Ao lado de @bolsonarosp e a postos para fazer uma defesa técnica e que proteja todas as empresas brasileiras de um possível tarifaço.
Nossa luta é pelo Brasil e por todos os brasileiros!
#PTPartidoDoTarifaco
@GustavoHenrike@PortaldoDantas Sival Barbosa, aliado dos maggi dono das sojas do Brasil, cumpriu 3 anos de cadeia no máximo e está solto rindo e gastando todo esse dinheiro
🇨🇳 Isso não é venda, mas sim uma entrega do controle de setores estratégicos inteiros do Brasil para o Partido Comunista Chinês.
Essa estatal sequer disfarça, ela é um braço do regime ditatorial de Xi Jinping.
Além de roubar informações, também irá chicotear os brasileiros?
O ICMBio tira o gado de quem trabalha no sul do Pará enquanto o governo fomenta o escravismo assistencial no Marajó. E isso não é coincidência. É um projeto de poder!
Ninguém vai parar esses desmandos? @EderMauroPA e @DelegadoCaveira.
Gado dos trabalhadores da
terra de Apyterewa, sul do estado do Pará, estão sendo retirados pelo Ibama, Força Nacional e ICMBio.
ALÔ GAÚCHOS!
Lembram do Montanha da Odebretch, digo, do ministro para reconstrução do RS após a enchente, Sr. Paulo Pimenta?
Pois é, neste vídeo ele demonstra toda a sua capacidade profissional.
A propósito, ele é pré candidato a senador.
Mendonça avisou que estava de olho.
Tentativa de interferência do lula na PF perante as investigações do INSS, que envolvem o filho do lula, e as investigações do Master, que envolvem toda a republica, podem configurar OBSTRUÇÃO DE JUSTIÇA e gerar uma investigação em cima dessa tentativa.
Até que enfim!
Sobre futebol brasileiro, o furo é mais embaixo. E tem a ver com o maior problema do país, hoje.
Gilmar Mendes não é só ministro do Supremo. Ele é sócio-fundador do IDP, instituto que desde agosto de 2023 administra a CBF Academy, o braço de formação da entidade. O contrato garante ao IDP 84% da receita dos cursos, cerca de R$ 9,2 milhões em 2023. A CBF ficou com os 16%.
Agora observe a arquitetura.
Pelo menos seis nomes vinculados ou indicados pelo IDP ganharam postos na CBF, segundo a Piauí. Um vice-presidente, Gustavo Dias Henrique, também aparece nessa constelação de influência. O filho de Gilmar, Francisco Schertel Mendes, dirige o IDP e ainda ocupa cadeira no Comitê de Disciplina da FIFA.
E quem decide as causas da CBF que sobem ao Supremo?
Gilmar.
Em ações decisivas sobre a presidência da CBF que chegaram ao Supremo, Gilmar atuou como relator. A liminar de Gilmar Mendes reconduziu Ednaldo Rodrigues à presidência da CBF, mantendo no cargo o dirigente durante cuja gestão foi firmado e executado o contrato com o IDP. O pedido partiu do PCdoB, partido do secretário-geral da CBF. Um pedido anterior, feito pelo PSD, havia caído com André Mendonça, que negou. Trocou-se o partido, trocou-se o relator, mudou o resultado.
Ele nunca se declarou impedido.
Confrontado, negou conflito. E a defesa que escolheu diz tudo. Palavras dele: o IDP "estava organizando e cedendo seu bom prestígio à CBF, e não o contrário".
Releia a estrutura por trás da frase. Um ministro que julga a entidade. Cujo instituto fatura com a entidade. Cujo filho comanda esse instituto. Cujos indicados povoam a diretoria da entidade. E que ainda vem a público dizer que o favor era dele.
Em agosto de 2025, uma representação pedindo a investigação do ministro por esse caso chegou à Procuradoria-Geral da República. Foi arquivada. O número dois da PGR entendeu que não havia indícios mínimos para sequer abrir apuração. Quem deveria fiscalizar olhou para a arquitetura inteira e escolheu não ver problema nenhum.
A CBF acaba sendo um símbolo da mentalidade que destruiu não apenas o futebol brasileiro, mas o país em todas as dimensões.
O ápice da destruição da escola brasileira de futebol aconteceu hoje, mas vem de muito tempo, desde que os campeonatos passaram a ser integralmente controlados pela máfia globo-CB e, para piorar, mais recentemente por políticos do centrão e tiranos de toga.
Explica-se:
o campeonato brasileiro e os campeonatos estaduais eram mananciais de formação de atletas, porque efetivamente havia disputa real, a diferença financeira entre os clubes não era tão abismal.
Até que entra em ação o monopólio de transmissão da rede Goebels, cujo dono foi um dos primeiros sócios de certo clube carioca.
Passou a haver transmissões em nível nacional de basicamente dois clubes, que também recebiam valores muito superiores a título de direitos de transmissão.
O fosso de recursos se aprofundou pelo fato das empresas que patrocinam o futebol despejarem muito mais dinheiro nos times que têm exposição em TV aberta.
E isso não decorreu apenas da mente doentia dos manipuladores da Goebels, mas também da tentativa da espanholizar os campeonatos, pois reduzindo a expressão popular da maioria dos clubes fica mais fácil negociar os contratos com os clubes da prateleira de cima, os demais estão sempre com o pires na mão.
Ajudou muito o fato dos dirigentes de clubes de futebol serem na imensa maioria apenas canalhas corruptos, que abortaram a efetividade de associações como o clube dos 13.
Esse cenário somente foi possível pelo apoio da mídia, que sempre escondeu os sucessivos escândalos, para manter o produto futebol atraente.
Mais recentemente a mídia esportiva foi tomada por adolescentes tardios para os quais o importante é haver bandeirinhas de escanteio com arco-íris, "inclusão e outras bostas similares.
Há também um componente ético-moral.
Sempre houve ladroagem no futebol, mas até 2 décadas atrás de regra o resultado espelhava a competição esportiva.
Com a ascensão do lulismo, o futebol passou a ser apenas mais um terreno a ser aparelhado, rapinado em larga escala, e laboratório de engenharia social.
Já há clubes que implementam em suas bases lavagem cerebral identitária, o que explica em parte tantos jogadores cagões e bebês chorões.
A seleção eliminada é um amontoado de jogadores comuns com nome e sobrenome (nada de Pelés, Didis, Vavás, Garrichas) mas que jogam na Europa, ainda que muitos em clubes e ligas inexpressivas, já que o futebol brasileiro voltou a ser vira-lata.
O Brasil está afundado num atoleiro econômico, político, social, educacional, de valores, de accountability.
🧵 A INCRÍVEL SOCIEDADE ENTRE GILMAR MENDES E A CBF.
Quem diria:
O que parece ficção é a mais pura realidade: um ministro do STF sócio da CBF, comandada por Ednaldo Rodrigues. Vem entender esse enredo surreal.
1️⃣ Tudo começou em dezembro de 2023, quando Ednaldo Rodrigues foi afastado da presidência da CBF por decisão da Justiça do Rio.
A acusação? Irregularidades no acordo que o colocou no cargo.
2️⃣ Com o futebol brasileiro em crise institucional, quem apareceu para intermediar a solução?
Gilmar Mendes, ministro do STF, assumiu o protagonismo da conciliação.
3️⃣ Gilmar articulou no próprio Supremo um acordo entre o Ministério Público, a CBF, clubes e federações.
Resultado: Ednaldo voltou ao cargo, mesmo com as denúncias pendentes.
📜 O acordo foi homologado pelo STF, com Gilmar como relator.
4️⃣ O acordo previa:
– Recondução de Ednaldo
– Criação de grupo de trabalho com STF, MP, CBF e clubes
– Eleições futuras com “transparência”
Ou seja, o STF passou a tutelar a governança da CBF.
5️⃣ Mas a história vai além da política institucional.
Gilmar Mendes e a CBF viraram sócios em uma empresa privada.
Isso mesmo. Desde 2023, existe uma sociedade formalizada entre:
– IDP (Instituto de Gilmar Mendes) com 84% de participação
– CBF Academy Brasil, criada por Ednaldo, com 16%
6️⃣ O objetivo da sociedade?
💼 Oferecer cursos para treinadores e profissionais do futebol, sob o guarda-chuva da CBF.
Uma oportunidade de negócios milionária — com a chancela da entidade máxima do futebol brasileiro.
7️⃣ A pergunta que não quer calar:
Como um ministro do STF pode ser sócio de uma entidade que está sob constante julgamento e questionamento jurídico?
Isso levanta sérias dúvidas sobre conflito de interesses e uso da máquina pública para fins privados.
8️⃣ Ednaldo e Gilmar podem não dividir um camarote no Maracanã, mas dividem algo bem mais valioso:
📊 Uma empresa registrada, com CNPJ, contratos e divisão de lucros.
9️⃣ No país do futebol, até a Justiça joga.
E nesse caso, joga em todas as posições: juiz, atacante, dirigente… e sócio.
Assaí fatura bilhões, o funcionário recebe pouco e a esquerda jura que achou o vilão: o empresário.
Aí você olha a conta e descobre que o maior lucro foi de quem não contratou, não trabalhou e não vendeu nada: o GOVERNO LULA!