no "um cabo e um soldado"... agora seu pai é refém e ao invés de ajudar seu irmão, vc fica o tempo todo de picuinha
@rlbmello@menezes_brenner Entendi... Everton Ribeiro era reserva do Flamengo e em fim de carreira... Jean Lucas rebaixado com o Santos... Caio Alexandre do poderoso fortaleza... Pulga de outra porcaria qualquer do Nordeste... qual foi mesmo a grande contratação do Bahia? Só pra eu entender.
Há um livro muito interessante chamado “Factfulness”, de Hans Rosling, em que ele mostra como se constrói, por meio de um discurso de “superdramaticidade”, a justificativa para toda a sorte de emotivismo barato, sem objetividade e racionalidade, sem fundamento em dados honestos baseados em causas prováveis e verificáveis, permitindo toda bandalheira intelectual de vitimismo, de delírio argumentativo.
Esse caso aqui é um exemplo eloquente. Note como a jornalista articula um salto hermenêutico quântico de uma frase de Neymar sobe o árbitro estar de chico, menstruado, para alcançar o feminicídio, a violência contra a mulher e, nesse sarapatel de ideias desconjuntadas, sem lógica, como se faz toda uma patrulha da linguagem, um moralismo barato, para que surjam vítimas oprimidas e o monstro opressor, o homem.
E, para que homens fujam dessa imagem tosca criada por vitimismo idiotizante, começam alguns a querer provar que são machos desconstruídos, que são legais, que escutam mulheres (há os patetas que recomendam conversar com mulheres sobre as suas dores estruturais de um machismo opressor…), que censuram expressões gravíssimas como “chico”, “estar de boi” e essas coisas coloquiais de sempre.
Essa jornalista sente-se importante cagando regras, colocando-se na posição de vítima por ser mulher. Como se a condição de mulher fosse uma condição de vítima de antemão. É, insisto, uma misoginia reversa: para que seja relevante há que se vitimizar.
A cultura woke nos legou esse mal: há os que querem ser relevantes pelo que criam mais de hiperdramaticidade, de vitimismo. É um chico coletivo, afinal.