Aniversário do chefe do tráfico no complexo da Penha. Aproveitando para sair do armário! Assim que será resolvido o problema da segurança no Rio de Janeiro!
Pense em sua família!
Vini Jr. e Mbappé enrolaram a camisola para esconder a mensagem de apoio a Ceuta antes do jogo do Real Madrid.
Enquanto jogam à bola, uma criança em Ceuta é violada.
Há gestos que dizem tudo.
São um lixo!
Leandro Paredes should be banned from international football for life viciously assaulting Spanish players after the final whistle.
Indefensible thuggery and criminality.
Arjantin Milli Takımı, eskiden böyle çirkef ve kaba bir imaj taşımıyordu; bu dönüşüm, Stanford Hapishane Deneyi’nde olduğu gibi, küçük kötülüklere göz yumuldukça adım adım gerçekleşti. Turnuvanın başında masum görünen fauller, itişmeler ve hakemlere baskı gibi davranışlar, zaman içinde görmezden gelindikçe normalleşti ve büyüyerek bütün dünyanın nefret ettiği, sportmenlikten uzak, kaba saba bir takım kimliğine evrildi. Kötülük yapanı görmezden gelmek, onu cesaretlendirir ve daha da kötüleştirir; çünkü cezasızlık, sınırları belirsizleştirir ve ahlaki çürümeyi hızlandırır. Bu nedenle acil adalet, hem sahada hem hayatta vazgeçilmezdir: küçük ihlalleri anında cezalandırmak, büyük faciaların önünü keser, adaleti tesis eder ve toplumları ya da takımları, yavaş yavaş çürümekten korur.
Aqui um desabafo e pedido aos botafoguenses
Por muitos anos, eu e meus amigos tínhamos uma máxima que dizia: "O Botafogo precisa ser salvo dos seus sócios". Estava claro que qualquer caminho para a sobrevivência do clube não podia contar com nenhuma pessoa do quadro associativo.
Hoje o problema é outro: John Textor. E isso não significa que o social tenha que estar no comando novamente. A nossa máxima lá do parágrafo inicial (feita em 2012) ainda vale, infelizmente.
Textor comprou o futebol do Botafogo para nos salvar das imensas dívidas. No caminho, nos deu o ano mais feliz das nossas vidas como torcedores. Mas o fez em um festival de mentiras e, claro, mais dívidas.
Textor, hoje, é o problema do Botafogo. Ele colocou a nossa sobrevivência em risco. Textor tem que sair do Botafogo.
Não será fácil. O caminho tem que ser bem pensado, de forma a não deixar brechas para uma briga jurídica que paralise o clube. E que não deixe o Botafogo ser afogado pelas muitas dívidas.
Aqui fica o meu pedido: vamos ter que confiar no social, não tem jeito. É o nosso representante na SAF. Mas não podemos - nunca mais - confiar cegamente em alguém. Temos que cobrar e ser vigilantes.
E é claro: o social não pode voltar a mandar no futebol.
Serão anos duros, eu não tenho dúvidas. Mas o Botafogo precisa ser salvo - inclusive dos interesseiros e oportunistas.
Talvez chegue a ser ridículo o que vou dizer aqui… mas vamos lá.
Por mais que queiramos transparência, estarmos muito chateados como as coisas estão transcorrendo com o Botafogo e tudo mais, nós não podemos abandonar.
Martin Anselmi chegou com vontade de trabalhar. Os jogadores não tem culpa nenhuma do Textor ser um irresponsável. Eles estão lá fazendo o trabalho deles e o melhor possível para trazer uma felicidade para a gente.
Daqui a uma semana começa o campeonato brasileiro, já com um jogo dificílimo, contra o Cruzeiro. Se já vai ser muito complicado com a gente apoiando, imagina sem ninguém?
Esse elenco e essa comissão técnica estão lá “abandonados” vendo o John Textor quebrar o Botafogo cada vez mais.
Logo tem uma Libertadores batendo a porta.. Imagina jogar sem apoio? É difícil.
Eu estarei lá contra o Cruzeiro, fazendo minha parte, apoiando os jogadores e criticando o Textor fervorosamente.
Está difícil demais. Mas sem nosso apoio aos jogadores, pode ficar ainda pior.
Não podemos abandonar o clube que a gente ama, que a gente vive e respira por ele.
Yungblud, o cantor e compositor britânico, na contramão dos artistas mudos e covardes, apoiando o povo e as mulheres iranianas na luta contra a ditadura islâmica.
Nem tudo está perdido neste mundo louco, enquanto existirem pessoas solidárias e que honram a classificação de 'seres humanos.'
Isso me lembra regimes que não começaram com câmaras de gás, mas com cartas. Com denúncias formais. Com cidadãos “bem intencionados” escrevendo para o poder enquanto pediam sigilo, anonimato, proteção. Sempre começa assim. Nunca começa com monstros declarados. Começa com gente comum disposta a vender a consciência por migalhas e segurança pessoal.
Quão filho da puta precisa ser alguém para fazer isso.
Estamos vivendo algo que lembra a Revolução Russa, mas com verniz jurídico. Lá, ao menos, havia um conflito aberto. Aqui, tudo é feito em nome da democracia, da legalidade e da ordem institucional. O método é mais limpo, mais covarde e infinitamente mais perigoso.
O caso fala por si.
Um e-mail enviado diretamente ao gabinete de Alexandre de Moraes. Não há crime concreto. Não há prova objetiva. Há um print de LinkedIn. Um acesso registrado na função “Quem viu seu perfil”. O próprio denunciante admite que não pode afirmar se foi o titular da conta, se foi um terceiro, se foi um erro do sistema. Mesmo assim, transforma a dúvida em acusação e a suspeita em gatilho institucional.
E antes de qualquer coisa, vem o pedido mais revelador de todos.
Reserva de identidade.
Sigilo absoluto.
Medo de retaliações.
A essência da covardia está aí. Denuncia, mas não assume. Acusa, mas se esconde. Quer ser instrumento do poder, mas não quer pagar o preço moral de sê-lo. É o velho espírito do dedo duro reciclado para a era digital.
Prender Filipe Martins porque advogados utilizaram redes sociais para preservar dados não é aplicação da lei. É o assassinato da lógica. É o momento em que qualquer ação defensiva passa a ser interpretada como prova de culpa. Onde o processo nasce com a sentença embutida.
Isso não é Estado de Direito.
É Estado de Suspeita Permanente.
E a contradição chega ao grotesco. O denunciante é militar. Ex aluno de Olavo. E ainda assim age como delator de gabinete, pedindo anonimato, terceirizando a própria coragem. A farda não sustenta honra quando a alma já se ajoelhou.
No meio desse esgoto moral está Bolsonaro. O “idiota”, segundo muitos. O mesmo que exonerou gente para defender Olavo. O mesmo que tentou proteger aliados. O mesmo que apanhou da imprensa, do sistema e, ironicamente, de uma ala que transformou Olavo em divindade intocável. Pagou caro por tentar agir como homem num ambiente que premia traidores silenciosos.
E aqui é preciso dizer com todas as letras.
Parem de rotular pessoas como boas ou más com base em crença, leitura, trajetória ou companhia. Isso é pensamento pequeno. Isso é preguiça intelectual. Isso é o terreno fértil onde todo autoritarismo cresce.
Quando rótulo vira sentença, o ser humano deixa de importar.
Quando delação vira virtude, a sociedade apodrece.
Quando print vira prova e medo vira argumento, a justiça já morreu.
Enfiem os rótulos onde merecem. A complexidade humana não cabe em planilhas ideológicas. O que está em jogo aqui não é direita ou esquerda. É caráter, coragem e limite.
Toda vez que a história normalizou esse tipo de comportamento, o final foi o mesmo. Primeiro vieram os e-mails. Depois as prisões. Depois o silêncio coletivo.
E nunca foi bonito.
Uma coisa eu preciso admitir:
A torcida do botafogo é 01 no quesito organização aqui no Rio. O movimento produz esses mosaicos é foda pra caralho.
Queria muito que a torcida do Fluminense tivesse essa disposição. Talvez a volta da young ajude nesse sentido
O Danilo tem tudo para ser, no mínimo, um dos três melhores meio-campistas do Brasil.
Um jogador absolutamente completo, que eleva o nível do Botafogo. Uma contratação daquelas que merecem muitos elogios.
O Botafogo tem agora um craque no meio-campo.